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Tópico: ..:: Reunião dos Marinas ::..
¤ Gemini~Kanon ¤
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 Postado em 29/01/2006 9:52:00 PM









..:: O plano maquiavélico ... ::..


..:: Kanon Sean Dragon ::..



“…Precisamos aproveitar está oportunidade para raptar Athena. Chegou a hora de tomar a rédea do mundo.



Kanon como sempre tinha um plano em mente, mais o que havia acabado de saber, caia como uma luva em suas idéias mirabolantes. Os guerreiros Deuses de Asgard, junto com a protetora daquela terra,foram convidados ao santuário de Athena para uma amistosa confraternização. Aquilo para Kanon era ate mesmo engraçado, o que Athena estava tramando? Queria reforça a amizade com os asgardianos e assim fazer a paz reinar na terra. Contudo existia um homem que estava querendo o inverso naquela historia. Ele via nesta confraternização maluca, a oportunidade de se infiltrar no santuário sem ser percebido e raptar a deusa da justiça. Mas para isso dar certo, precisa comunicar aos guerreiros marinas para que eles fiquem atentos. Kanon estava ciente que não precisaria levar ninguém consigo, mais queria que tudo fosse perfeito. Talvez levaria alguém. Parado no pilar principal, ele avistara um soldado e a ele dirigia a palavra.





_ Soldado!! Reúna aqui o restante dos marinas!


_ Sim senhor!! Dragão Marinho.


Enfim o soldado partia, e Kanon apenas observava com um sorriso cínico em sua face. Kanon era o dragão marinho do exercito de Poseidon,após ser aprisionado por Saga no cabo sunion, conseguiu se livrar de lá e corromper o deus das águas. Este homem enganou um deus,cometia o pecado maior para conseguir seus objetivos, corria seu risco, mas supostamente em nome de Poseidon ele vai tentar governar a terra. A oportunidade era clara, não podia deixa passar e ele não deixaria.Olhava aquele templo submerso, podendo ver o tamanho do reino de Poseidon ou seria o seu futuro reino?.







“A Guerra vai estourar no santuário mais uma vez, eu tenho certeza. hihihehehaha...Vamos ver quem vai ser o dono do Mundo no final...ATHENA !!!"











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Phoenix no Ikki¤AS¤
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 Postado em 01/02/2006 12:58:00 AM



.: Horse Marine no Bian :.


¤Bian Ações¤
_Falas Bian
_Cavaleiros do Atlântico norte


¤Os ventos vindo do sul cobriam todo pilar do pacifico norte, era mais um dia sombrio no pacifico onde toda brisa escoava os longos cabelos de Bian, o general marina do norte... * Logo abaixo da sombra do pilar estava Bian de olhos cerrados, olhando friamente diante do norte, onde ele sentia dois cosmos se aproximando do seu pilar, porém esses cosmos já eram entendidos pelo General Marina... Esses cosmos eram de dois súbitos do Dragão dos Mares, ambos venham do norte, do Atlântico Norte, onde era a morada do Guardião Dragão dos mares. * Bian ficava apenas a fitar ambos os guerreiros que caminhavam próximas das escadarias do pilar se curvando diante Bian... * Logo o general do pacifico norte começa a descer sua escadaria dando as costas pro imenso pilar que o guardava, indo a direção dos súbitos de Kanon... Logo Bian para sobre a frente de ambos e assim num gesto com a cabeça afirmando um “positivo”, assim dando liberdade para os cavaleiros do Atlântico Norte poder falar. ¤



_Cavalo Marinho tenho uma ordem do Dragão dos Mares... Ele o ordena ir ao Atlântico Norte em uma reunião dos Marinas!

_ Estou indo a caminho do próprio!

¤Sem mais delonga, Bian passa sobre o lado de ambos os cavaleiros, e assim começa a caminhar em direção do Atlântico Norte... Enquanto isso os dois cavaleiros partem numa corrida para Oceano indico assim a procura de Krishna de Chrysaor * Bian eleva seu cosmo e começa a correr em direção do Norte sobre as águas frias do Atlântico norte!¤ ... ¤Kanon já podia sentir o áspero cosmo de Bian se aproximando do próprio, logo o via caminhando em direção do dragão dos mares... O Cavalo marinho caminhava olhando pra ambos os lados não avistando mais nenhum general no local, por ventura achou estranho de inicio, porém logo tomou a postura a caminho de Kanon, parando próximo do mesmo, assim sem delonga, num olhar frio e seco Bian começa o dialogo com o Dragão Marinho!¤



_ Mandou me chamar, Kanon?






