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Tópico: Reforma na Lei Pelé !
Coelho
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 Postado em 04/03/2005 9:17:00 AM

Duda, que "não gosta" , acredito que a FIFA só se manifesta em caso de cano em transação de jogador. No caso de "parceria", penso que não. E porque recorrer à FIFA se o América tem um "compromisso moral" com o feyozinho, "parceirão".

Cuidado, hein Duda!? Você vai ser processado por calúnia e "defamação"...

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Johnny
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 Postado em 16/03/2005 1:40:00 PM

Que Robinho, que nada... Clubes europeus começam a sondar craques brasileiros de até 10 anos que ainda brincam de jogar futebol

Que Robinho vai jogar no futebol europeu, mais dia, menos dia, todo mundo sabe. Para quem já está lamentando a saída do atacante do Santos, de 21 anos, resta um alento: ele desfila sua habilidade pelos gramados nacionais há mais de dois anos. Poderia ser pior: imagine nunca ter visto Robinho de perto ou saber que um moleque desconhecido no Brasil está arrasando num país europeu... É o que pode acontecer, em menos de uma década, com alguns minicraques brasileiros, que ainda crianças começam a despertar o interesse de clubes do exterior.
Recentemente, a imprensa noticiou os casos de Jean Carlos Chera, de 9 anos, e Maicon Vinicius da Silva, o Nicão, de 12, que costumam humilhar adversários com dribles desconcertantes e gols espantosos. O primeiro, meia-atacante que apareceu na Adap, de Campo Mourão (PR), e mudou-se para o Santos nesta semana, chamou a atenção de clubes europeus, entre eles Porto, Bordeaux e Manchester United. O segundo, meia do Mirassol, do interior paulista, deve passar os próximos meses entre Brasil e Holanda, já que a empresa que administra o clube fechou uma parceria com o PSV Eindhoven.
- É um fenômeno novo, mas, até certo ponto, não surpreende. O jogador brasileiro, que tem um talento reconhecido internacionalmente, já é barato em situações normais. Quando criança, é ainda mais barato - diz Tito Araújo, coordenador-técnico das divisões de base do Flamengo.
No ano passado, o CSKA, da Rússia, gastou cerca de US$ 9 milhões para tirar Vágner Love, aos 20 anos, do Palmeiras. Pelas normas da Fifa, menores de 18 anos só podem mudar de país caso os clubes interessados assegurem a presença dos pais, legalmente autorizados a trabalhar para sustentar os jogadores. Bem mais em conta...
Essa foi a proposta feita pelo Barcelona à família de Diego Duran de Assis Moreira, de 10 anos, destaque das escolinhas do Grêmio. O domínio de bola, o jeito de tocar nela e a visão de jogo encantaram olheiros e diretores do clube espanhol. Mas nada como o sobrenome Assis Moreira para atiçar os desejos: Diego é filho de Assis, meia que começou no Grêmio e passou por Vasco, Fluminense e Sion (SUI) nos anos 90, e sobrinho de Ronaldinho Gaúcho, o melhor jogador do mundo para a Fifa em 2004.
Por enquanto, a família descarta qualquer mudança, mas as férias de Diego, desde o ano passado, são passadas em Barcelona, ao lado do tio famoso, o que pode aproximá-lo ainda mais do clube espanhol.
- O Ronaldo e eu nos criamos na batalha para ser alguém. O Diego, que não precisa disso, pode escolher seu futuro com tranqüilidade - conta Assis, que, longe dos ouvidos do filho, aposta na opção pelo futebol.
A dúvida reside num fato que não pode ser desprezado: ele não é um atleta, mas uma criança. Uma pesquisa da Universidade de São Paulo (USP) indica que 75% das crianças que iniciam a prática competitiva de esportes (treinos e torneios) antes dos 14 anos desistem antes de completar os 17 por estresse físico ou emocional.
