•Santuário de Atena - Chronicles of one to hiss frozen in the heart of the men•
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 •Santuário de Atena - Chronicles of one to hiss frozen in the heart of the men•
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Tópico com 3052 visitas e 69 mensagens
Autor
Tópico: •Santuário de Atena - Chronicles of one to hiss frozen in the heart of the men•
×Suyiama Shiryu[AS]®
Pato de Circo ;__;

Postagens: 95
Registro: 01/02/2006
Local: Rozanópolis - - Brasil
Idade: 26 anosSexo Masculino
 Postado em 03/02/2006 10:49:00 AM



• Então seus devaneios, por mais incessantes
que fossem; foram interrompidos. Sentiu a
energia cósmica de Marin por perto; provável-
mente a amazona de águia havia deixado
transparecer o cosmo para que Shina pudes-
se percebê-la – as amazonas haviam sido
especialmente treinadas para se ocultar e
esconder seu cosmo. As madeixas verde-
oliva foram jogadas para cima quando a a-
mazona de cobra saltou em direção ao solo,
dobrando um pouco o joelho direito, com fa-
cilidade endireitando-se de pé. Não precisa-
va mais que isso. De fato, o pressentimento
que a invadia era poderoso e, levando em
consideração que as amazonas haviam sido
instruídas a confiar em seus instintos, aqui-
lo deveria ser um péssimo agouro. Encos-
tou-se na mesma árvore, olhando para cima –
os olhos, cujo pigmento esverdeado nunca;
jamais foram vistos, a não ser, talvez,
por seu pai antes de abandoná-la –
mantendo-se estática. Não era de seu fei-
tio se aproximar das outras amazonas, ou
de qualquer outra pessoa; porém havia
algo diferente em Marin – era mais fácil
se aproximar da amazona de águia que
de qualquer outra pessoa. •



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— Marin... Você também está sentindo isso?


• Falava auto o suficiente para que a outra ouvis-
se suas palavras; num tom calmo, porém carre-
gado de preocupação. Realmente, algo estava
muito errado naquilo tudo – o próprio vento pare-
cia tentar alertar, aos gritos surdos enquanto
acariciava o corpo da amazona de cobra. Seu
olhar se voltou para as doze casas – um gigan-
tesco penhasco, cuja subida era adornada
por uma escadaria em fim, onde residiam as
doze mansões e os doze guerreiros, com
exceção de libra, cujo protetor não aparecia
no Santuário desde muito tempo atrás. O que
estaria para acontecer ali? O que o vento dese-
java sussurrar-lhe nos ouvidos? •



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•Amamiya Shun•AS•
Pato de Circo ;__;

Postagens: 383
Registro: 28/01/2006
Local: Porto Alegre - RS - Brasil
Idade: 29 anosSexo Masculino
 Postado em 03/02/2006 1:29:00 PM

• Após despedir-se dos demais residentes da Mansão em que se encontrava, Shun rumava ao Santuário da Grécia. Seria um longo caminho do Japão até o refúgio de Athena, entretanto, era uma famigerada distância que tantas vezes já tivera de percorrer antes.
Shun vestia uma roupa comum, a calça branca com suspensórios e uma camiseta verde; era um traje simples, porém, o corte de tais costuram sentavam-se perfeitamente bem em seu corpo. Com a urna de sua armadura nas costas, o garoto de corpo delgado ia dando passos calmos e tranqüilos – a situação que lhe fazia ter de ir ao Santuário era deveras agradável, por isso, ostentava um sorriso de esperança e contentamento no belo rosto delicado.
Perdia a noção do tempo enquanto caminhava sozinho, lançando-se à escuridão que encontrava pela frente – era assaz gostoso caminhar de madrugada: o ar da noite parecia mais leve, a temperatura um pouco mais fria era agradável, o silêncio inspirava à reflexões... -. Por fim, pegava-se novamente a contemplar o fulgor das estrelas: o cintilar da constelação boreal de Andrômeda instigava um estranho sentimento em seu âmago; o modo como Sirrah, Mirach e Almak – alfa, beta e gama de Andromedae - brilhavam com intensidade acima do normal.•




“Estou animado com isso tudo, acho que é uma grande chance para garantir o futuro da Terra. Mesmo assim... eu comecei a sentir um certo desconforto dentro de mim, algo que não consigo entender.”