{Off : Perdoa-me o turno mal feito, mais é apenas pra começar os jogos aqui, caso queira que faço mais char´s marinas me fala no msn... Flw =* }


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|AS| Wyvern No Rada
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 Postado em 01/02/2006 5:40:00 PM

..--Sorento No Sirene--..


*Ação*
-Fala
"Pensamento"
Guardas Marinhos







*O pilar do Atlântico Sul era protegido pelo General Marina de Sirene, Sorento. O forte vento
que vinha do Noroeste fazia com que as águas sobre o mesmo, ficassem agitadas. Para os Marinas, tudo aquilo era prazeroso, por mais que houvessem tufões por cima deles. Não havia lugar na terra, que os agradassem mais. Um jovem de cabelos roxeados, com um belo porte físico, vestindo uma belíssima armadura mantinha-se parado frente ao seu pilar. Era o jovem Sorento. Apesar de sua idade, um dos mais fortes guerreiros e protetores de Poseiondo. Com leves movimentos, levava suas mãos perto do rosto para tocar sua flauta. Com sopros suaves e precisos, fazia de simples notas, uma doce melodia. Fazia isso, enquanto esperava a chegada de dois dos servos menores. Ele já havia percebido a movimentação deles, e notado também, que Bian partia em direção ao Norte. Com isso, tinha certeza que algo estava para acontecer.*




-"Estranho..."


*Perplexo, pensava o que estaria acontecendo para que os soldados menores fossem enviados aos pilares. Eles costumavam guardar as partes menos importantes do Santuário Marinho. Logo tiraria suas dúvidas, pois eles estavam se aproximando, já podendo ser visto pelo General. Fechava os olhos para concentrar-se na música. Pretendia ouvi-los, certamente... Mas respondê-los, não era necessário.*



Guardas - General Sorento, temos um aviso do senhor Dragão Marinho. Ele quer ver todos os Generais Marinas,...

*Antes que eles terminassem de falar, Sorento pôs-se a andar na direção do Atlântico Norte. Logo, pela distância, o general curva seu corpo para frente, aumenta a velocidade dos passos, elevando seu cosmo para que pudesse chegar lá
rapidamente. Em pouquíssimos minutos estaria junto aos dois Marinas...*


-"Logo os outros estarão lá..."

*Olhava para os lados, fitando o horizonte. Não podia ver, mas podia sentir a cosmo-energia de seus companheiros se mover. Nessa horas, já haviam recebido o aviso do protetor do Norte. Voltando a olhar para frente, podia ver o General Marina do Atlântico Norte em frente ao Pilar, e Bian de Cavalo Marinho logo abaixo.*

-...

*Diminuindo o rítmo dos passos, aproximava-se pouco à pouco... Até que resolve parar, a poucos metros de ambos. De forma direta e simples, pergunta.*


- O que desejas, Dragão?


Off: Come on, babys!òo E na última imagem, levar como se ele estivesse com o elmo...


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¤ Gemini~Kanon ¤
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 Postado em 02/02/2006 12:28:00 AM








..:: "Lembranças" ::..



..:: FLASH BACK ON ::..



..:: Kanon Sean Dragon ::..






_ Saga você é mal como eu...No fundo somos iguais.Você não pode negar Saga...Não pode negar!!!! Hihihhahah .





_ Cale-se…Não posso deixar que alguém como você, que só pensa na maldade continue solto neste mundo. Irei prender você no “Cabo Sunion” Kanon e ficara preso lá para sempre!





_ Não Saga...Você é como eu. Não pode me deixar preso aqui...Não pode! Somos irmãos Saga... ME TIRE DAQUI! Ande Saga...Volte aqui...Não se esqueça nunca: você é como eu...VOCÊ È COMO EU, SEU MALDITO!!!




