•Santuário de Atena - Chronicles of one to hiss frozen in the heart of the men•
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Tópico com 3045 visitas e 69 mensagens
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Tópico: •Santuário de Atena - Chronicles of one to hiss frozen in the heart of the men•
†Sagitta†Aioros†¤AS¤
Pato de Circo ;__;

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Registro: 30/01/2006
Local: Salvador - BA - Brasil
Idade: 28 anosSexo Masculino  Aniversário em 13/12
 Postado em 09/02/2006 7:56:00 AM

¤ Interpretação ¤
-Falas
"Pensamentos"






¤ Um silêncio pairava por todas as casas do santuário, apenas passos eram distinguidos no imenso espaço desocupado pelo som no ar.O dia estava fechado e pesado, um ar seco e sem vida.Em sua casa, o cavaleiro de ouro de sagitário mantinha o silêncio como estava.Trajava sua armadura como era necessitado aos Cavaleiros dentro do Santuário.Seu olhar mantinha-se vago, para a entrada da casa, esperava algo ou talvez alguém.Devagar, dirigia-se para a entrada da mesma e logo mudava agora seu olhar para a demais casas abaixo da sua.Alguém subia... Mas este alguém tinha um cosmos diferente, era quente e terno.O cavaleiro não se tranquilizava ao sentir o cosmos da pessoa, ele se aguçava para ver quem subia, mas então as palavras de Athena lhe viam à cabeça. ¤

- Athena, você acha que devo deixar estas pessoas passar por minha casa.Pois assim será feito.

¤ Com estas palavras Aioros se distanciava da entrada da sua casa adentrando na mesma.Não dizia mais uma palavra saquer, sua quietude deveria manter um sinal de pensamentos.Não receiava pois em Athena ele colocaria seu coração sob julgamento.Mas ele ainda assim mantinha-se a espreita.Sentando-se em um altar logo a direita de sua casa este tornava a se afundar em seus pensamentos. ¤

"A paz... Já nos foi provado de que esta já foi ilusionista de muitas pessoas.Mas... Este é o jeito certo.. Me pergunto se realmente irá ocorrer, e quanto irá durar.. Mas a justiça deve prevalecer em um estado de paz. Onde nós poderemos finalmente retornar ao sorrisos esboçados nos rostos e em tranquilidade."

¤ Seus pensamentos pareciam infinitos em um eterno vicio de possibilidades e feitos.Levantava-se de novo do altar de mármore ao qual havia se sentado, estava inquieto, talvez por que pressentia algo.Este voltara para a entrada de sua casa e lá ficara quieto em pé olhando as outras casas.Seus pensamentos estavam voltados para a segurança de Athena e de seus companheiros, talvez nada fosse além de uma pequena preocupação, mas seus pressentimentos não haviam de querer lhe dar trégua.Aiolos então apenas fica quieto e observa.. Talvez esta tivesse sido a unica decisão no momento a ser feita sem a insegurança. ¤

- Se apenas pudesse ir ao templo de Athena para ficar por lá caso algo acontecesse...



¤ Olhara para baixo onde via seu próprio reflexo em uma poça parada em frente a sua moradia dourada.Como se estivesse se afundando em pensamentos, o guerreiro cada vez mais se perdia em seus próprios pensamentos e se iludia da realidade.Lembrava daquela vez... ¤



- Shura! Você tem que me ouvir...! Esta é Athena e o Mestre é o traidor que tentou matá-la, deixe-me leva-la daqui para onde lhe seja seguro!!



¤ Aioros segurava calorosamente com cuidado o bebê em seu braço esquerdo enquanto mantinha o olho em Shura de Capricórnio o qual não aparava de lhe atacar com sua Excalibur.Aioros então colocava o bebê em um lugar seguro para travar sua batalha...¤





" Naquela noite... Fui posto como traidor, meus ferimentos estavam me matando, mas eu devia levar Athena a algum lugar seguro, eu iria fazer tal feito, pois este era minha obrigação.Sabia que não adiantava argumentar com Shura... Este apenas estava a efetuar seu trabalho como cavaleiro. Mas agora isso tudo é passado... Talvez deva esquecer tudo isso, agora tenho mais o que pensar. "



¤ Com tais lembranças olhava uma ultima vez para o céu negro e nublado que não derramava uma única gota de chuva.Então ajustava sua capa a jogando para trás e voltava a observar os "visitantes".Sua vontade era de subir todas as casas para chegar até Athena para lhes guardar do perigo. ¤

- Mesmo eu querendo, e com esse pressentimento... Eu devo ficar.

¤ Voltava então para dentro de sua moradia em suas passadas pacatas e apressadas. ¤





[ OFF: Mals a Demora, Mals a falta de imagens na estetica eh q naum sei onde tem do aioros do anime ><. Mals pelo tamanho, e deixo assim por aki o.o' qualquer coisa eh soh falar ]

• Alterei a mensagem para arrumar os códigos porque estava zoando o forum. i.i •
[Mensagem alterada pelo moderador •Amamiya Shun•AS• em 9/2/2006 20:42:36]

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Saga de Gêmeos |AS|
Pato de Circo ;__;

Postagens: 68
Registro: 28/01/2006
Local: - - BrasilSexo não informado
 Postado em 09/02/2006 10:18:00 PM




Turno pedido pela administração pra dinamizar a saga

Ação

— Fala

”Pensamento”





Os Guerreiros Deuses continuavam atravessando as doze casas do zodíaco, passando pelos cavaleiros de ouro e seguindo na direção de Athena. O tempo passava rapidamente; eles precisavam se apressar. Hilda não explicara muito bem porque, mas dissera que tinham de ir logo. Como não costumavam questionar ordens de sua representante...
Casa de Gêmeos. Bado entrou na frente dos outros, observando as sombras do local. Havia um cosmo escondido em algum lugar daquela casa, mas mesmo depois de alguns instantes, o silêncio permaneceu. Nenhuma manifestação, nada. O cavaleiro de ouro de Gêmeos continuou envolto nas sombras.
Havia algo de estranho e misterioso naquele lugar, mas como não tinham muito tempo para investigar, os Guerreiros Deuses foram entrando na terceira casa e avançando, pouco a pouco. Continuavam a sentir o cosmo terrível, mas nada aconteceu até que encontraram a saída do outro lado.
Muitos não esconderam o alívio por deixar aquele lugar tão estranho.



...


A caminhada pelas doze casas continuava. Depois de Gêmeos, os Guerreiros Deuses passaram pela casa de Câncer, toda decorada com cabeças pelo chão, teto e paredes, e guardada por um guardião estranho, que parecia ter ódio no olhar...