- O esporte deve ser introduzido na vida da criança pela educação física, de forma lúdica, pois é a fase da formação do caráter, da identidade. Além disso, é importante que ela tenha contato com diversas modalidades, não só com o futebol. A maioria dos clubes sociais trabalha dessa forma. Nos clubes de futebol, a situação geralmente é diferente - opina Maria Tereza Silveira Bohne, professora da Escola de Educação Física e Esporte da USP.
Outro garoto na mira de clubes estrangeiros é Neymar da Silva Santos Júnior, de 13 anos. Descoberto pelo ex-jogador Zito quando jogava futsal em São Vicente (SP), o atacante, que chegou a ser sondado por Corinthians e São Paulo, é encarado como candidato a um novo Robinho pela diretoria do Santos.
- É muito cedo para dizer algo porque ele é jovem e muita coisa pode acontecer. Mas o Neymar possui um potencial impressionante - diz Márcio Fernandes, técnico da equipe sub-20 da Vila Belmiro.
O elogio de Robinho é mais direto:
- Ele joga muito!
Para tentar mantê-lo, o Santos gasta cerca de R$ 1 mil por mês, incluindo mensalidade em escola particular, cesta básica e transporte. Mas ainda não pode criar qualquer vínculo com o garoto. De acordo com a legislação brasileira, só é possível criar um vínculo de atleta não-profissional em formação a partir dos 14 anos, que pode ser desfeito com ressarcimento dos gastos do clube com a formação ou pagamento de multa. Só quando completa 16 anos, o garoto pode assinar um contrato de atleta profissional.
Para evitar o assédio de empresários, a diretoria do Santos dificulta o acesso a Neymar. Todos os pedidos de entrevista com o garoto ou seus familiares foram negados pela assessoria do clube. E a secretaria do Liceu São Paulo, onde ele estuda, também não passa informações a pedido do clube.
Mas o Santos foi driblado por Robinho. O craque, natural de São Vicente, apresentou Neymar a seu empresário Wagner Ribeiro, que assinou em janeiro um contrato com o pai do jovem atacante, que diz que se sentiria "lison- jeado" caso recebesse uma sondagem do exterior. Enquanto ela não vem, o empresário já lhe arrumou um contrato com a Nike, para fornecimento de material esportivo. Mas a intenção é, pelo menos por enquanto, deixar Neymar na Vila Belmiro.
- O Santos está fazendo o que fez para o Robinho, sendo um pai para o Neymar - diz Wagner Ribeiro.
Arzemiro de Souza Bueno, conhecido como professor Miro, que trabalha nas categorias de base do Coritiba, também é quase um pai. Tem fama de olheiro de primeira desde que descobriu o meia Alex, ex-Palmeiras e Cruzeiro, hoje no Fenerbahçe, da Turquia. Atualmente, seus olhos brilham por José Mário de Bona, 13 anos.
Natural de Medianeira, no interior do Paraná, Zé Mário chegou ao Coritiba em 2003. Antes, tinha recebido uma proposta para treinar no Grêmio, mas a proximidade da capital paranaense pesou na escolha da família. As qualidades do atacante? Miro as resume numa palavra: diferenciado. Já o garoto, mesmo tímido, não economiza:
- Fiz um gol em que driblei o zagueiro com uma meia-lua e, quando o goleiro achou que eu fosse cruzar, bati direto. Foi um golaço.
Miro não gosta de tocar no assunto, mas é comum ouvir diretores cochichando nos corredores do clube sobre sondagens do exterior. A família também se mantém em silêncio.
De quem é a culpa por esse fenômeno? O empresário Gilmar Rinaldi o entende como um saída encontrada pelos clubes europeus para driblar a crise financeira, uma forma de conter gastos. O coordenador das categorias de base do São Paulo, José Roberto Calicchio, culpa os próprios clubes:
- O Brasil tem a matéria-prima. Mas, salvo raras exceções, o produto final é ruim. A maioria dos clubes não investe com qualidade nas categorias de base, não ensina fundamento. E isso prejudica a formação do jogador brasileiro. Como o europeu não é bobo, leva para formar em casa - diz Calicchio.