Dor, sofrimento, ódio,rancor...Tudo aquilo possuía a mente de Kanon. Estava naquele lugar escuro diante do mar, onde o sofrimento invadia seu corpo dia a dia. O sol mal tocava seu corpo, não hávia o que comer e a única água que tinha era a do mar. Água maldita que tentava mata-lo, água que levava ainda mais sofrimento para aquele homem. A noite era fria, não tinha nada para cobrir aquele corpo molhado que não conseguia dormi. A fome já possuía aquele corpo, mais uma coisa era mais forte: O ódio! Sentia ódio de seu irmão e de Athena. Sentia ódio por esta ali...Sofria, sofria... Não sabia se duraria muito tempo preso naquela solidão. A única coisa que podia salvar a vida miserável, era poder sair dali logo.

A maré subia...


Este tentava se concentrar, mas ela já estava quase encobrindo seu corpo...Por fim, gritava por socorro, queria sair dali...Mas o que conseguia era apenas falar sozinho.






_ SOCORRO!!! ALGUEM ME TIRE DAQUI !?...AHRG... Eu prometo Saga, você vai me pagar por tudo! POR TUDO SAGA !!!...Vai sofre muito mais do que eu estou sofrendo aqui...MUITO MAIS!!!




A água ia engolindo aquele corpo diabólico. Tudo doía naquele corpo. As mãos evitavam que a cabeça se encontrasse com as rochas e a dor era transformada em ódio...Tudo virava ódio e isto ia fazendo com que aquele homem continuasse vivendo. A morte parecia cada hora ficar mais perto...Já não mais tinha como evitar aquela água. O cosmo emanado pelo seu corpo já estava fraco, tinha sido golpeado pelo seu irmão e tacado ali dentro como um animal. Brigava, brigava pela sua vida e sabia que aquilo seria recompensado um dia. Tinha certeza que iria sair dali, contudo, a água encobriu seu corpo, mais um cosmos estranho tocava seu coração...Tal cosmos parecia conforta-lo de uma maneira única. Era como se uma mãe acarinhasse um filho. Por um estante, toda aquela dor e sofrimento sumiam e até mesmo ele não sabia o que estava ocorrendo. Conseguia sobreviver aquilo mais sua raiva e seu ódio não foram removidos de seu corpo.


Ele não sabia de nada...



Seu corpo apenas ficava calmo…Por instantes.



Tudo era tranquilo…



Mais o odio renascia…







..:: FLASH BACK OFF ::..


_ Ahh..!?



As lembranças que alimentavam ainda mais o ódio eram interrompidas. Kanon ouvia e sentia a chegada dos generais marinas. Olhava a aproximação deles tranqüilamente e estava ciente que devia esperar a noite para fazer algo. Tinha tempo para tal coisa. Mais enquanto não reunia todos, apenas falava para aqueles que chagaram... Algumas palavras.








_ Lorde Poseidon pediu para que eu os reunisse aqui! Vamos esperar a chegada dos outros generais e contarei todo o plano de nosso senhor...











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Alioth_Fenrir¤AS¤
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Registro: 29/01/2006
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 Postado em 02/02/2006 1:32:00 PM

Aquela Imensa Coluna crescia brutalmente almejando os céus. Mesclando-se a imensidade oceânica, a gigantesca Coluna de Pedra era o alicerce não só das águas salgadas, mas também dos sonhos do povo dos mares. A inscrições incrustadas na pedra indicavam tratar-se do Pilar do Oceano Pacifico Sul. A construção cilíndrica encontrava-se em cima de uma curta escadaria de mármore rodeada por um longo pátio cinzento, onde construções gregas repousavam. Ao fundo, os cálidos corais e plantas condecoravam com sua exuberante beleza o local. Uma silhueta encontrava-se bem em frente ao pilar. Aproximando-se seria notório trajar-se de uma indumentária de exímia proteção corpórea. Os traços que compunham a Escama retratavam as Seis Bestas míticas, demônios marinhos que devoravam seus adversários em seu terror. O Homem possuía uma estatura mediana, um corpo vigoroso. Seus cabelos róseos cascateavam até a sua cintura, caindo volumosos. Seu elmo encaixava-se perfeitamente em seu crânio/ Suas sobrancelhas emolduravam seus olhos astutos e inundados pelo ardor dos Guerreiros. Aquele brilho possuído apenas pelo calor jovial dos que batalhavam arrancando a própria carne para alcançar seus objetivos, dos homens que lutavam por uma crença. O peitoral de sua armadura sobe e desce vagarosamente, empurrado por sua respiração. Seu semblante ágil encontrava-se mergulhado em seus pensamentos. Fitando aos mares que repousavam grandiosos acima de sua cabeça, é arrancado de seus devaneios pela voz do soldado que lhe informa sobre a solicitação do Dragão dos Mares. Fecha os olhos por um instante e vira-se, descendo placidamente os degraus à frente do Pilar. Seu caminhar calmo aos poucos se torna uma figura turva no horizonte.