Saindo de Câncer, subiram um pequeno trecho até a casa de Leão. O cavaleiro da quinta casa parecia ter um ar bastante nobre e gentil...





Após Leão, os Guardiões de Asgard seguiram por um dos trechos mais longos das Doze Casas, até chegarem à misteriosa casa de Virgem. Aqui o clima era muito calmo, e ao mesmo tempo, aterrorizador. O Cavaleiro de Virgem parecia vê-los perfeitamente, mesmo de olhos fechados...





E dessa forma foram passando por todas as casas seguintes...Libra, vazia...Escorpião, onde seu guardião possuía a calma e a precisão necessárias...Sagitário, onde a imponência da armadura dourada impressionou...Capricórnio, onde havia uma estátua de Athena entregando uma espada à um cavaleiro, que logo se apresentou como guardião da casa...Aquário, onde o clima era frio como gelo, e também o cosmo de seu guardião, que os esperava do alto de um rochedo, já na entrada...Peixes, onde um cavaleiro de beleza e cosmo terríveis os aguardava na porta, com uma rosa entre os lábios...e por fim, as escadarias para o Salão do Mestre, outrora cheias de rosas, e agora, caminho livre.
















Cansados, mas com a sensação de estarem muito mais perto do dever cumprido, os oito Guerreiros Deuses e sua representante Hilda de Polaris pararam diante da entrada do Salão do Mestre.
Um a um, eles foram adentrando o salão, sua representante na frente, até se depararem com uma enorme porta dourada. A hora finalmente havia chegado.


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Don
Pato de Circo ;__;

Postagens: 66
Registro: 01/02/2006
Local: - - BrasilSexo não informado
 Postado em 10/02/2006 4:59:00 AM









Tempos de paz pairavam sobre o pacifico santuário de
Athena. Os pássaros cantarolavam levemente sobre
os ramos de flores que cercavam todo aquele vasto
território. O céu parecia leve, não se escutava nada
a não ser uma leve brisa que percorria aquelas
grandes escadarias zodiacais que por séculos
guardam as manchas dos sangues dos guerreiros
que já derramaram suas gotas de vida por
um ideal ou uma própria ideologia que não
cabia a ninguém a julgar. Athena novamente
mostrava sua enorme bondade, chamando Hilda
e seus fieis guerreiros para propor um acordo
de paz entre os dois reinos.






Hilda era uma pessoa muito gentil, e sempre buscou a
paz entre seu reino e ao de Athena. A mesma recebia
autorização de seus cavaleiros subirem pelas as
escadarias sem serem tocados ou ameaçados por
sua elite dourada. Então que em morada a morada
os guerreiros iam subindo sem qualquer tipo de
intervenção! Logo os mesmos iam se aproximando
da morada de Capricórnio, o local onde a chama da
justiça nunca se extingue, um território que corta
qualquer mal pela raiz, onde o cavaleiro mais fiel
de Athena reside....Shura de Capricórnio! Ao
entrar sobre a morada, os guerreiros focavam
seus olhos a uma enorme estatua que ali existia,
era a prova de fidelidade que comprovava o
real titulo que aquele homem possuía...O
cavaleiro mais fiel de Athena!






Era impressionante o cosmo que era emanado daquele
templo, era como se fosse uma chama ardente que
queimava....Era a chama da justiça que possuía
a lamina capaz de fatiar o mal num simples
toque. A essência que era sentida era nítida,
parecia que apenas um sentimento existia
nesse lugar...O sentimento de amor e justiça
inabalável! Passos começavam a ser ecoados, e
pela sombra ao fundo da casa, um homem com
um olhar focado se apresentava de um forma
confiante a todos ali. Sua aparência era séria e
ardente....Seu olhar não caía perante aos mesmos,
dando a impressão que aquele homem não temia a
nada....Apenas defendia aquilo que amava e nada
poderia abalar isso, e quem tentasse ameaçar esse
afeto...Encontraria somente a lendária EXCALIBUR!







_ Permita-me me apresentar cavaleiros...Sou aquele
que possui a dádiva de carregar a sagrada espada
Excalibur junto de min. Sou o homem que corta
tudo que ameace a paz e Athena...Sou o cavaleiro
de ouro...Shura de Capricórnio!



Lentamente o rosto daquele cavaleiro ia sendo iluminado,
podendo notar que o mesmo tinha traços fortes em sua
feição. O saint trajava a famosa armadura de ouro, seu
brilho era único e ofuscante...Parecia com o brilho do
sol, um brilho que aqueles guerreiros não estavam
acostumados a ver ou sentir tocar como os raios de sol
numa típica tarde de verão. Lentamente o saint
fazia sua grossa sobrancelha se mexer, e logo seus
olhos iam se cerrando, mais ainda o cavaleiro mantinha
aquele postura firme de ser.




_ A grande Deusa Athena deu ordem que nós cavaleiros
de ouro permitissem que vocês passassem por cada
morada em paz! Por isso eu Shura de Capricórnio
permito a passagem de vocês, podem passar. ''Vocês
devem a gratidão eterna a deusa Athena, novamente
a mesma mostra a todos a bondade que a própria
carrega e transmite. Vocês estão recebendo a
honra de passarem por Capricórnio com a
permissão dela!''








Rapidamente aqueles cavaleiros iam deixando a morada
de Capricórnio e iam cruzando as escadarias de Aquário,
se aproximando do cavaleiro que possuí o titulo de ser
o mago do Gelo. Era impressionante a bondade que
Athena possuía, tão profundo como a imensidão
do oceano...E tão ofuscante como o brilho das
estrelas. Parecia que o santuário novamente ia
encontrar a paz que tanto buscava, mais até
quando isso poderia durar? Mais uma sensação
negativa tomava constantemente a mente daquele
leal cavaleiro de Capricórnio, o que poderia
ser?




''Estou com um pressentimento ruim que esta
lentamente tomando minha mente. O que será
essa sensação?''
_ Será que Athena esta em
perigo?


















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Polaris Hilda
Pato de Circo ;__;

Postagens: 45
Registro: 31/01/2006
Local: Santos - SP - Brasil
Idade: 30 anosSexo Feminino  Aniversário em 16/12
 Postado em 10/02/2006 11:38:00 AM

Após o longo e cansativo percurso, para a jovem Representante de Odin, encontrava-se perante às grandiosas portas do Salão Principal. Sentia a cosmo-energia quente, aconchegante e receptiva de Athena, e seu coração bateu mais forte. Muitos a questionavam, se não por meio de palavras, por olhares e atitudes. Muitos foram contra sua ertirada de Asgard, onde seu povo tentava manter-se por si só, com a ajuda de sua irmã, enquanto ela arriscava tudo, apostava todas suas fichas, nesse encontro. Algo em seu coração, que antecipava e ansiava por trocar palavras de conforto com a Deusa da sabedoria, algo indicava uma presença diferente. E por segundos, sentiu-o apertar, como e seus sonhos e visões, no auge de suas preces.





