A política de Justiniano e seus dias de glória no poder.
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 A política de Justiniano e seus dias de glória no poder.
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Tópico: A política de Justiniano e seus dias de glória no poder.
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 Postado em 02/04/2009 10:33:00 PM

Justiniano I


Flavius Petrus Sabbatius Justinianus, ou simplesmente Justiniano I
, foi Imperador Romano do Oriente (em vida) desde 1 de Agosto de 527 até à sua “morte” e depois permaneceu nas trevas até os dias atuais (1204).
Apesar de pertencer a uma família de origem humilde, foi nomeado cônsul ligado ao trono por seu tio Justino I (um de seus carniçais atuais), a quem sucedeu na política mortal, após a “morte” deste (527). Culto, ambicioso, dotado de grande inteligência, o jovem Justiniano parecia talhado para o cargo. O Império Bizantino brilhou durante seu governo. Na Páscoa de 527, ele e sua esposa, a Imperatriz e ex meretriz, Teodora (do clã Toreador), foram solenemente coroados. Sobre Teodora sabe-se que era filha de um tratador de ursos do hipódromo e que tivera uma juventude desregrada, escandalizando a cidade com suas aventuras de atriz e dançarina. Não se sabe exatamente como Justiniano a conheceu. Seu matrimônio com a antiga bailarina de circo e prostituta teria grande importância, uma vez que ela iria influenciar decisivamente em algumas questões políticas e religiosas. Justiniano cercou-se de um estreito grupo de colaboradores, entre eles Triboniano, Belisário (Xerife e general Ventrue), João da Capadócia (Conselheiro do clã Capadócio) e Narses (“Arcebispo” Lasombra !!!! e Senhor do “Bispo” Alfonso de Veneza – Justiano também é o líder religioso de Constantinopla e precisava aprender a exercer esse controle com alguém, mas sem saber, fletarva com o inimigo). Segundo Procópio, um escritor e filósofo Brujah daquele tempo, Justiniano aspirava a recuperar o antigo esplendor de Roma, motivo pelo qual realizou toda a ampla série de campanhas posteriores.


Resistência à ação do Imperador


A intransigência com que Justiniano se aplicou na perseguição de seus objetivos provocou uma série de rebeliões no império. A mais violenta delas, a Revolta (ou Sedição) de Nika, ocorreu em 532, em Constantinopla.


A Revolta de Nika


Logo no início de seu reinado (532), Justiniano teve de enfrentar uma grave revolta, a Revolta de Nika. Teodora (do clã Toreador) , mulher pequena, mas bem proporcionada, de rosto pálido, iluminado por dois grandes olhos negros, dominou Justiniano e o ajudou a sufocar a revolta.
O que causou esta revolta foi o descontentamento com os altos impostos e a miséria.
Em Bizâncio, existiam organizações esportivas rivais, que defendiam suas cores no hipódromo (e pagavam impostos de parte da renda das disputas aos Tremere). Eram os Verdes, os Azuis, os Brancos e os Vermelhos. Esses grupos haviam se transformados em partidos políticos. Os Azuis reuniam representantes dos grandes proprietários rurais e da ortodoxia religiosa (Toreadores e os Lasombras agindo escondidos). Já os Verdes tinham, em suas fileiras, altos funcionários nativos das províncias orientais, comerciantes, artesâos e adeptos da doutrina monofisista (Brujahs, alguns Malkavianos, alguns Nosferatus, alguns Gangrel residentes em Constantinopla e os Tzimisce agindo escondidos).
Até então, os imperadores tinham tentado enfraquecer um grupo, apoiando o outro. Justiniano recusou essa solução, o que provocou a união dos Verdes e Azuis, que se rebelaram. Aos gritos de Nika (vitória), os rebeldes massacraram a guarda real e dominaram quase toda a cidade, proclamando um novo imperador (Nicholay St. German). Justiniano pensou em fugir, mas foi demovido por Teodora. A altiva imperatriz teria dito:
"Ainda mesmo que a fuga seja a única salvação, não fugirei, pois aqueles que usam a coroa não devem sobreviver à sua perda. Se queres fugir, César, foge; eu ficarei, pois a púrpura é uma bela mortalha."
Justiniano ficou e encarregou o general Belisário (general Ventrue e Xerife) de cercar o hipódromo e aniquilar os revoltosos. Foi uma verdadeira carnificina, pois 35 mil pessoas foram massacradas. Esmagada a oposição, Justiniano pôde, a partir de então, reinar como um autocrata.