• Por um momento, o mais novo dos irmãos Amamiya parecia esboçar uma lacônica preocupação com algo incerto. Mesmo estando otimista e feliz, algo nos astros lhe dizia para ficar apreensivo, porém, não compreendia ao certo o que poderia acontecer num evento que promoveria a paz.
Enquanto se aproximava cada vez mais do Santuário – guiava-se pela percepção de grandiosas cosmo-energias juntas num mesmo ponto -, sentia um certo frio... uma brisa um pouco mais gélida. Um leve arrepio percorreu a sua espinha, cruzou os braços tentando se aquecer.
Assim que parava de caminhar, fechava os olhos. Sua expressão serena refletia uma confiança maior do que a de minutos atrás, até mesmo um sucinto sorriso se delineava em seu alvo rosto. Um longo suspiro mostrava uma alegria que há tempos não tinha – aquele frio, aquele cosmo... só poderia ser uma pessoa. Abria novamente os olhos, e então seu sorriso abria-se de forma mais intensa e sincera: era, de fato, seu amigo que se encontrava por perto. Seria muito bom rever amigos tão queridos que há tanto tempo se encontravam longe.•




“Hyoga está aqui! Que bom! Faz muito tempo que não nos vemos...”


• E assim, esperava seu amigo se aproximar para o tão esperado reencontro. O melhor de tudo é que eles iriam se rever numa situação pacata, podendo desfrutar da agradável companhia do outro sem ter de engalfinharem-se em árduas batalhas. Novamente, o coração do Cavaleiro de Andrômeda parecia cheio de um vívido sentimento, que transbordava de seu corpo no modo em que sua essência cósmica vibrava harmoniosamente.•



Apenas introdução (ui i.i) ao Hyoga do Luck, para podermos interpretar mais um pouco juntos e colocar logo os personagens no Santuário. ^.~


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Shaka de Virgem®¤AS¤
Pato de Circo ;__;

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Registro: 29/01/2006
Local: - - BrasilSexo não informado
 Postado em 03/02/2006 6:04:00 PM




Narração

-Falas, ou pensamentos, de Shaka






Os pupilos estavam a caminho. Shiva e Agora, ambos treinados pelo filho de Budha. Shaka estava certo: o vento frio significava a vinda dos asgardianos. O Santuário estava em dúvida. Alguns comemoravam a paz, festejavam uma forte aliança que estava para acontecer. Outros ficavam apreensivos, cautelosos; Shaka abominava uma aliança que poderia mudar o mundo. Explicações? Todo mundo sabia que o reino de Asgard é submisso a Poseidon. Um reino submisso não pode fazer alianças; apenas obedecer. Hilda não estava fazendo isso. Estava causando mais problemas do que o normal; aliando-se com o inimigo, com Athena, com a Justiça. Estaria Hilda causando uma ira dos mares? Era isso que Shaka temia, mais inimigos, mortes, guerras. Pouco importava-se com aqueles guerreiros asgardianos; sua prioridade era Athena. Poderia ela estar provocando mais uma guerra? Nem Shaka atrevia-se a calcular as probabilidades de perguntas como essas...




-Eles chegaram...Às vezes a calmaria esconde a tempestade. Estarei eu errado, Budha?


Conversava com seu subconsciente, sua arma mais poderosa, sua mente. Seu cosmos brilhava cada vez mais, seu coração começava a bater lentamente. Sua respiração cessava, seus órgãos começavam a trabalhar em uma velocidade mínima; a oxigenação dos tecidos de seu corpo começava a decair bruscamente. Entrava, naquele momento, em meditação constante. Tinha apenas um objetivo: atingir o Paraíso e igualar-se a Budha. Precisava do máximo de concentração possível. Sua mente estava limpa, não existia nenhum pensamento em sua cabeça. Precisava igualar-se a um deus para poder julgar a opinião de Athena. Um humano fraco e ignorante como ele não seria capaz de deter um futuro sombrio. Começava a aumentar seu cosmos; a casa de virgem toda brilhava. Todos os cavaleiros de ouro e guerreiros deuses sentiam isso. Athena e Hilda também sentiam. Estaria Shaka sendo um ignorante? Quem sabe? Medir a ignorância dos homens, dos cavaleiros? Impossível!