“Ah, Poderoso Odin...Seria possível que, ao chegarmos tão longe, avançarmos tanto...Seria possível que o Mal revelaria sua face mediante poderosos Guerreiros? Será a Guerra o que pretendem?"



Suspirou, o cansaço em seus olhos azuis brevemente estampado. Os guardas que estavam perante o portão principal ficaram surpresos, tamanha imponência do grupo, e principalmente da presença terna, porém misteriosa da jovem Hilda de Polaris. E então, o rugido dos portões denunciava...E anunciada a tão esperada chegada do grupo!





- Athena...Senhora Athena.


Um triste sorriso se mostrou nas feições de Hilda, que respeitosamente meneou o corpo. O encontro de duas divindades era algo inédito e muitos ansiavam por isso. Tendo boas intenções ou não.





- É uma honra e um dever para nós, vindos de Asgard, celebrar este tão esperado acordo de paz.


Falava num tom suave e calmo, pausado. Os ânimos do Santuário pareciam unir-se em uma só voz, uma respiração única que se segurava, mediante à situação. Os Guerreiros Deuses de Asgard localizavam-se logo atrás de Hilda, Siegfried mais perto da jovem. O olhar da moça não mais passeava pelo local, e sim mantinha-se fixo na jovem de cabelos roxos, com a cosmo-energia dourada e acalentadora.



Off.: Imagens MERAMENTE ilustrativas ._. Desculpem a demora, as aulas voltaram x.x Aqui está =*


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Scorpius|Milo¤AS¤
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Postagens: 49
Registro: 28/01/2006
Local: - - BrasilSexo não informado
 Postado em 10/02/2006 3:42:00 PM




“Assim seja... Athena...”



Os Guerreiros Deuses haviam chegado e o acordo de paz logo seria selado, a paz reinava sob o Santuário de Athena, as lutas haviam acabado, as guerras já não estavam mais presentes, o solo já não era mais banhado de sangue. Mantinha-se de olhos fechados, podia sentir a nítida aproximação dos recém chegados a mansão de Escorpião enquanto sua mente era bombardeada por pensamentos, sabia que um acordo de paz poderia trazer aos Santos Dourados uma enorme sensação de Missão Cumprida, esses que foram escolhidos para proteger a todo custo aquela deusa provida de bondade infinita, porém, algo ainda perturbava o coração do Santo de Escorpião, não gostava da idéia de deixar tantos estranhos atravessarem as 12 Moradas Zodiacais, não se sentia confortável em deixar que esses seres fossem ao encontro de Athena, que estaria desprotegia e a mercê de quaisquer atitudes provenientes dos Asgardianos. Finalmente, a representante de Odin na terra acompanhada de seus fiéis Guerreiros Deuses começara a subir as escadarias de Escorpião, seguidos passo a passo pelas orbes azuladas do Santo Dourado. Fechava os olhos logo em seguida, abaixando levemente a cabeça como se reverenciasse por alguns segundos a convidada de Athena, porém, mantinha-se totalmente indiferente aos Asgardianos como se sequer ali estivessem. Momentos depois, continuava a olhar as escadarias de escorpião, enquanto com a permissão do Guardião Da Oitava Morada, os visitantes começavam a adentra-la. Os pulsos cerravam-se, a cabeça movia-se rapidamente para a esquerda e a cordialidade da face de Milo era tomada por uma certa apreensão, observava a entrada de sua mansão e deixava algumas palavras inaudíveis escaparem...







- Athena...Por inúmeras vezes levantei meus punhos para protégé-la e lutar pelos ideias de bondade e justiça...Sinto-me impotente em deixar com tanta facilidade passarem pela minha morada e irem ao seu encontro... Apenas espero, que as intenções deles, sejam as mesmas que as suas.




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Daltro, Verseau×AS
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Registro: 30/01/2006
Local: Asengard - - Brasil
Idade: 29 anosSexo Masculino
 Postado em 10/02/2006 6:58:00 PM

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.:: Tudo ocorria de forma tranqüila e serena... Os planos de Athena se mostravam corretos uma vez mais, e nenhuma agressividade era demonstrada pelos guerreiros deuses de Asengard.

Mas mesmo assim, o presságio demonstrado a mim pelo soprar repentino de Bóreas era preocupante... E ocupava meu cérebro com imagens e sensações incrivelmente reais... Era certo... Algo estava para acontecer...

Minha cosmo energia gélida mais uma vez ascendia-se, e buscava num local distante e desconhecido a fonte daquele mal presságio... ::.
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“Onde está... Preciso encontrar...”.



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.:: Parecia impossível... Minha cosmo energia não atentava-se a absolutamente nada que pudesse representar um perigo iminente à deusa Athena.

Minha mente logo perdia seu foco... Num ponto distante do santuário, eu podia sentir mais uma cosmo energia conhecida... Que, como sempre, estava acompanhada... ::.
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"Hyoga..."



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†Sagitta†Aioros†¤AS¤
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Registro: 30/01/2006
Local: Salvador - BA - Brasil
Idade: 28 anosSexo Masculino  Aniversário em 13/12
 Postado em 10/02/2006 11:38:00 PM

¤ Interpretação ¤
- Falas
"Pensamentos"





¤ O dia era pesado, mas nada poderia desanimar as pessoas em busca da paz, neste dia existiria tal paz entre dois "mundos".Um audácia tomar uma decisão por eles mesmos talvez ao fazer os próprios tratados de paz e união, ato que poderia ser dito como um complô ou conspiração contra outros deuses, alguns poderiam até mesmo pensar assim.Os visitantes chegavam no começo das Escadas do Zodiaco e o Cavaleiro Dourado da quinta casa já estava descendo alguns degrais de sua própria casa para observar mais cautelosamente aqueles que passavam por todas as casas com a benção de Athena. ¤



- Athena... Você tem certeza do que está fazendo?