Administração de Justiniano


Basílica de Santa Sofia - reconstruída sob supervisão pessoal de Justiniano I para garantir a centralização administrativa, Justiniano combateu o poder local dos grandes proprietários de terra (Tzimisces) e estabeleceu leis sólidas e eficazes, cujo cumprimento era rigorosamente fiscalizado pela burocracia (Ventrue), que contava com os militares (Ventrue e Brujah).
Em seu governo, foi redigido o Código Justiniano , um sistema de leis básico que afirmava o poder ilimitado do imperador e, ao mesmo tempo, garantia a submissão dos escravos e colonos a seus senhores. Em seu governo, o regime político do império pode ser caracterizado como autocrático e burocrático. Autocrático, porque o imperador controlava todo o sistema político e religioso ortodoxo. Burocrático, porque uma vasta camada de funcionários públicos, dependentes e obedientes ao imperador, vigiava e controlava todos os aspectos da vida dos habitantes do império. Esse poder não chegava a ser totalitário, porque o império era vasto e composto por povos de naturalidades e línguas diferentes, que conseguiam escapar do controle das autoridades imperiais e manter certas tradições culturais particulares (Tzimisce, Brujah, Gangrel e Nosferatu).
Justiniano também se destacou como construtor: fortificações em torno de todas as fronteiras, estradas, pontes, templos e edifícios públicos foram algumas de suas obras.
Internamente, os maiores problemas enfrentados pelo império foram os senhores locais (Toreadores e Tzimisces) e as heresias (Caitiffs e Lasombras agindo escondidos). Estas quebravam a unidade da Igreja de Constantinopla (parte controlada pelo clã Lasombra sem que ninguém soubesse e parte controlada pelos Tzimisce, coisa que os Ventrue tentavam destruir a todo custo) e, em geral, surgiam em províncias do império, adquirindo, assim, um caráter de luta autonomista diante do poder central.


Os assuntos religiosos


Justiniano tinha grande interesse pelas questões teológicas, pra quebrar o poder dos Tzimisces e Toreadores em parte das igrejas e monastérios. Seu objetivo maior era unir o Oriente com o Ocidente por meio da religião. Seu programa político pode ser sintetizado numa breve fórmula: "Um Estado, uma Lei, uma Igreja". Justiniano procurou solidificar o monofisismo (doutrina elaborada por Eutiques, Lasombra, segundo a qual só havia natureza divina em Cristo – mais uma Heresia Cainita, escondida em uma Heresia Mortal). Essa doutrina tornou-se forte na Síria e no Egito, que tinham aspirações emancipacionistas (Brujahs e Tzimisces e alguns Setitas agindo escondidos). Os seguidores dessa heresia tinham na imperatiz Teodora (Toreador) uma partidária. Esta tentou conciliar ortodoxos e heréticos, com relativo êxito. Autoritário, Justiniano combateu e perseguiu judeus, pagãos e heréticos (com ataque encomendados nas sombras noturnas – será por isso que os Nosferatus são caçados?), ao mesmo tempo que interveio em todos os negócios da Igreja, a fim de mantê-la como sustentáculo do Império e sob seu controle e dizendo abertamente que todas as religiões eram permitidas desde que cultos não fossem organizados. A Escola Filosófica de Atenas, último baluarte do paganismo (controlada antes pelos Tzimisce, Nosferatu e Gangrel), foi fechada. As catedrais dos Santos Apostolos e de Santa Sofia foram construídas durante seu governo, para evidenciar o poder imperial. Em 529 d.C. Justiniano fechou a Academia de Platão (sob a tutela dos Brujahs), e em 540 d.C. também considerou extinta o Babilônico nas Sinagogas (sob a tutela dos Nosferatus e de alguns poucos Malkavianos). Em 550 d.C. eliminou o reduto dos Mistérios Egípcios na Ilha de Filac (uma inssurreição Setita) e por fim em 553 d.C. considerou excluída a possibilidade do reencarnacionismo no cristianismo. Essas investidas, contribuíram historicamente para fomentar o início da inquisição na Idade Média, mais tarde em 1183, e encabeçada em Constantinopla pelo Bispo Lionel, apoiada também pelo ferreiro, carpinteiro e ex cruzado Arquimedes.