Hades reina no submundo. Poseidon nos mares. Zeus no Olimpo. Athena na Terra. E Shaka? Não era nada. Por mais que existissem histórias, mitos, lendas de sua existência, ele continuava sendo um nada. Era um capacho, um soldado, de uma causa, de uma Justiça. A diferença dentre os seres humanos era os seus pensamentos budistas que o tornavam um QUASE deus; contudo, a diferença entre deus e quase deus é enorme. Maior que a distância entre o céu e a terra, maior que o universo, que o infinito. Adquirir o Sétimo sentido e o Arayshiki era treino; ser Deus é berço. O brilho de Virgem diminuía, Shaka saía de seu estado de coma. Levantava-se. Começava a andar em direção da entrada de sua casa, ficando escondido na vasta escuridão que assombrava a casa do mais próximo de Deus. Virgo entendera o recado. Começa a falar:




-Cavaleiros de ouro a vontade de Athena é que essa paz ocorra. Deixem seus orgulhos de lado. Vamos permitir uma passagem pacífica desses...”cavaleiros”.


Instantaneamente todos os cavaleiros de ouro começavam a ouvir essas sábias palavras. A ouvir Shaka. Não sabia realmente o que o levara a tomar aquela decisão. Talvez sua lealdade. Quem sabe sua burrice? Não importava. Estava do lado certo. Com Athena. Sabia perfeitamente a dificuldade para haver algum inimigo forte o suficiente para derrubar sua Deusa. Refletia:




-Às vezes a esperança nos faz estúpidos. Espero que isso não aconteça. Mais vale um futuro cheio de esperanças, do que um passado cheio de tristezas. Obrigado por me fazer abrir os olhos, Budha!


[Mensagem alterada pelo moderador Eternal Hyoga AS em 3/2/2006 20:02:50]
[Mensagem alterada pelo moderador Eternal Hyoga AS em 3/2/2006 20:04:41]

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Eternal Hyoga AS
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Registro: 28/01/2006
Local: Centrefolds - RJ - Brasil
Idade: 29 anosSexo Masculino
 Postado em 03/02/2006 8:02:00 PM











E os gostosos raios lunares pareciam acariciar a face do cisne setentrional. O brado eólico cantava em seus ouvidos - tais como doces pássaros em manhã primaveril. A madrugada, de fato, estava deveras agradável. Assim como todas as outras daquele mês utópico que se fazia na bela Grécia. Havia alguns dias, o pequeno Hyoga havia deixado a Sibéria por um palpitar de seu coração. Sentira uma dor desconfortável lhe abraçar, como se desejasse lhe alertar sobre perigo iminente, mas...não havia motivos para tamanho perigo. A representante de Odin estava na Grécia em missão de paz, nada poderia dar errado. Entretanto, resolvera se deixar levar pela corrente, assim como o rio se faz para o mar. Já havia percorrido bastantes locais, desde que abandonara a Sibéria. As cansadas pernas ansiavam chegar logo ao santuário para poderem repousar um pouco. E então, sentira a condensação de poderosos cosmos provenientes da direção do santuário. Cosmos frios, gelados, entretanto, pacíficos. Seriam esses os tão citados guerreiros deuses? Os guerreiros mais poderosos do mundo nórdico? Não procurou se perder nesses devaneios, algo lhe chamava a atenção...




"Shun..."



Apressou o passo, há muito não tinha contato com aqueles tão valiosos amigos. Sim, de fato era ele, a alva e tenra pele, as densas e longas verdes madeixas, a serenidade do puro olhar...só aquela dócil criança possuia tanta candura. Se apressou em ir em sua direção. Os cabelos a obedecerem a serem jogados para trás, denotavam o início de uma corrida. Entretanto, apesar da suposta e aparente paz, algo lhe apertava o íntimo. Não sabia ao certo, apenas achava estranho a soma de tantos estranhos acontecimentos. Algo lhe alertava que o futuro não seria um tanto feliz - enchendo-o de melancolia. Entretanto, apagou os devaneios sem fudamento de sua mente e abriu longo sorriso sincero e gentil, para acolher ao bom amigo...