¤ Este mantinha sua postura ereta, tinha um olhar um tanto quanto desafiador, parecia procurar uma "treta" com quem bem entendesse, mas desta vez sua missão era deixar alguém passar por sua casa ileso, alguém que nem sequer fazia parte do Santuário de Athena, um desconhecido passar por sua casa, sua moradia e continuar por assim por todas as outras casas.Isto para Leão poderia se tornar um desagrado em seu instinto, pois este não estava muito acostumado a isso.Olhava uma ultima vez para o céu a procura de respostas para seus pensamentos talvez.Dava as costas para os intrusos muito abaixo dele, e voltava a sua casa colocando seu elmo dourado em sua cabeça. ¤



" Meu irmão... O que você pensa dessa decisão de Athena... Depois de tanto tempo em que estive preso em uma ilusão de que foste um intruso... Tentei limpar o seu nome muitas vezes com muitas missões. Agora que foi descoberta a verdade, e Athena o trouxe de volta, gostaria de conversar, existe tantas coisas que gostaria de perguntar... "

¤ Não demorara muito para que Hilda e seus Guerreiros Deuses chegassem à sua moradia.Aioria mantinha seus olhos fixos neles não piscava nem desviava o olhar, ainda tinha um pressentimento ruim sobre a decisão de Athena.Estava à entrada de sua moradia em pé apenas observando todos estes subirem os ultimos degrais da sua escada. ¤



" Em pró da paz, e de Athena, deixarei estes passar por aqui, e que pelas outras casas estes sejam julgado como seus mestres acharem melhor, a decisão de Leão foi tomada. "

¤ Mantinha um olhar para os Guerreiros de Asgard e Hilda do qual os daria a confiança de sua passagem pela quinta casa de leão, estes passavam então por Aioria, o mesmo ainda podia pressentir tudo de novo, seus pensamentos e duvidas e talvez uma angustia de que nao gostasse de deixa-los passar em bem estar por ali.Leão observava os visitantes por cima de seu ombro e quando estes atingiam a escada que os levariam até Shaka, este se dirigia a saída de sua casa e ficava observando o extenso caminho até o templo de Athena e os visitantes percorrerem pelo mesmo. ¤



" As vezes a paz nada mais se torna do que uma nova forma de guerrear, as vezes uma das piores... Junto a falsidade e a traição... Espero que isto não aconteça entre este acordo... Athena, como sempre minha confiança é sua, assim como a do meu irmão. "








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___mizar no syd ~
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Registro: 30/01/2006
Local: Asgard - SP - BrasilSexo Masculino
 Postado em 11/02/2006 2:52:00 AM






E finalmente Hilda e seus Guerreiros Deuses chegaram ao encontro de Athena. A Senhora de Polaris parecia eufórica com a situação, diferente de Shido, contudo, que mantinha-se introspectivo e friamente calmo. Eficientemente polido e cortês, graças à boa educação recebida de sua proeminente família em Asgard, o Tigre Negro arqueou o corpo e se prostrou sob Hilda e Athena, meneando a cabeça e resguardando o elmo de sua indumentária sobre o braço direito - enquanto pensamentos lhe corroiam a mente - agora - desnuda.





"Impressionante o fato de eu sentir hostilidade na
cosmo-energia da maioria dos Cavaleiros de Ouro.
É óbvio que não causamos uma "boa impressão"
no passado, entretanto, me pergunto se era realmente
necessário nos tratarem com tanta cautela e frieza.
Mesmo em Asgard, terra de sofrimentos eternos
como as geleiras do polo ártico, recebemos nossos
ex-inimigos e recém-aliados com festas quando se
trata de um acordo de paz. Definitivamente, isso não
está me cheirando bem."



"E olha que já passamos daquela horrível casa
decorada com cadáveres há um bom tempo... Heh."



Shido era um sujeito com um senso de humor bastante deturpado. Mesmo com todo aquele clima tenso e pesado, completamente destoante do prisma de "paz" e "não-guerra", o Tigre de Asgard conseguia raciocinar de maneira eficaz e lógica. Afinal, o motivo de um acordo de paz deveria ser tratado com grande euforia e felicidade, mas todo mundo, exceto Hilda e os Guerreiros Deuses, pareciam estar um tanto quanto "defensivos" mediante a situação esperançosamente proposta por Athena. E o Guerreiro Deus de Zeta também entrou na "moda", despojou um olhar inquisitivo, transparecendo sua preocupação - se acalmou a partir do momento em que sentiu que Bado, o Senhor das Sombras, também estava ali; oculto no manto sepulcral da noite.




— Irmão... é um alívio que você esteja aqui.


Murmurou para si mesmo, nem em pensamento e nem em fala. Requisitando apenas a Bado, através do elo empático de ambos, completando sua ação num suspirar profundo e ansioso. "Muito bem", pensou ele; era hora de Athena falar - e quem sabe explicar o porquê de seus Cavaleiros agirem daquela forma.



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¤ Athena ¤ AS ¤
Pato de Circo ;__;

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Registro: 30/01/2006
Local: Salvador - BA - Brasil
Idade: 28 anosSexo Feminino  Aniversário em 31/12
 Postado em 12/02/2006 3:10:00 PM

::Narração::
::Falas::
::Pensamentos::




¤ Mesmo antes da aproximação de Hilda - Representante de Ondin na Terra - e seus Guerreiros Deuses, Athena já estava ciente de que o momento tão esperado estava para chegar. Como a Reencarnação da Deusa Athena neste mundo, seus sofridos e significativos deveres deveriam continuar a proteger a humanidade. Não importando seu interior ou mesmo se tinha uma vida própria, como todas as garotas normais de sua idade. Não. A tudo isso ela havia renunciado. Tudo apenas em prol do bem estar da Terra e os humanos. Agora, seu corpo físico, alma e coração sangrariam apenas por este motivo, que então, se tornara seu maior objetivo e sonho na vida.

“A humanidade sempre repete os três mesmos passos de uma valsa: rebilião, guerra e paz.”* Mas mesmo que isto tenha acontecido até esses dias, Athena jamais deixaria de acreditar no coração destes seres. Porque até mesmo no mais cruel e vil coração, sempre haverá uma esperança, um resquício de bondade e um pouco de amor, mesmo que petrificado e esquecido pelo tempo. Porque... mesmo que ninguém mais enxergasse a luz na cegueira chamada “ignorância” criada pelos homens, ela traria uma vela. Esta vela, não seria suficiente para iluminar a todos, mas sim, para que todos pudessem também acender suas velas e sair da escuridão.

Aquela pequena garota diante de um mundo tão grande não estava sozinha nesta longa jornada de perigos e sacrifícios. Apesar das sofridas perdas, 88 Santos sempre estariam fielmente ao seu lado, mesmo que apenas em espírito. E aquela reunião, mais do que um acordo de paz, significaria que finalmente uma vela acesa começaria a se multiplicar em uma vasta escuridão que tanto combatia para eliminar, naquele mundo tão maravilhoso e cheio de vida.

Os olhos azuis escuros brilharam com determinação. Estariam prontos para ver tudo o que pudesse acontecer de agora em diante. Um ruído soou no interior dos seus ouvidos. O grande portão dourado que dava entrada ao Grande Salão do Mestre finalmente havia se aberto, indicando a chegada dos convidados. A hora havia chegado e Athena deveria então, comparecer diante dos estrangeiros.