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Alcançava após alguns minutos, o local aonde se encontrava o Dragão Marinho. A Lâmina Vencedora. Reluzia em todo seu esplendor, de fato assemelhava-se a Lâmina de Deus rasgando os mares. Os passos metálicos e ritmados aos poucos se findaram, e a figura do General postava-se à frente de seu suposto companheiro. Seus lábios não se moviam, apenas fitava aquele estranho habitante das profundezas. Adiantou-se alguns passos, aproximando-se mais do Suporte Principal. Seus dedos encostaram-se na superfície lisa e a correram pela mesma rapidamente. Logo, voltou-se mais uma vez para o outro General, lhe dirigindo o verbo. O Fluir de suas palavras, era calmo e ordenado. Correu os olhos pelos demais que ali, se encontravam.


Image hosting by Photobucket



- Os outros logo alcançarão este recinto e então, Dragão Marinho, poderá nos explicar o motivo desta convocação, deveras súbita.


___________________________



Off:Desculpem pelo turno porco. Tentarei melhorar os próximos x.x'


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Saga de Gêmeos |AS|
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 Postado em 05/02/2006 10:07:00 PM




Krishna de Krysaor

Ação

— Fala

— Fala dos guardas

”Pensamento”





Cabo Sunion. A muitos metros de profundidade, mergulhado nas águas agitadas do lugar, fica o Templo de Poseidon, morada do Deus dos Mares e de seus marinas. Dentre eles, os Generais Marinas, os mais poderosos de todos, responsáveis por guardarem os sete pilares que sustentam o templo.
O pilar do Oceano Índico está vazio e silencioso. Seu guardião não é visto desde a luta contra os Cavaleiros de Athena. Há quem diga que ele voltou para a Índia, a fim de aperfeiçoar suas técnicas; há quem diga que desistiu de sua função.
Naquela tarde, dois guardas pulavam pelas pedras, se dirigindo ao pilar do Oceano Índico, vazio e silencioso como nos últimos tempos.






— Para que estamos vindo aqui? Sabemos que ele não voltou, não há qualquer sinal do Sr. Krishna desde muito tempo...


— O senhor Dragão Marinho nos mandou vir aqui, não foi? Então é melhor cumprirmos a ordem, se não quisermos ter as cabeças arrancadas!


Os dois continuam correndo, atravessam esculturas de pedra e coral e chegam numa área mais aberta, diante do grande pilar redondo do Oceano Índico. Eles sobem rapidamente as escadas que levam ao mesmo, mas não há qualquer sinal de Krishna de Krysaor.


— Eu disse. Eu disse que o senhor Krishna não havia voltado, que era perda de tempo...


— Você fala demais.


Uma voz calma e séria surge de trás do pilar. Aos poucos, o homem deixa as sombras e é iluminado pela luz do Templo de Poseidon. Veste uma escama toda dourada, é negro e possui um cabelo branco longo, com um penteado moicano. Nas mãos, carrega uma enorme e imponente lança dourada.








Os dois soldados parecem espantados diante de Krishna, que eles não vêem há tanto tempo. Tentam falar alguma coisa, quem sabe, se desculpar, mas as palavras ficam presas em suas bocas.


— Muito bem, muito bem. Como se atrevem a se aproximar do sagrado pilar do Oceano Índico sem a minha permissão?


— Nos desculpe, senhor. Por misericórdia. Apenas cumprimos ordens do Dragão Marinho...