- Shun, que bom revê-lo, não esperava te encontrar aqui...



E assim, aproximou-se do detentor das lendárias correntes de andrômeda. Estendeu a mão ao mesmo, esperando um caloroso aperto. A surrada camisa azulada lhe caía bem. A desbotada calça de tonalidade ébano, com alguns detalhes de pele logo mostraria a Shun que aquele homem não havia feito pausas em sua caminhada desde que saíra do país de gelo. Tinha uma aparência cansada - nada próximo do que já estivera em tantas batalhas. Trazia consigo leve brisa gelada, digna do cosmo de um manipulador do gelo. Shun estava vestido da habitual e simples forma de sempre. Hyoga ficou a olhar um pouco para Shun, e isso o reconfortou de certa forma. Ver o amigo com semblante tão animado lhe tranquilizava e lhe deixava feliz. Apredenra de fato a viver por aqueles homens e por sua deusa...e ali, enquanto ambas as crianças se confraternizavam, algo emergia das profundezas do mar...um mal incontido, oculto, que aqueles meninos deveriam combater com suas vidas. Essas eram suas sinas, as sinas dos santos de bronze da deusa da justiça...





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Eternal Hyoga AS
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Registro: 28/01/2006
Local: Centrefolds - RJ - Brasil
Idade: 29 anosSexo Masculino
 Postado em 03/02/2006 8:58:00 PM





"Essa cosmo energia emanada com tamanha
pureza só pode ser do mestre Shaka
É espantoso, mas mesmo sendo seu pupilo,
continuo a me espantar com tamanho poder.
De fato, é o homem mais próximo de Deus..."






O cosmo de Shaka parecia quebrar barreiras, romper limites. Até onde aquele homem poderia chegar? Ao infinito? Sua existência era algo sacro, mas parecia que ele transcendia esse mundo, parecia fazer parte de algo mais sublime, santo. Ágora sentiu um filete de suor escorrer seu rosto, delineando a alva testa. Sentia-se um nada, após sentir a magnitude de tamanha demonstração de poder. E então, forte presença se fez reverberar por toda a mente de Ágora. Era a voz do santo, que aparentemente, parecia se comunicar com todos os seres que estavam no santuário naquele momento. Ágora fechou os olhos - visando captar melhor a transmissão de seu mestre. Ouvia as palavras, anseando que fosse uma notícia para que pudesse ter com ele, entretanto, era apenas a vontade de Shaka para com os outros cavaleiros de ouro...









- Veja, Shiva, que poder inigualável...
Este é o poder de um deus, o poder
que devemos seguir e obedecer...




Já se passava algum tempo, desde que o mensageiro fora avisar à Shaka sobre a presença dos dois pupilos. Ágora apenas aguardava ansioso ao lado de Shiva por alguma notícia. Suas dúvidas pareciam lhe afligir um pouco, mas Shiva lhe tranquilizara com sábias palavras durante o caminho ao santuário. A noite se extendia leve, calma, sem nenhum tipo de problema. Será que haveria motivos para preocupações? Ou a Lótus prateada estava entrando em insanidade? Não, não seria possível. Sua doutrina lhe tornara um ser sábio, altivo - não que chegasse em seu mestre. Tinha uma sensibilidade espiritual fora do normal, e podia sentir a gradativa morte do imenso oceano...








- Não deverá demorar para que o mestre
nos convoque...