Com cuidado, caminhara até a porta que dava ao salão do Grande Mestre. O vestido branco e puro se arrastando lentamente pelo tapete vermelho do mais fino veludo. O cabelo violeta permitindo a si mesmo movimentos mínimos de acordo com os passos na garota. Os braços alvos com pigmento rosado, de pele macia como a seda, descansavam pelos lados. A postura totalmente ereta, digna de uma deusa. As pálpebras lacrando as íris profundas, esperando apenas alguns segundos, tempo suficiente para que as portas à sua frente fossem abertas pelos guardas atentamente presentes. Era assim que Athena, a soberana Deusa da Grécia e protetora da Terra surgia diante dos olhos dos seus convidados. As brilhantes íris azuis escuras voltavam a se mostrar. Por inteiro vivas, inspiradoras, pacíficas e totalmente dóceis.

Seguira até ficar a frente do grande trono. O bondoso cosmo daquela garota penetrava até nos mais frios corações do Norte, não de maneira intrusa, mas totalmente passiva e sincera. Foi então que a sua meiga, carismática e expressiva voz soou por todo o Salão. ¤

- Meus queridos amigos do extremo Norte... É com grande afeto e alegria que vos recebo neste Santuário. Sei que devem estar cansados após esta longa viagem. Mas por favor, não deixem que o cansaço tome a vontade que todos nós temos em nossos corações... um acordo de paz.

¤ Com cuidado, Athena desceu os três degraus que diferenciavam o nível de altura do trono com o do chão em que Hilda e seus guerreiros se encontravam. Não tinha necessidade nenhuma de intencionar superioridade, pois ambas, Hilda e Athena, tinham os mesmos deveres e o mesmo papel diante das pessoas que protegiam. Aquela era uma convenção de paz e igualdade. Nada ficaria às escuras.

Sua caminhada parara a aproximadamente 7 metros de distância dos convidados. Lentamente, erguera o braço para cima, mantendo a mão um pouco inclinada, com a palma levemente cunhada e voltada para cima. Instantaneamente, pequenos feixes de luz dourada começaram a converger em sua mão. Inicialmente finos, passando a engrossar e tornarem-se mais longos. Aos poucos, tais feixes começaram a contornar uma forma estreita, que logo se tornara visível a todos. Um brilho ofuscante se fez, e deste, um Cetro surgiu, segurado firmemente pela mão da jovem que o ostentava. Um cetro de puro ouro, com finos detalhes ao longo do seu comprimento. Exibia uma espécie de grande ave na sua ponta superior, cujo asas, unindo-se pelas pontas, formavam um círculo. Luzia fortemente, fazendo Athena parecer um pilar de luz. ¤

- Esta é a vela que acendo para iluminar este precioso mundo... e a qual espero que me ajudem a propagar.

¤ Em um movimento delicado, porém rápido, a jovem voltara o cetro para uma posição vertical e rumou sua ponta inferior ao chão, como se quisesse que este penetrasse nas frias pedras de mármore. O cosmo de Athena se formou como uma tsunami. Partindo do Salão do Grande Mestre, penetrou e desceu por todas as Casas Zodiacais, levando o doce e determinado cosmo com resplandecência. O Relógio das Doze Casas novamente se acendeu. Chamas fortes, estáveis e inabaláveis. Este era o sinal que todos esperavam. Athena convocava seus cavaleiros para finalmente dar início à tão esperada convenção. ¤

“... Jamais deixem de acreditar na paz e na justiça, meus queridos cavaleiros...”



*Frase de Marimeia Kushirenada, tirada de Endless Waltz (mangá), Gundam Wing.


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___alkor no bud ~
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Registro: 30/01/2006
Local: Asgard - SP - BrasilSexo Masculino
 Postado em 13/02/2006 7:51:00 PM



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Pouco a pouco, os Guerreiros Deuses aproximavam-se do seu destino final. A caminhada mostrava-se cada vez mais reveladora para Bado, que a cada casa que passava, notava a extrema desconfiança dos Guerreiros Deuses e conhecia mais, daquele lugar. Seria aquilo ali, o exemplo de justiça e amor no mundo? Seriam eles os verdadeiros defensores da justiça ou apenas tiranos, cobertos por um falso lema de amor e justiça. Bado não sabia e nem cabia a ele julga-lo, quem haveria de julgar isto era Odin e sua Representante, Hilda. Quaisquer que fossem a decisão que ambos tomassem, seria a certa e ele a seguiria. Mas, não poderia de deixar de pensar a respeito disso.
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"Não consigo imaginar, que a Deusa que rege todos esses cavaleiros desconfiados é a mesma que segurou as geleiras de Asgard com sua própria vida. Athena...Deusa da Justiça, será mesmo verdade tudo oque dizem de você? A humana, que abandonou tudo para dar sua vida pelos seres humanos. Eu espero que sim....espero que sim."

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Os Guerreiros acabaram de atravessar Peixes e Bado seguia a frente do grupo, totalmente despercebido, exceto por Shido e Hilda, que conseguiam sentir sua presença no local. Nem mesmo os próprios Guerreiros Deuses, sabiam que Bado se quer existia. E o Guerreiro de Alkor preferia assim, as sombras que o criaram e ensinaram tudo a ele, nada mais justo do que viver entre elas. Bado aproximou-se dos guardas de maneira assustadora, como se fosse ataca-los ali naquele momento, mas apenas os observou. Analisou ambos, eram apenas porteiros, nunca o perceberiam. Então que a glamurosa porta dourada do Salão do Mestre se abriu, revelando o seu interior vermelho, um ambiente de fato aconchegante e estranho para Bado, tão acostumado com o frio de Asgard.
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"O Santuário de Athena de fato é um lugar belo, observo apenas por esse tapete...o calor aconchegante...tão diferente de Asgard."-nesse momento pensamentos errôneos invadiram a mente do Tigre Branco, pensamentos tipicamente humanos.- "Porque essa diferença? Se ambos lutamos pela justila...por que Asgard, está fadada ao frio eterno enquanto a Grécia mantem-se nesse local aconchegante e quente...aonde está a justiça nisto?"