Os olhos de Krishna se arregalam. Dragão Marinho? O que queria com ele? Porque o Dragão Marinho e não o próprio Poseidon? O marina de Krysaor, no entanto, não ia fazer perguntas àqueles soldados. Perguntaria ao próprio Kanon. Ele fecha os olhos e fala aos marinas como se os dispenssasse:





— Está certo. Vão e digam a ele que já vou.


Os marinas menores saem, ainda um pouco perplexos, enquanto Krishna permanece parado, pensando em algumas coisas. No instante seguinte, ele toma um caminho lateral e estreito, saindo pela esquerda do pilar do Oceano Índico.
Esse local está cheio de corais e pedras, e parece ter sido feito para dificultar a passagem. Com alguns golpes da sua lança dourada, Krishna abre caminho, e de repente, se vê no Atlântico Norte.



“Há alguma coisa estranha no ar. Alguma coisa errada. Porque o Dragão do Mar?"


Ele dá a volta no pilar e se aproxima das escadas, observando Sorento, Io e Baian, todos já reunidos em volta de Kanon.





— Já cheguei. Pediu para me chamar, Dragão do Mar?


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•Amamiya Shun•AS•
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 Postado em 09/02/2006 4:57:00 PM

• Assim como ocorrera aos demais Generais Marinas, alguns soldados rasos paravam diante daquele colossal pilar – a famigerada sustentação do Oceano Glacial Ártico. Por mais que estivessem acostumados àquele ambiente submerso, sempre admiravam - atônitos - a grandiosidade daquele monumento. Com uma voz baixa e respeitosa, um dos soldados se colocava a falar, clamando pelo guardião daquele pilar – tinha ordens do Dragão dos Mares para convocá-lo para junto dos demais Generais: o que seria decidido em tal reunião no Atlântico Norte era incerto.•




Com licença, General Kraken... desculpe interrompê-lo em seu momento de descanso, porém... fomos enviados aqui pelo Dragão dos Mares.


• Era claro que estavam deveras tensos, afinal, iriam falar diretamente contra aquele homem tão respeitado e temido. Os soldados que em frente ao pilar mantinham-se parados agora abaixavam a cabeça. Eis que, de trás da imensa construção, uma silhueta se fazia cada vez mais visível. Em passos lentos, aquele ser parecia andar sobre a gigante sombra que seu pilar projetava no solo de mármore. Uma brisa fria parecia correr pelo local, assim como podia ser sentida uma energia magnífica - uma grandiosa presença a preencher todo aquele local.
A sombra de Kraken era vista com uma gélida aura, energia luminosa a transbordar de seu corpo. Tal aura, de mescla de tons entre verde e azul, dava a sensação – àqueles que viam – de que o General era maior do que realmente era – parecia mais altivo e imponente.•




Pois não? Digam-me o que ele deseja.


• A voz era calma e as palavras soavam lentamente. Não se mostrava arrogante e rude para com aqueles homens inferiores, mostrava-se apenas indiferente. Em tempos de paz, tudo o que tinha a fazer era repousar, senão ser abatido por ondas de pensamentos conflitantes. Porém, uma vez frio... sempre frio: cortava todas as conjecturas que pudessem levá-lo à fraqueza, ao sentimentalismo barato. Alimentava sua alma com a intrínseca amargura, tal fato que fazia surgir do abismo um ser assaz forte.
Após sua resposta aos soldados rasos, Isaak dava mais alguns passos, saindo da sombra do pilar e colocando-se mais próximo aos subordinados de Kanon. Finalmente, era possível contemplar a perfeição da Escama de Kraken. Ah, o fulgor áureo de tão majestosa indumentária... os tons de dourado com laranja metálico e reluzente faziam daquele traje algo tão belo quanto assustador. Aquelas placas pareciam se colocar sobre o corpo daquele jovem como se fossem moldadas sob medida, como se fosse o destino que colocara guerreiro e armadura num mesmo caminho. •




O General do Atlântico Norte o convoca para uma reunião com os demais honoráveis generais em seu pilar, nobre Kraken.


• Os solados levavam as mãos à frente dos olhos, protegendo suas pupilas do resplendor que provinha da presença de Isaak. As revoltas madeixas esverdeadas que escapavam do bonito elmo de Kraken bailavam com ímpeto embaladas pelos fluxos eólicos de temperaturas baixas. Aqueles mesmos soldados agora esfregavam as mãos contra os próprios bíceps em vã tentativa de se aquecerem diante daquele incomum e desagradável frio. Novamente, o General Marina do Oceano Glacial Ártico dirigia-lhes a palavra com uma serenidade diferente dos demais.•




Certo, vocês já podem se retirar. Irei para lá agora mesmo.