Se não me engano, pela Lei Pelé, ant

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Coelho
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 Postado em 16/03/2005 6:14:00 PM

Sedução de "dimenor"...



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Marco Antônio
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 Postado em 17/03/2005 10:01:00 PM

Mensagem original postada por Formiga O Jornal Nacional de hoje colocou uma reportagem sobre o "estrangulamento" dos clubes formadores de atletas pelo assédio empresarial por causa da Lei Pelé.

Amanhã será o 2o capítulo de uma série de reportagens e terá como tema a relação entre clubes e empresários.

Hoje foi citado o exemplo do Grêmio que teve de aumentar o salário de um garoto de 16 anos de 800,00 para 40 mil reais!!! Tudo isso para aumentar o valor da multa recisória (que pode chegar no máximo a 400 vezes o valor do salário) e se proteger do assédio dos empresários.

Também citaram o Ronaldinho Gaúcho que foi vendido por US 5 milhões quando o Grêmio queria 40! E o Kaká que foi vendido às pressas por US 8 milhões a um ano de vencer seu contrato com o São Paulo.

Por isso, vamos torcer para que os clubes consigam maior retorno nessas negociações com a alteração na lei.


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Marco Antônio
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 Postado em 06/07/2005 9:05:00 PM

Há vários acontecimentos e atitudes no Brasil que são incompreensíveis.

Em tese o Poder Legislativo, representante do povo e, assim sendo, deve defender seus interesses e prezar pelo seu bem, não tem atitudes condizentes com o cargo que ocupam. Digo isso, pois não raro vemos leis sendo aprovadas que desfavorecem o trabalhador comum, sem falar nos mirabolantes projetos de lei algumas vezes mais estapafúrdios que o próprio governo.

Seguidos aumento de impostos, somos o país no mundo que mais paga impostos, no entanto não temos a mesma qualidade de vida dos neozelandeses, alemães e canadenses, temos uma educação que em termos de desenvolvimento está 100 anos atrás da Argentina, nossa grande rival. Poderíamos querer ser melhores que os argentinos nesse sentido. Pessoas politizadas, com opiniões concretas e que vão as ruas protestar contra o governo. Prefiro nem citar a saúde nacional, que mata milhares de pessoas com relativa saúde a cada ano, ou mesmo o programa de doações fome zero.

Como não poderia deixar de ser o desporto nacional não escapou das mazelas a que o atual “governo do povo” vem fazendo pelos trabalhadores.

Como todos tem conhecimento em 24 de março de 1998, com a publicação da Lei 9615/98, elaborada e aprovada durante o período em que Pelé esteve a frente da pasta do esporte, houve uma grande evolução na trato ao atleta.

O primeiro grande passo foi ser considerado um atleta profissional. Ao contrário do que muitos pensam, profissional não é a modalidade, mas sim o atleta, seja ele atleta profissional do futebol, do vôlei, do basquete,da natação.

Pôde também o atleta ao não perceber seus salários requerer na justiça o término antecipado de contrato de trabalho. Tal situação já bem antes da Lei Pelé era corriqueira, entretanto o atleta nada podia fazer. Tinha contrato e tinha de cumprir suas obrigações, ainda que a outra parte (clube) não cumprisse as suas.

Ficou possibilitado o atleta ao termino de seu contrato se transferir para qualquer agremiação que tenha interesse em contratá-lo sem ônus. Mas veja que para chegar a esse situação, faz-se necessário transcorrer todo o período contratual, no qual, por certo, um clube bem administrado, já teria revertido em lucro o dinheiro gasto com o atleta.

Dizer que foram essas as razões que deixaram definitivamente os clubes nacionais na falência é cometer uma falácia e fazer uma análise extremamente superficial do caso.

Ao que se saiba muito antes de 1998, os clubes já gastavam mais do que conseguiam arrecadar. Caso claro de má administração. Em qualquer empresa responsável o fluxo de caixa jamais pode ser negativo, pois isso indica prejuízo. E tendo prejuízo, certamente, descobrirá a causa e tentará solucioná-la.

Todavia, tal procedimento, ao que tudo indica, não está muito nos planos da cartolagem nacional, haja vista muito antes de entrar em vigor a Lei 9615/98, os clubes já atrasarem pagamentos salariais. A diferença é que os atletas continuavam a ter que jogar, sem nada poder fazer. Atualmente, podem valer-se de medidas que, na realidade, são válidas a qualquer trabalhador. A mora salarial não foi uma invenção do legislador da Lei Pelé. Faz-se presente há muitos anos na CLT (Consolidação das Leis do Trabalho).

Foram ganhos trabalhistas significativos aos atletas que, de uma maneira ou de outra, contribuíram para a grande evolução do desporto nacional. Alterações, são sempre bem vindas, desde que venham a contribuir.

Após anos de luta e finalmente o alcanço de um mínimo de respeito ao atleta trabalhador o que se vê nas novas propostas para novamente alterar a Lei Pelé é um retrocesso.