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Subitamente, tais pensamentos foram interrompidos. Interrompidos por algo maior, uma presença avassaladora naquele local. Uma presença, que ao mesmo tempo intimidava e aconchegava. Sim, só poderia ser ela. A Deusa da Justiça, Athena. Eis o motivo daquele local ser tão vivido, ela. Seu cosmos simplesmente acalmou os pensamentos de Bado, ele não sabia se aquilo era involuntário ou não. Ficava totalmente confuso na presença dela, de fato, era uma Deusa. Ele parou de se mover, concerteza aquela garota de aparência frágil e cabelos roxos, conseguria vê-lo nas sombras. Bado já havia sentido um cosmos assim, quando encontrou Hilda pela primeira vez. Apesar de estar acostumado, ele sempre se surpreende com tamanha grandeza desses cosmos, que seriam capaz de esmagar a todos ali, com uma simples vontade.
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"Essa é mesmo a Deusa Athena…aquela que salvou Asgard com sua própria vida.Incrível...seu cosmos, assemelha-se muito ao de Hilda. Como pode, uma pessoa claramento boa como Athena, possuir cavaleirs vis como o de Câncer? Essas duas mulheres, Hilda e Athena...entre elas, não existe necessidade de acordo de paz. Ambas, são a personificação da bondade e do amor, aqui na Terra..."

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Bado aos poucos voltou a se mover pelas sombras, passava por Hilda e Athena, parando as costas de Athena, aonde ficava a observar ambas, ouvir a conversa. Olhava dos lados, procurando algum Cavaleiro suspeito ou alguma ameaça a Hilda, mas nada encontrava. Talvez, finalmente aquele local veria paz, e a Terra seria protegido por uma aliança única forte, para todo sempre. Mas só talvez.

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Deathmask ¤AS¤
Pato de Circo ;__;

Postagens: 32
Registro: 28/01/2006
Local: - - BrasilSexo não informado
 Postado em 14/02/2006 10:14:00 PM



Justiça, apenas uma palavra e várias definições. Todo homem carrega em sua mente a própria definição para aquilo que é justo e também para o que é injusto. Há aqueles que acreditam na chamada justiça divina, onde os chamados deuses aplicam aos pecadores as suas devidas punições. Também existem aqueles que se baseiam naquela que é classificada como a justiça dos homens, nessa impera a lei da força, onde aquele que é o mais forte consegue a vitória e com isso passa a ter o direito de exercer a sua justiça. A justiça que é baseada na força é um pensamento extremamente apreciado por um dos doze guerreiros representantes do zodíaco, um homem que detém a tarefa de proteger a humanidade de qualquer mal, possuidor de um caráter único onde está presente uma grandiosa fé em si mesmo. Este é o cavaleiro que segue a lógica de que a justiça está do lado daquele que é o mais forte, dourado defensor da quarta morada e representante das estrelas referentes à constelação de Câncer, este é homem que o santuário conhece como Máscara da Morte.




Noite, este é o momento do passeio diário da mãe prateada e imponente pelo nosso céu. Aquela que dita o tempo a partir de sua colocação aos seres que habitam este planeta caótico seguia seu curso, esta passagem de tempo seria algo marcante naquela data. Finalmente a paz entre o povo da gélida terra asgardiana e os representantes do santuário grego seria selada, a deusa que detém o controle das ações praticadas pelos representantes da ordem dos cavaleiros ordenou a todos os seus comandados para que estes deixassem que os que se encarregam de representar aquela terra coberta pelo gelo passassem com tranqüilidade pelas defesas do santuário. Ordem enviada pela entidade a que seguem é uma ordem a ser cumprida sem sequer ser questionada. Todos os cavaleiros haviam permitido aquela que representa o deus nórdico Odin e seus comandados a passagem por suas moradas. O caminho para que Hilda e os guerreiros deuses chegassem até Atena era aquele que eles só conseguiriam passar desta forma, autorizados pela sagrada deusa da guerra, para passar pelas casas zodiacais sem uma ordem de Atena é necessário enfrentar e derrotar todos os seus guardiões e isto certamente era algo que aqueles homens do gelo não conseguiriam nem mesmo se suas vontades fossem somadas. Eram apenas ratos que vieram acompanhar uma mulher que talvez tivesse medo de partir sozinha até uma outra terra desconhecida, seriam eles motivo para preocupação? Comparando a força daqueles impuros com a força dos representantes do patamar mais elevado da ordem da deusa da justiça, a preocupação com eles seria mera perda de tempo. Decidiu-se por permitir o avanço dos Asgardianos e observar através do cosmo as ações daqueles vermes, se em algum instante ele percebesse qualquer marca de agressividade presente em seus cosmos, seria natural acreditar que o cavaleiro de Câncer faria chegar o momento de findar aquelas existências inúteis, com seu poder ele mandaria todos os ratos para o mundo dos mortos.




“Estes lacaios daquele falso deus...Atena não deve estar em seu juízo perfeito, como pode convidar este povo nojento para macular o solo sagrado do santuário? Bom, se estes ratos tentarem fazer alguma coisa, morreram em segundos, será divertido caçar estes animais do gelo aqui no santuário...”




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×Suyiama Shiryu[AS]®
Pato de Circo ;__;

Postagens: 95
Registro: 01/02/2006
Local: Rozanópolis - - Brasil
Idade: 26 anosSexo Masculino
 Postado em 15/02/2006 1:56:00 PM




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O brilho celeste entonava-se em prata.
Na melodia sussurrante do vento, a respi-
ração pesada do dragão ecoava em seu pei-
to. Mundos pareciam chocar-se contra seus
olhos em instantes, o próprio tempo parecia
curvar-se ao fino feixe que cortava-o como uma
adaga afiadíssima. As negras madeixas vibra-
vam no bradar dos ventos em seu corpo,
parecendo relutantes em dar-lhe passagem.
Aos poucos, poderia sentir o agitado bufar
leste misturar-se aos suspiros da Bórea do
Norte. O cosmo dos Guerreiros Deuses, como
numa mancha fria, era sentido nas doze
casas. Finalmente Hilda e seus Guerreiros
Deuses haviam chegado ao Templo de Athe-
na. E então, como num ímpeto descomunal,
asas pareciam alimentar sua velocidade,
e, num borrão, fez-se o Santuário.

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“Posso sentir... Seiya, Shun, Hyoga...
Estão aqui...”



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O passo do garoto que se materializara
diante dos portões da construção de pedra
que compunha o Santuário, diminuiu.
Sentia a presença de seus amigos, prova-
velmente estavam próximos às Doze Man-
sões Zodiacais. O punho direito firmou-se
na cinta de couro que era presa à sua Caixa
de Pandora – feita de um material de aspecto
semelhante ao Bronze, com adornos que
descreviam a face de um Dragão. As
madeixas cobriram sua face, numa lufada
de vento frio. O que estava acontecendo
ali? Por que o Mestre havia se mostrado
tão preocupado com a segurança de Athe-
na? Seria possível que, realmente, os Guer-
reiros Deuses fossem atacar o Santuário
por dentro? Se isso fosse realmente verda-
de, Athena já podia estar em apuros! Sen-
tia o cosmo dos Guerreiros Deuses próximo
à Sala do Mestre e, a qualquer instante, esta-
riam na presença da Deusa da Justiça.
Mergulhado em devaneios, aproximou-se, num
passo veloz do cosmo de seus amigos.