• Aquele elmo projetava uma certa sombra sobre o rosto de seu usuário, e, junto com a franja que sobre ele recaía, fazia ser deveras difícil conseguir visualizar o rosto daquele homem. Aliás... homem. Palavra curiosa. O destino era tão cruel que havia feito um garoto de 14 anos passar por incomensurável dor para, no final de tudo, ter de superá-la e matar sua infância. Talvez, o próprio passado de Isaak era o que dava-lhe um ar tão diferente dos demais ali no reino de Atlantis.
Quando erguera o rosto, no término de palavras imperativas, deixava sua face à mostra. Podia ver nos olhos dos solados um medo a crescer em seus âmagos, um espanto; Isaak teve seu olho esquerdo perfurado num incidente do passado, tendo por um grosso pedaço de gelo a rasgar-lhe a pálpebra e deixar uma cicatriz em sua face. Cicatriz eterna, martirizada em seu coração... porém, não era válido relembrar aquele passado – tentava esquecer de tudo, assumindo vida nova... mas, mesmo inconscientemente, sempre viveria com aquela marca.•




Com licença, vamos nos retirar.


• Rapidamente, aqueles homens se retiravam do local. Não conseguiriam agüentar por muito tempo o peso daquele olhar, tampouco o frio que dele provinha.
Assim que os soldados se retiravam das proximidades de seu pilar, Isaak descia os degraus daquela plataforma de mármore lentamente. Seguia sua caminhada rumo ao Pilar do Oceano Atlântico Norte, onde podia sentir as energias cósmicas dos demais generais reunidas. Como líder daquele grupo, o Dragão Marinho era a voz do próprio Poseidon, portanto, Isaak ficara a ponderar sobre o que poderia tal Deus desejar. Não esboçava preocupação na face, aliás... não esboçava nada – era um quadro em branco, vazio.
Assim que chegara ao local onde Kanon estava junto de Sorento, Bian , Io e Krishna, demais... anunciava sua chegada com o intrínseco ar frio. Tal fenômeno prenunciava suas palavras.•




Pelo que vejo, só falta Kasa chegar para que possa nos dizer o motivo de tal convocação, não é mesmo... Dragão Marinho?


• Levava ambas mãos à cabeça, vagarosamente retirando seu elmo em respeito à todos ali presentes. Alguma coisa no Dragão Marinho lhe incitava um certo incômodo; era deveras misterioso e, em sua aura, alguma coisa parecia não estar certa. Era um leve pressentimento que, por ora, ficava sem fundamento... portanto, pouca importância dava à tal presságio.•



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Eternal Hyoga AS
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 Postado em 09/02/2006 6:45:00 PM





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Bem...saudades do Kanon, para ser sincero...vamos ver o que eu posso fazer para tentar agitar isso e não deixar o nível do jogo cair...não demorei no turno para não encher linguiça e não ficar narrando o que eu acho do Kanon e blá blá blá...bom jogo a todos.

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É uma honra tê-los aqui, valentes guerreiros a serviço do deus dos mares. Hoje se inicia a grande Vitória do grande Poseidon. Generais Marinas defensores das sete bases do mundo, chegou a hora de erguer vossos braços e acender vossos cosmos por um motivo maior, uma causa mais nobre. É chegado o momento...não há mais tempo...a partir de agora, a queda de Atena é apenas uma questão de tempo...vamos tomar as rédeas do mundo em nome de nosso deus...