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|Pegasus - Seiya|AS|
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Registro: 28/01/2006
Local: - - BrasilSexo Masculino
 Postado em 03/02/2006 10:06:00 PM

~*Seiya continuou rumo ao Santuário na Grécia, nem sequer parou para descansar, e isso era demonstrado claramente em sua aparência. Na calça jeans desbotada haviam manchas de terra úmida, os tênis com sola gasta já estavam nas últimas também, mas esses ínfimos detalhes não o impediriam de chegar ao destino o mais breve possível. Sentiu o cosmos dos amigos deslocarem ao mesmo lugar para onde Seiya estava se dirigindo, dois deles, um chegava do norte e outro estava mais a frente do cavaleiro de Pégasus, na mesma posição ele deduziu que só poderia ser Shun.*~



- Sabia que algo está acontecendo, não posso me atrasar.


~*Foi assim, ao término dessas palavras que o Cavaleiro iniciava uma corrida frenética, os passos eram mais longos e incrivelmente rápidos, Seiya ultrapassava a barreira do som naquela velocidade, encurtando a distância em muito pouco tempo. O céu escurecera à medida que ultrapassava os diferentes fusos, saiu do Japão de madrugada, e chegara na Grécia a altas horas da noite. Caminhou rumo ao Santuário, passando pelas velhas casas da vila ao redor do monumento, estava faminto e não havia uma única mercearia aberta. Resolveu parar por um instante e sentou-se junto a um muro, recostando sua cabeça na parede, fechou os olhos e uma doce lembrança da infância surgiu. Assim que chegara na Grécia ainda pequeno, odiava aquele lugar onde todos treinavam incansavelmente, e sua mestra Marin tratava de aplicar um treinamento que nem um soldado agüentaria aquilo, sem falar das surras que tomava quando dormia em plena explicação. E sem perceber, sozinho em meio a escuridão, o cavaleiro de Pégasus sorriu para si, mencionou algumas palavras: *~


- Se não fosse seu treinamento, com certeza não estaria onde cheguei, Marin-San. Mas agora eu tenho que alcançar o Shun, ele já avançou mais, e agora parou, o outro cosmo está bem próximo dele.



~*Ergueu-se preguiçosamente do breve descanso que tivera, ajeitou a urna em suas costas e caminhou um pouco mais, e entrou no território pertencente a Athena, e como num piscar de olhos, os cosmos oscilantes dos Cavaleiros de Ouro mostravam-se. Outros cosmos rumavam em direção ao Templo de Athena, e eram cosmos conhecidos aqueles, entre os mesmos um que possuía uma bondade que podia ser comparado ao cosmo de Athena, porém Seiya achou melhor prosseguir em direção aos amigos. E não tardou a encontra-los, estava certo quanto a Shun, e o outro era Hyoga*~


- Olá amigos, há quanto tempo eu não...



~*Antes que pudesse terminar a frase Seiya apareceu no topo de um pequeno barranco feito por pedras gastas e escorregadias, abriu um sorriso largo em rever os amigos, e na ânsia de cumprimentá-los deu um passo em falso e veio a baixo, rolando na curta descida, parou somente aos pés de Shun e Hyoga*~



-Aaaai, não acredito que sou tão descuidado assim...


~*Refez-se da queda, levantando-se rapidamente, espanando as vestes com a palma da mão direita, ficou um pouco sem-graça pelo tombo, mas era aquele o seu jeito, e dificilmente iria mudar, logo depois tomou uma postura séria e então virou-se para os dois e resolveu fazer a pergunta que tanto lhe afligia a mente:*~


-Afinal amigos, o que está acontecendo? De quem são esses cosmos que estão indo em direção a Athena, sinto que já os conheço mas não lembro de onde



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¤ Athena ¤ AS ¤
Pato de Circo ;__;

Postagens: 18
Registro: 30/01/2006
Local: Salvador - BA - Brasil
Idade: 28 anosSexo Feminino  Aniversário em 31/12
 Postado em 03/02/2006 10:18:00 PM


:: Narração ::
:: Falas ::
:: Pensamentos ::




¤ Vários castiçais com abundantes velas exibiam seus delicados adornos dourados, assim como a pura e levemente aromatizada cera branca que formava seus troncos. Um trançado fio de algodão surgia em meio à derretida cera, sustentando uma constante e homogênea chama em cada vela. Era o conjunto destas pequenas, porém destemidas chamas, que iluminava claramente o recinto de uma jovem divina. Uma construção antiga. Pilastras esculpidas em puro mármore, objetos artesanalmente moldados, um vasto tapete carmesim criado com uma real e bem trabalhada textura de viscose e cortinas espessas, do mesmo tecido, para encobrir as imensas janelas e varanda que levavam para conhecer o exterior... sería apenas uma visão rápida que as chamas revelariam para algum curioso observador. Certamente, não era nem de longe pertencente a uma garota comum. Garota esta que carregava uma alma divina... tão pura como a água mais cristalina que já se encontrou na Terra... tão sofrida como a de mais nenhuma em prol da humanidade.