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— Seiya... Temos um problema.


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Não se dera conta de como havia chegado
até ali. Shiryu estava ereto, acima de uma
pilha de escombros de pedra – muito comuns
no Santuário – segurando com força a alça
de sua Caixa de Pandora, com o olhar pesado,
preocupado, como poucas vezes se mos-
trava. Algo estava errado, a própria lua pare-
cia estar emaranhada num tom de deboche,
como se sorrisse. Shiryu imaginava que, se pres-
tassem atenção à Boréa que havia se instalado ali,
conseguiriam ouvir uma gargalhada... A lua
ria do Santuário. Algo estava para acontecer.

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___________________________________________

Perdoem o turno extremamente pobre, mas como
o Caio saiu do clã sem postar, tive de impro-
visar. Perdoem-me ^^’



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Meen|Benetnasch¤AS¤
Pato de Circo ;__;

Postagens: 138
Registro: 29/01/2006
Local: - RJ - Brasil
Idade: 29 anosSexo Masculino
 Postado em 17/02/2006 10:15:00 PM


A brisa que murmura na folhagem, as aves que pipilam docemente, a estrela que desponta, que rutila, o sol que vai às águas sepultar-se tingindo o azul dos céus, perfumes, murmurar, vapores, brisa, estrelas, céus e mar, sol e terra. Hora fagueira – que encerras tanto amor, tristeza... Quem há na terra que não sinta as fibras do coração pulsar-lhe, quando desse manto as pardas franjas padecem a escuridão da noite? Como era mágica a noite, noite esta que equilibra nos ares, que vai do abismo aos céus, que susta as iras de pélago fremente; a cujo sopro a máquina estrelada vacila nos seus eixos; a cujo aceno os querubins se movem humildes, respeitosos; cujo poder é sem igual, excede a hipérbole arrojada! Como é grande o poder dos Deuses! Então entre miríades de estrelas cantando hinos d’amor nas harpas dos anjos, que soará mais forte que as tuas vagas, mordendo a fulva areia, inda mais doce que o singelo canto de merencória virgem. Tais anseios, tão nobres, não se justificam na sacramentada Asengard, provida e ostentada pelo frio incessante. Mas é deste cenário rotulado tão amargamente, que habitam os nobres corações dos defensores de Odin, os Guerreiros Deuses, cujo ímpeto e dedicação a sua senhora e representante do deus na terra, os mantém sóbrios para combater as desgraças e intempéries que caem sobre seu povo que diversas vezes caminharam junto a morte. Morte esta que é multiforme, e muda de trajes e de máscaras mais vezes que uma cansada atriz. Nem sempre é, qual se pinta, o negro espectro de irônico sorriso e brancos dentes. Nem todos seus vassalos são poeira no ressalto de pedra adormecidos, por sob as arcarias; a pálida manta nem todos vestem, nem sobre todos jaz murada a porta nas criptas sombrias. Estes são pensamentos constantes do Guerreiro da suntuosa Eta, Mime. Porém, o melancólico e triste nórdico, rumava para um cancro diferente desta vez...assumia seu papel de cavaleiro e partia juntamente a Hilda e os demais para um acordo pacífico, prestes a ser selado, frente a longa caminhada que os mesmos executaram. As doze mansões do zodíaco da antiga Grécia já eram vistas ao longe pelos olhos do cavaleiro de Benetnasch, que agora se deparava as portas do grande salão.





- Folken.... espero que tenha encontrado sua paz, pois é neste momento que finalmente busco algo aprazível ao meu coração.



Na inocência do infante, é ela quem fala, a beleza, o pudor, nas faces da mulher – é ela que ao velho dá a prudência – e a verdade e força nos puros lábios, do que é justo, imprime. De fato revelara-se toda a magnificência da Deusa da Justiça, Athena, encarnada na garbosa jovem Saori Kido. É ela que dá rumor à quieta noite, que dá frescor à mansa brisa, quem dá dá fulgor ao raio, asas ao vento, quem na voz do trovão longe rouquejas. Governa a harmonia, como notas acordes, simultâneas, palpitando nas cordas de uma harpa, que em teu louvor hinos soltava, que iam cheios de amor, beijar teu sólio. Em resposta a tamanha onipotência da Deusa, Mime incendiava seu cosmos, em forma de reverência e respeito diante a tão tenra presença.







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¤AS¤Leo no Aiolia
Pato de Circo ;__;

Postagens: 9
Registro: 31/01/2006
Local: Porto Alegre - RS - Brasil
Idade: 28 anosSexo Masculino
 Postado em 18/02/2006 9:11:00 AM

O Santo de leão não jamais *confiaria a guarda de sua
amada Deusa a ninguém nem mesmo aos cuidados de
seus companheiros seus olhos deveriam ver para crer
na segurança de tal entidade a qual estava acima dos
oitenta e oito Cavaleiros e após vê-los passar por sua
santa casa com total liberdade a qual seria raras
exceções que ele abriria.

Ainda mantendo sua postura ereta com a cabeça baixa
e os fitando pelos cantos dos olhos sobre os ombros
Hilda e seus Guerreiros e as duvidas pairando sobre seus
ditos “aliados” o mesmo decide segui-los ate a morada
do Grande Mestre e lá acompanhar os acordos que
seriam feitos, pois a ambição corrompera esse povo do
norte uma vez quem diria que seus planos de conquista
teriam cessado.
''Este é o mesmo povo que uma vez quis sair de sua terra
para conquistar as planícies da Grécia e todo o lugar onde
a vida poderia florescer... Não importa quem sejam ou de
onde sejam a ambição deles não vai tomar forma diante de
meus olhos, eu o Leão zodiacal queimarei meu cosmo de
ouro para impedi-los a qualquer custo... Por maior que
tenha sido o domínio de *Deus sobre o Homem não seria
o bastante para justificar tal ambição”.
- O único dentre nos que tem a resposta para tal pergunta
dentre nos os santos de Ouro seria o mais próximos dos
Deuses o guardião da sexta casa do zodíaco.
Logo que o Guardião da quinta casa sentira seu coração
apreensivo o próprio partira ao encalço de seus visitantes
cruzando sua morada sempre em uma postura ereta com
a cabeça erguida mostrando um orgulho inexplicável
que justificaria ate sua própria existência.
Ao chegar ao primeiro degrau da escada que levaria a Santa
Casa de Virgem, Aiolia erguia o pé vagarosamente enquanto
o rosto visava à próxima morada do zodíaco sempre confiante
e determinado com o seu cosmo sempre queimando agressivo
igual de uma fera a qual ele ostenta a constelação.
“Meu querido irmão espero que Atena esteja fazendo o certo,
pois não quero desapontá-lo nem mesmo que custe a minha vida,
assim estarei honrando a sua memória e os ensinamentos que
me passou”.
O tempo passara tão rápido enquanto o *Santo se entreterá
em seus próprios pensamentos e logo ele se via diante da
morada de Virgem e diante da entrada falava em alto e bom
som para que todos pudessem escutar com a voz repercutia
igual a um rugido de leão.
- Shaka Cavaleiro de Ouro da Santa Casa de Virgem,
eu Aiolia de Leão peço passagem pela sua morada.