Querer considerar o atleta um profissional autônomo é uma proposta trágica, ainda que se exclua o profissional do futebol, pois temos inúmeras modalidades coletivas que também são esporte de rendimento e outras individuais em que o atleta deve defender uma entidade por vez.

Por definição o profissional autônomo é aquele que trabalha por conta própria e tem como uma de suas principais características a pluralidade de clientes. Ao perder essas característica, torna-se um trabalhador comum!

Afora isso, há clara desproporcionalidade na lei. Qual a razão, em caso de ruptura antecipada do contrato de trabalho, a multa devida pelo atleta ao clube ser de 2.000 vezes o valor de seu salário mensal e nos casos em que o clube deva pagar, deve apenas 400 vezes o salário mensal?

É esperar e ver o caos.

Um grande abraço a todos, nos encontraremos em breve.


Coluna escrita por Carolina Daniel Zullo
e-mail : carolinadaniel@bol.com.br
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Johnny
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 Postado em 07/07/2005 9:57:00 AM

Autônomo ?!?!? Autônomo é o prestador de serviços eventuais, que não tem vínculo com os clientes (no caso, os clubes).

Estão de brincadeira com o público em geral. Já imaginaram, por exemplo, se nesta semana o tal de marques, o ídolo do canil, declarasse que iria jogar no próximo domingo pelas gazelas, porque é um autônomo e não tem vínculo com seu cliente ?

Vai ser a farra dos empresários. Vamos contratar o Zidane para fazer um jogo só pelo América.

A Fifa melhorou um pouco a questão dos jogadores pularem fora do barco no meio do caminho - desde sexta-feira passada, o jogador que romper o vínculo de forma não amigável com o clube, estando um campeonato oficial em andamento, não poderá jogar por outro clube.

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Coelho
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 Postado em 07/07/2005 7:27:00 PM

Idéias:

TERCEIRIZAÇÃO: Poderiam haver firmas que forneceriam jogadores de acordo com as necessidades dos clubes. Por exemplo: Estando difícil contratar um atacante o clube recorreira a essas empresas para suprir a falta ou até mesmo esporadicamente em caso da contusão ou suspensão de um jogador empregado.


JOGADOR DE FUTEBOL 'FREE LANCER': Sem um vínculo empregatício, esse profissional iria prestar os seus serviços quando um clube necessitasse. Seria muito útil, principalmente, também em caso de contusão ou suspensão de um jogador. O jogador/empregado vai ficar fora um tempo por contusão ou suspensão, o cluber recorreria ao free lancer. Esse profissional um dia estaria aquí outro dia estraria alí. Se seu desempenho for muito bom e ele quiser, claro, um clube pode efetivá-lo.

Não vou cobrar nada por essas idéias geniais. Será apenas para colaborar para o desporto nacional (ando assistindo muito à CPMI dos Correios. "Eu quero é colaborar"). Ao ter outras idéias brilhantes como essas escreverei aquí. (Tô aquí pensando com meus botões que eu devo cobrar sim. Acho que vou ficar rico ).

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Coelho
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 Postado em 21/10/2006 11:26:00 PM

Minhas idéias aí em cima continuam a disposição.

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Marco Antônio
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 Postado em 29/11/2006 10:56:00 PM

"Um ano a mais de casa
Pela lei atual, o clube formador do jogador tem preferência na hora de fazer o primeiro contrato profissional por cinco anos e pode renová-lo por mais dois. Se o projeto for aprovado, a renovação poderá ser por três anos. Caso o jogador não queira renovar contrato com sua agremiação de origem após o primeiro compromisso de cinco anos, o clube que o contratar posteriormente ficaria encarregado de pagar uma indenização de até 200 vezes o valor do salário mensal do atleta."


O América é que não quis renovar com o Matheus e o Ramon ? O Ramon tinha acabado de ser o destaque na Taça Minas Gerais.





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Marco Antônio
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 Postado em 06/12/2006 10:41:00 PM

E o Marcelinho saindo do Flamengo ?



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Johnny
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 Postado em 07/12/2006 11:22:00 AM

A princípio, com o final do prazo do contrato, o jogador fica livre para assinar com quem ele quiser, sem pagar nada a ninguém.

O América já tinha prorrogado o contrato dele antes?

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Marco Antônio
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 Postado em 26/10/2011 9:11:00 PM

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