Estava em pé, deixando o leviano tecido branco que compunha seu vestido esticar-se completamente até o chão. Dentro do aconchegante cômodo, estava protegida da fria brisa daquela madrugada. Seus ombros descansavam, mas os cotovelos encontravam-se flexionados para que as duas mãos pudessem continuar unidas. Os dedos estavam fortemente entrelaçados. Seguia no profundo silêncio de uma meditação. Olhos fechados, porém postura totalmente ereta. Nada poderia perturbar seus pensamentos, cujo fluíam agora intensamente, envoltos por uma cortina que ninguém jamais conseguiria romper.

Após algum tempo, sem que houvesse necessidade ou alvo que lhe chamasse atenção, as pálpebras iniciaram um lento movimento com o intuito de abrir os olhos. Logo, as brilhantes íris, donas de um azul profundo incomparável mostraram-se completamente. Atentamente, o seu olhar começou a fitar em particular uma pequena, porém obediente chama de um dos castiçais à sua frente. Não era uma vela especial, nem de destaque. Apenas uma entre tantas outras localizadas perto de uma janela fechada, logo à sua frente. A chama vermelha ardente não deixava de se misturar com uma laranja igualmente viva, que ganhava bordas amarelas raios-de-sol, vindas a se misturar novamente ao vermelho e provocar o aparecimento do alaranjado. Mas até as chamas se rendiam à realeza, devotando-se fielmente a iluminar a deusa. Foi então que, subitamente, a chama tão observada pela garota, simplesmente oscilou e deixou de emitir o seu brilho, apagando-se. Agora apenas um fino caminho de fumaça traçava o ambiente. Este, no entanto, foi um fato que não gerou nenhum movimento ou diferença na expressão pensativa da jovem. Apenas fez seus olhos cerrarem-se um pouco, observando o trançado fio de algodão, agora queimado. Era certo que pensava em algo, mas, por enquanto... seus devaneios pertenceriam somente à ela.

Como alguém que encerra o fio de meditação, a jovem fechou os olhos por alguns segundos e reabriu-os vigorosamente, desunindo os dedos que mantinha entrelaçados e deixando-os descansarem ao longo do tronco. Há algum tempo já pôde sentir a presença de Hilda, a representante de Odin, e seus Guerreiros Deuses dentro do Santuário, mais precisamente prestes a passarem pela terceira mansão. Havia recebido a mensagem de Mu, assim como sentido um pouco de receio no coração dos guardiões das 12 Casas. Cuidadosamente, caminhou até o trono pertencente à Deusa Athena, arrastando levemente a borda do seu vestido no tapete carmesim até finalmente sentar-se de forma ereta e concentrar-se no que intencionava. ¤

“Meus bravos cavaleiros... não tenham receio. Hilda e seus guerreiros vieram em proposta de paz. Sendo assim... deixem os nossos convidados passarem.”

¤ Era a voz suave e meiga, com tom determinado e inigualável que Athena fazia soar no pensamento dos seus 12 Cavaleiros de Ouro. Junto desta voz, vinha uma onda de um cosmo dócil, cheio de esperança.... um cosmo que mesmo naquela fria madrugada, esquentaria o interior do coração de todos os seus fiéis. Dominava a todo o Santuário, deixando que o clima pesado que se fizera com a passagem dos convidados pelas mansões se amenizasse, criando um toque de harmonia. Com isso, o magnífico cosmo de Athena foi capaz de traçar um caminho pelo qual Hilda e seus acompanhantes devessem prosseguir sem preocupações... tanto pela casa de Gêmeos.... quanto pelo resto do seu percurso. ¤