Referencia Epi G 4 onde Aiolia de Leão é questionado pelo gigante Lyax de Poinx sobre sua fé nos Deuses.

Quando Piseindon usa Asgard para seus ambiciosos planos.

Se referindo ao santo de Leão.


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Saga de Gêmeos |AS|
Pato de Circo ;__;

Postagens: 68
Registro: 28/01/2006
Local: - - BrasilSexo não informado
 Postado em 18/02/2006 10:18:00 PM




Ação

— Fala

“Pensamento”










Santuário da Grécia. Por sobre as sombras do coliseu, uma figura se movia lentamente, observando o caminho que levava às escadarias das doze casas do zodíaco.
Kasa estava muito feliz. Pela primeira vez recebera uma missão digna de seu poder, algo que somente ele poderia utilizar. Sua pele muito branca e seu jeito estranho de andar soavam esquisitos para quem o via. Mas...ninguém o via. Era sempre uma sombra, pronto a se transformar no ente mais amado de sua vítima.
Kanon o enviara antes, exatamente para esperar a hora certa de agir. Se partisse junto com os outros Generais Marinas, poderia despertar suspeitas.
Ainda era dia quando Kasa chegou; agora o sol já se punha, e as sombras da noite
envolviam o local. A hora finalmente chegara.




“Chegou a hora. Tenho que passar pelas Doze Casas a tempo e descobrir logo a fraqueza de Athena. É claro...existem doze poderosos guerreiros protegendo-a...mas...



“...não passarei por eles. Há um caminho muito mais interessante e rápido para chegar até ela...”


Kasa começa a se mover lentamente, ainda encoberto pelas sombras do coliseu, e sai numa das laterais do santuário. Passando escondido por onde Shina estava, ele seguiu por um caminho estreito e em espiral, subindo uma escada de pedra coberta pela hera e desgastada pelo tempo. A escada contorna todo o santuário pelo lado de fora, e sai exatamente na escadaria que leva Peixes ao Salão do Mestre.



“Então esse é o famoso Salão do Mestre. O senhor Kanon estava certo sobre a passagem secreta das doze casas. Foi muito mais fácil do que imaginei...hi...hi...hi...hi...agora preciso pensar no disfarce perfeito para entrar lá, sem despertar suspeitas nos Guerreiros Deuses e nem...em Athena...


Antes de seguir, Kasa se esconde numa das laterais da escada, e abre sua mente.






(considerar Saori na foto)
“Vamos ver...vamos ver qual é a pessoa mais importante para Athena...sim...deixe-me penetrar no mais fundo de sua alma...hum...que interessante...ela gosta de todos os cavaleiros por igual...ama as pessoas, blargh...compaixão...o coração dela está cheio de sentimentos bons...um campo muito fértil para mim...hã? Quem é essa pessoa?



“Estou vendo...está tomando forma...há alguém por quem Athena nutre um sentimento muito especial...parece ser um cavaleiro...


“Mas não daria certo, ela não é frágil com ele. Preciso de alguém com mais autoridade...alguém que ela respeite...como a um pai...hum...o que é isso? Hã? Mestre do Santuário? Ótimo, isso deve servir...













(desconsiderar a sapúris em todas as fotos)


Shion corria rapidamente para o Salão do Mestre, pronto para atender ao chamado de Athena. Fora o único dos treze cavaleiros que não fizera isso, e se sentia mal. Tinha uma responsabilidade a cumprir, não poderia se atrasar daquela maneira. Seu lugar era no Salão...e iria para lá o mais rápido possível.
Passou pela estrutura de pedra, atravessou o primeiro salão e entrou no segundo, abrindo a porta devagar. Passando calmamente pelos Guerreiros Deuses, foi ajoelhar-se diante de Saori...




— Athena...mil perdões pelo atraso. Recebi seu chamado e vim assim que pude...


Ele a olhava fixamente, de cima para baixo, um olhar de perdão, mas muito firme, como quem sabe o que está fazendo. As palavras saíam vagarosamente de sua boca, sempre num tom muito direto, mas doce e gentil.


— O que me traz aqui é algo além do seu chamado. Vim para comunicar-lhe sobre um assunto sério...e gostaria de conversar antes do início da celebração do acordo de paz. Receio que tenha que ser em particular. Se importa de me acompanhar até o Templo de Athena? Não vai levar mais do que dois minutos...


Como Kasa esperava, Athena não se importou, embora estranhasse um pouco aquele Shion. O mestre do santuário não costumava pedir as coisas daquela maneira, nem falar tanto, e nem interromper alguma coisa sem pedir licença. Mas vai ver era algo realmente importante.
Os dois atravessaram as cortinas atrás do trono, deixando Hilda e os GD no salão anterior, e começaram a subir as escadas, Athena na frente, Shion atrás.
Ainda na subida, Saori sentiu alguma coisa atingindo-a no pescoço, e caiu, o sangue manchando seu vestido e as escadas do templo. Um grito cortou o silêncio do Santuário, e pôde ser ouvido mesmo no coliseu abaixo das Doze Casas. Athena havia sido ferida. Ela se virou, horrorizada, e percebeu que era Shion que fizera aquilo. Erguendo a mão, ele a acertou na barriga, fazendo com que desmaiasse. Shion então a pegou pela cintura, saltando para o Templo de Athena, rezando para que o susto lhe desse tempo. Kanon também lhe ensinara que ali havia uma passagem secreta, escondida numa das laterais da montanha. O General Marina de Lymnades desceu o caminho em espiral, chegando a uma das montanhas que faziam divisa com as doze casas, e dali, desapareceu novamente nas sombras do Santuário.



“Pronto. Missão cumprida! Agora os Guerreiros Deuses terão de explicar o sangue no solo...e o súbito desaparecimento de Athena. Hi...hi...hi...hi...hi..."


(Mal ae pular o turno da Carol...mas era pra acelerar o jogo i.i)


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