Reconstituição territorial do Império


No plano externo, a política de Justiniano teve como objetivo fundamental a tentativa de reconstrução do fragmentado Império Romano. Uma vez estabilizado o perigo persa (turcos otomanos) na zona oriental graças a um tratado de não-agressão pactuado com Cosroes I (sultão Assamita), no qual se comprometia a pagar um tributo anual ao sassânida, Justiniano empreendeu a recuperação do Ocidente. Seu primeiro objetivo foi acabar com os vândalos (Gangrel e Tzimisce), no norte da África (533 - 534). O general Belisário (Xerife Ventrue) dirigiu as campanhas com eficiência, conquistando Cartago (ainda reduto Brujah), a Sicília, as ilhas Baleares e parte da costa levantina peninsular.
Justiniano ordenou ao general Belisário (Xerife Ventrue) que se lançasse à conquista da Itália (reduto Lasombra), onde Teodorico o Grande (Carniçal Lasombra) havia estabelecido um reino dos ostrogodos. Belisário (Xerife Ventrue) dirigiu-se à península Itálica com o mesmo ânimo e rapidez das campanhas anteriores. Conquistou Roma (539) com relativa dificuldade devido à resistência ostrogoda e Ravenna um ano mais tarde e foi a partir daí que os Lasombra passaram a agir em sigilo contra o Imperador. Por um momento pareceu que as glórias do Império Romano poderiam reviver. Entretanto, os acontecimentos das décadas seguintes demonstraram que não seria assim (contra ataque de todos os inimigos). No ano 542, uma grande peste deu um devastador golpe nas ainda populosas cidades do Mediterrâneo Oriental (Justiniano culpou os Nosferatu por disseminá-la). O restante do território italiano ofereceu importantes resistências dirigidas por Totila (Lasombra). Belisário (Xerife Ventrue) caiu em desgraça perante Justiniano, sendo substituído por Narses (Lasombra e em sigilo, inimigo mortal do Imperador), que eliminou as forças ostrogodas com facilidade (claro, eram todos Lasombra). Depois disso, Narses voltou pra Itália e Belisário foi perdoado.
Com a ocupação de um amplo setor do sul da Espanha (antes sob o poder dos Lasombra) pelas tropas imperiais, em 554, o Mediterrâneo voltou a ficar sob o controle dos romanos - desta vez, porém, do Império do Oriente. O império alcançou sua máxima extensão.


O Corpus Iuris Civilis


Ao lado da religião, o direito romano ajudou a manter a unidade e a ordem imperial. Justiniano percebeu a importância de salvaguardar a herança do direito romano e, aproveitando a prosperidade econômica e comercial que lhe proporcionavam as novas conquistas, empreendeu um importante trabalho legislativo e de recompilação jurídica. A recompilação e reorganização das leis romanas tornou-se um dos marcos mais notáveis de sua administração, confiado a um colégio de dez juristas dirigido por Triboniano (burocrata e legislador Ventrue), cujos trabalhos duraram dez anos. Essa obra ficou conhecida como Corpus Iuris Civilis, sendo composta de quatro partes:
• Código de Justiniano (Codex): Reunião de todas as constituições imperiais editadas desde o governo do imperador Adriano (117 a 138);
• Digesto ou Pandectas: Continha os comentários dos grandes juristas romanos.
• Institutas: Manual para ser estudado pelos que se dedicavam ao Direito;
• Novelas ou Autênticas: Constituições elaboradas depois de 534.



Obstáculos à política de Justiniano


O descomunal esforço de reforma econômica e institucional despendido por Justiniano esbarrou numa infinidade de obstáculos criadas por seus adversários. A desigualdade entre os mais ricos e os mais pobres se aprofundou, tornando-se um problema constante para o soberano, devido ao descontentamento de uma grande parcela de Brujahs, Nosferatus e Gangrels. No campo das agressões externas, uma das ameaças permanentes para o império foi representada por um ataque dos persas (turco otomanos – Assamitas), que, reunificados sob a dinastia Sassânida, não escondiam a ambição de ocupar a Armênia, a Mesopotâmia e a Síria (empurrando os Gangrel e Tzimisces dessa área em direção ao império). Em duas ocasiões Justiniano se viu obrigado a comprar a paz de seus vizinhos (Tzimisce e Assamitas), o que lhe obrigou a dispor de imensas quantidades de ouro.