E após aqueles flashs passados em sua memória, o usurpador dos mares profetizava aquelas palavras de falsa verdade. Era verdadeiro marechal de guerra a conduzir aquele rebanho de ovelhas desgarradas. Com o simples proferir de suas palavras moldava o mundo a seu favor, e assim, iniciava a conquista de seus sonhos. Talvez fosse isso que o diferenciasse dos demais. A perspicácia e frieza com a qual aquele homem agia com os demais súditos de Poseidon era deveras assustadora. O elmo da indumentária ocultavam os olhos da loucura. O espírito mentecapto daquele ser a vagar fora da órbita de seu corpo, desejando voar mais alto que suas asas o permitiam. O vento gélido e a voz profunda denotava a presença do Marechal de Kraken. Agora, todos os Marinas que ele necessitava estavam ali. Kasa não era necessário, ele seria o grande trunfo daquela missão. O metamorfo das sombras era a grande surpresa que os protetores de Atena jamais poderiam vencer...e assim, o plano de Kanon decorreria sem mais problemas - a menos, para ele...








Vos chamei aqui por ordens diretas de nosso Senhor. Lord Poseidon deseja que sua tropa de elite, os generais Marinas, abandonem seus postos nos sete pilares dos mares e marchem em direção ao templo de Atena. Uma conferência entre Hilda de Polaris e Atena será feita em breve. Se a união for feita, as defesas do planeta ficarão mais fortes, e teremos duas frentes para nos bloquear quando nosso deus desejar tomar o que é dele por direito. Portanto...raptar Atena agora seria crucial para os planos de Vossa majestade. Certamente, acarretaria na explosão de uma guerra entre os santos de Atena e os guardiões de Odin. Entenderam a magnitude do plano de nosso senhor? Agora, vos advirto...NADA poderá sair errado. Cada um de vocês possui um potencial incomensurável. Prova disso, foi a escolha de lord Poseidon para que vós fosseis a tropa de elite de suas forças. Será essa noite...Kasa invadirá o santuário com seus dons de metamorfose e sua frieza ímpar...lá, ele terá de atravessar as doze casas do Zodíaco e raptar Atena no meio da noite... Sorento, tu serás a ofensiva soturna e dinâmica. Entorpeça todos os guardas do santuário com a tua música sem ser visto. Isto será brincadeira de criança para ti. Isaak, tu serás responsável pelas mortes de congelamento, e acabará findando alguns guardas do santuário. Os teus ataques congelados deixarão o rastro da "neve" de Asgard, me entendeu? Krishna...tua atuação será dar auxílio espiritual aos demais. Só entrarás em combate se for extremamente necessário. Io de Scylla...Io de Scylla e Bian de Cavalo Marino, ambos serão responsáveis pela destruição da Grécia. Atravessem as cidades devastando tudo. Bian, utilize sua dádiva das ventanias, cause estragos, cometa assassinatos, desapareça para outro ponto, e assim continue. Io, a ti, concedido o poder das seis bestas, incendeie a Grécia por completo...Independente de tudo, voltem às quatro horas da manhã para seus respectivos pilares. Os demais, apenas voltem quando cumprirem cada um suas respectivas missões. Nada poderá dar errado, entendido?







Sua mente transcendia aquele mundo. Era um gênio a favor do mal. Aquele plano maqueavélico armado por ele e jogado nas costas de Poseidon...tudo era obra daquela mente inescrupulosa. Pintava o retrato de sua vitória lentamente, com paciência, moldando seu mundo de egocentrismo desmedido com aquelas atitudes deveras repugnantes. Seu riso era sufocado por sua frieza, mas era inegável que olhar aqueles homens espantados com sua suposta fidelidade era uma visão "sem preço". Um filete azulado eclodia de seu corpo, contrastando aquelas tonalidades de áureo e alaranjado com um ciano vibrante. O aumento de cosmo num sábio intuito de encorajar aqueles "valentes" guerreiros. Pífias marionetes a servirem de propósito para sua vitória...chegara finalmente a hora daquele maldito irmão pagar por suas tolas atitudes. O que ele era agora? Simples sombra de uma deusa; Enquanto ele era um homem livre a girar a engrenagem de seu destino. Seu futuro era unicamente dele, de mais nenhuma maldita entidade. As rédeas de seus sonhos eram controladas por seus punhos de ferro, que podiam explodir galáxias e cortar estrelas. Kanon...o homem que um dia abandonara o mundo para viver a amarga realidade de sua alma...








Partam para o santuário de Atena...imeditamente!