“Falecimento”: uma máscara


O autoritarismo e os altos impostos fizeram com que a população respirasse aliviada com a notícia do “falecimento” de Justiniano (Constantinopla, 565). Foi “sepultado” ao lado de sua amada Imperatriz Teodora (Toreador) na Igreja dos Santos Apóstolos (Igreja aonde repousavam as relíquias dos Apóstolos, Imperatrizes e Imperadores Bizantinos, Patriarcas da Igreja Ortodoxa Grega) em Constantinopla. A data do falecimento do imperador é tradicionalmente considerada o termino final do direito romano. Tudo uma farsa: Uma espécie de “máscara” para facilitar o controle de Constantinopla, das sombras sem chamar a atenção do rebanho desgostoso com sua política opressora. Como os Brujah possuiam um controle direto das massas e incitavam essa “indisposição” popular, Justiniano foi obrigado a dar um passo atras pra depois dar dois passos a frente.


Capítulo a parte: NARSES, SUBSTITUTO DE BELISÁRIO, O GENERAL ROMANO A QUE FALTAVAM CERTOS “ATRIBUTOS”…



Durante o reinado do imperador Justiniano, procedeu-se à última tentativa por parte do Império Romano do Oriente de reconstituir a estrutura nuclear de todos os países ribeirinhos do Mediterrâneo, que parecia ter sido o segredo do extenso período de prosperidade do período imperial, propiciada por uma espécie de globalização regional, mas onde ela estava submetida a uma mesma autoridade política.

Se os créditos dessa façanha política são atribuídos ao imperador, as proezas militares são de dois dos seus generais, Belisário (Ventrue) e Narses (Lasombra). Trata-se de figuras completamente distintas e cujos desempenhos não se sobrepõem porque o segundo veio a substituir o primeiro no cargo. Mas, nos relatos históricos, a pessoa e nome de Belisário tem até alguma notoriedade, pelo contrário, a de Narses passa desapercebida, claro: Os Lasombra sempre foram mestres nesse aspecto.

Terá ajudado a essa notoriedade o facto do assessor de Belisário ter sido Procópio de Cesareia (Brujah), o principal historiador cuja obra sobreviveu sobre a época de Justiniano. Baseado nas narrativas de Procópio, Robert Graves (autor de Eu, Cláudio) escreveu uma (desapontante) biografia de Belisário. Mas o contraste com as referências a Narses é notório.

Ajustando-nos a referências modernas, Justiniano era um romeno, embora nascido na Sérvia, Belisário possivelmente um greco-albanês mas nascido na Bulgária e Narses nascera na Arménia, embora a sua família fosse de origem iraniana. Enquanto Belisário era um militar de carreira desde jovem, Narses teve uma longa carreira no Palácio em Constantinopla antes de assumir o comando militar na Itália. Narses era um político e Belisário um militar de carreira.


No entanto, quando chamado a comandar o teatro de operações italiano, Narses registou três vitórias em três anos consecutivos em batalhas contra os germanos (Gangrel principalmente e Tzimisce), 552, 553 e 554*. Mas, contra este registo militar impressionante, parece haver algo que afecta as alusões reverenciais às proezas militares de Narses… E não é o facto de ele ser de origem asiática e oriental, mesmo considerando a natureza naturalmente oriental do império de Constantinopla… Seus inimigos até então, não sabiam o seu verdadeiro e imaginavam que era mais um Ventrue.

Nem tão pouco será especulações sobre a forma “intriguista” como terá obtido o comando do exército, possivelmente pelo seu valimento junto da Corte em Constantinopla… É que Narses era um eunuco (nada muito incomum olhando pelo ponto de vista do fanatismo católico dos Lasombra) e isso parece ser uma característica embaraçosamente desenquadrada dos valores militares intemporais dos exércitos e, especialmente, dos valores tão propagandeados pela cavalaria medieval, onde o valor militar era associado à presença dos ditos… Narses é seguidor do Caminho da Noite e Belisário do Caminho do Cavaleiro.

* As batalhas, respectivamente, de Tagina, do Vesúvio e do Volturno.



Belisário, General de Constantinopla e Xerife Ventrue[/b]





Flávio Belisário, em latim Flavius Belisarius, (nasceu em 505) foi um dos grandes generais do Império Bizantino (em vida e após sua morte também continua). Talvez devido à falta de atenção ocidental à história bizantina, este general não é tão famoso quanto Júlio César embora, se não tão bravo, um dos mais bravos comandantes militares da história. Belisário foi, durante o reinado de Justiniano (Príncipe Ventrue), o principal protagonista nas lutas da expansão do Império.
Os seus primeiros êxitos bélicos destacaram-se nas lutas contra os persas (Turcos Otomanos Assamitas - a quem forçou a assinar uma "Paz Eterna" depois de décadas de guerra com o Oriente Próximo) e ao sufocar uma sublevação em Constantinopla que ameaçou destronar o imperador no ano 532, a Revolta de Nika. Posteriormente, com 15.000 homens, conquistou o reino vândalo no norte da África, aprisionando o seu último rei, Gelimer. Desde lá, tomou a Sicília e passou para a Itália, então sob domínio ostrogodo, onde iniciou uma expedição para Norte, ocupando Ravenna e aprisionando o rei Vitige.
Numa segunda expedição em 548, Belisário conquistou Roma, que permaneceu em poder bizantino durante décadas. No seu regresso a Constantinopla, recebeu o título magister militum per Oriente e nesse cargo ocupou-se de defender a capital do Império contra um ataque que as fontes bizantinas definiram como hunos no ano 559 – na realidade tratava-se de uma coalizão de povos eslavos e búlgaros (Tzimisces principalmente e Gangrels).
Em 562 foi acusado de participar numa conspiração contra Justiniano, sendo aprisionado (forjada por Narses em conjunto com o clã Lasombra). Seria libertado no ano seguinte. Uma lenda, já provada como falsa, afirma que Justiniano ordenou cegá-lo.
Belisário “faleceu” em 565.


Narses, General Lasombra, “Arcebispo” de Nod e atual Príncipe de Veneza[/b]




Narses, (?, 478 - Roma, 573) foi, ao lado de Belisário, um dos grandes generais a serviço do imperador bizantino Justiniano I durante a chamada “Reconquista” que ocorreu durante o seu reinado.
Narses era um armênio romanizado da família nobre Kamsarakan, que afirmava descender da dinastia real dos arsácidas. Ele passou a maior parte de sua vida como um eunuco (uma coisa não muito excêntrica se você lembrar que ele também é um fanático religioso – “Arcebispo” de Nod) relativamente sem importância no palácio dos imperadores em Constantinopla. De acordo com o historiador Andreas Agnellus (Brujah), Narses estava presente quando Belisário capturou Roma em 536.
Em 552, quando o desconfiado Príncipe Ventrue Justiniano chamou Belisário (Ventrue) de volta de sua campanha contra os ostrogodos na Itália e o substituiu por Narses (Lasombra). Ele provou ser tão enérgico e habilidoso quanto seu predecessor, embora a história tem geralmente creditado a Belisário a maior habilidade. Ele lançou outra campanha contra os ostrogodos, derrotando finalmente seu formidável rei Baduila (ou Totila) na Batalha de Tagina. Em 553 ele derrotou os remanescentes do exército ostrogodo na Batalha de Mons Lactarius. Em 554 ele expulsou os francos e alamanos, que tinham vindo ajudar os ostrogodos, de volta sobre os Alpes. Mais tarde, os ostrogodos sobreviventes se renderam a ele e a Península Itálica foi reintegrada ao Império Bizantino.
Narses permaneceu na Itália como prefeito (governador), tornando-se Príncipe de Veneza, mas sua administração foi impopular. Depois da “morte” de Justiniano, seu sobrinho Justino II (carniçal do mesmo) o retirou do cargo e ordenou seu retorno a Constantinopla. Narses renunciou ao posto, mas recusou-se a deixar a Itália, e “aposentou-se” de suas funções militares.
Os últimos anos de sua vida são envoltos em dúvidas. Muitas fontes daquele tempo dizem que Narses secretamente encorajou a invasão da Itália pelos lombardos em 568, como vingança contra Justino II, que o removeu do cargo. Ainda assim, Narses, com 90 anos, ofereceu seus serviços ao imperador novamente, agora como reestrutural do poder religioso local. Quando Narses “morreu”, mais de metade da Itália tinha caído nas mãos dos lombardos. Por que será? Sua cria o “Bispo” Alfonso de Veneza, permanece escondido em Constantinopla e dando prosseguimento aos planos de seu Senhor.






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