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•Amamiya Shun•AS•
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 Postado em 10/02/2006 9:59:00 PM

• Isaak ouvia atentamente às palavras do Comandante das Tropas do Senhor dos Mares. Fechava o olho direito, deixando com que aquelas instruções fossem absorvidas por seu cérebro, entendendo então o plano proposto com rapidez e facilidade. Um lacônico sorriso se delineava na face daquele guerreiro – era deveras necessário para o êxito da missão, sua presença era intrínseca ao sucesso. Sim, ele seria o trunfo... sua habilidade era bem o que Poseidon supostamente precisava.
Sem mais demorar, Kraken fez um leve aceno com a mão para os demais Generais Marinas, virando-se de costas para estes e começando a caminhar para longe do Pilar de sustentação do Oceano Atlântico Norte. Sua voz soara de uma forma estranha, parecia sadicamente satisfeita.•




Até mais, Generais. Estou indo ao Santuário cumprir o que me fora ordenado.


• Algo na sua voz soava como uma maliciosa ironia. Não estava sendo respeitoso com Kanon, apesar de pretender seguir aquilo que ele dissera: havia um motivo maior pelo qual estava tão disposto a cumprir aquela missão... algo relativo àquele passado que, de uma forma ou outra, não se desligava de seu âmago.
A monstruosa cosmo-energia de Kraken se erguia com vigor, fazendo com que o oceano que comandava tremesse; as águas vibraram com ímpeto violento, algumas geleiras rachavam devido à brusca forma com a qual sua energia se elevava. No entanto, tal fenômeno parecia não ser notado por aqueles que tão longe se encontravam – a conferência da paz no Santuário nem sabia do que estava a acontecer.
Enquanto ia andando para fora do Reino de Atlantis, a mente daquele homem frio só pensava em algo... essa coisa lhe preencheria de satisfação – ah, o gosto da vingança... No Santuário da Grécia encontrava-se um dos homens que mais desejava matar: seu antigo mestre, um Cavaleiro de Ouro – Camus de Aquário. Naquele triste incidente no qual tentara salvar um amigo da morte certa, acabara por se autocondenar à morte – milagre conseguir ter sobrevivido e, uma vez tendo parado nos reinos de Poseidon, atribuíra tal feito à respectiva divindade. Entregue à própria sorte, a amargura em seu interior dizia que Athena – sua antiga inspiração para se tornar um Cavaleiro e proteger a justiça – o havia abandonado... tal qual havia feito seu mestre – como seria possível um Cavaleiro de Ouro ser incapaz de mergulhar às gélidas profundezas, vencer as fortes correntezas, e salvar seu pupilo?•




“À Poseidon o que é de Poseidon... e à Isaak... o que é de Isaak.”


• Uma sucinta risada era proferida com tom maldoso. O rancor do passado fora fundamental para moldar aquela personalidade cruel, fria... Enquanto saía das salgadas águas e erguia-se em plataformas de gelo no extremo norte do planeta, Isaak tinha sua mente bombardeada por inúmeros pensamentos – muitos deles, inconscientemente, o inspiravam ao caos.
Assim como Kraken se erguia das profundezas para destroçar navios de maus mercantes, Isaak iria se erguer de sua dor passada para destruir aqueles que permitiram tal dor. Levava, então, a mão esquerda ao olho esquerdo; passando a ponta dos dedos, sentia aquela parte da pele estranha, salientada, aquela maldita cicatriz. Assim que tirava a mão do rosto, cerrava o punho esquerdo com um sorriso de indiferença.•




“Juro por este olho... que um diria você pagará. Meu sacrifício e minha amizade não foram válidos ao esforço de me procurar, então, se decidiram viras as costas para mim... farei pior do que virar as costas. A negligência não causou apenas abandono, mas em sua decorrência, mudou tudo o que eu deveria ter vivido.”


• Ao abrir o olho direito, piscina de profundo verde-água, mostrava um cintilar que não inspirava a menor misericórdia. Cessara, então, aqueles pensamentos – seu passado não era para ser lembrado, apenas para servir de combustível à incomensurável chama de seu âmago. Sua cosmo parecia se ocultar; Isaak rapidamente corria para o Santuário da Grécia. Sua velocidade e o cosmo quase nulo faziam com que sua presença fosse apenas uma “frente fria” errante – sim, parecia ser apenas uma corrente de ar fria a andar, quando, na verdade, rumava com destreza e determinação com rápidos passos.•



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