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Saga de Gêmeos |AS|
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Postagens: 68
Registro: 28/01/2006
Local: - - BrasilSexo não informado
 Postado em 03/02/2006 10:52:00 PM




Alberich de Megrez

Ação

-Fala

”Pensamento”





Santuário de Athena. A noite já havia caído há algum tempo. No céu, a lua prateada iluminava as escadarias das doze casas do zodíaco. O tempo passava muito rápido.
Os Guerreiros Deuses não tinham muito tempo. Precisavam chegar logo à Athena, e iniciar a tal conferência de paz com ela.
Todos seguiam calados, subindo as escadas velozmente. Enquanto acompanhava seus companheiros, Alberich pensava. Refletia o tempo todo, cada minuto, cada segundo. A inteligência era sua espada mais afiada, e a única que nunca poderia ser quebrada. Aprendera muito bem essa lição durante as batalhas contra os cavaleiros de bronze, em Asgard, e não cometeria erros como daquela vez.
A primeira casa, Áries, se ergueu à frente dos guerreiros de Hilda, que pararam para observá-la. Não era muito longe do início da subida, e não parecia ter uma atmosfera sinistra.







“Casa de Áries. O guardião dela deve ser Mu de Jamiel. Não sei muito sobre ele, exceto que é discípulo de Shion, o homem que sobreviveu à última guerra sagrada. Meus antepassados diziam que os cavaleiros de Áries são todos iguais. Humpf. O mesmo jeito calado, a mesma capacidade de consertar armaduras e a mesma força terrível escondida sob a face delicada. Hum. Acho que não teremos muitos problemas com ele. Não agora.”[/font]








Os Guerreiros Deuses passaram tranqüilamente pelo ariano, atravessaram sua casa e continuaram rumo à Touro, enquanto Alberich observava Mu pelas costas, como se o estudasse.
Não precisava ser tão inteligente para perceber que Mu não causaria qualquer problema. Na verdade, Alberich acreditava que nenhum dos Cavaleiros de Ouro iria fazer isso. Eram todos uns tolinhos preocupados em seguir a vontade de sua deusa. Alberich sabia disso muito bem. Nenhum deles iria desobedecer, interferir ou fazer qualquer coisa do gênero.



“O que não me canso de perguntar é o que Athena quer com tudo isso. Claro que os outros não perceberam, eles não possuem a minha inteligência. Seguem sua deusa, sem questionar o que estão fazendo. Mas quero saber o que tirou Hilda de Asgard depois de tanto tempo. Um motivo ridículo como uma conferência jamais faria isso. Humpf. Seja como for, vou descobrir o que é. E para isso vou recorrer a todos os métodos disponíveis...”





Enquanto o cérebro de Alberich pensava, o caminho terminava mais uma vez. Agora estavam diante da Casa de Touro. O Guerreiro Deus de Megrez nunca havia ouvido falar no próximo cavaleiro de ouro.


“Realmente não sei nada sobre ele. A não ser que...humpf. Foi derrotado por Shido de Mizar e seu irmão Bado, num ato de grande covardia dos dois. Os dois não são fracos, mas um cavaleiro de ouro ser derrotado por eles...diria que há maior chance dele ser um fraco do que os dois serem fortes.”

Depois de alguns instantes de estudo, os Guerreiros Deuses entram na casa. No centro dela, parado, com os braços cruzados, está o Cavaleiro de Ouro de Touro. Era forte e musculoso, e tinha um ar sério e compenetrado. Quando os viu, deu um passo para o lado e os deixou passar.
Alberich ficou para trás para observá-lo, e depois se apressou em seguir os outros.



“Não parece grande coisa. Não me admira que tenha sido vencido por Shido e Bado...”


Os Guerreiros atravessam a casa de Touro e voltam a subir a escada, agora na direção de Gêmeos.





“Já ouvi falar da próxima casa. Um antepassado meu, Alberich quinto, a descreveu como ‘labirinto de luz e sombra’, ou algo assim. Um lugar interessante e misterioso. Inteligente, diria eu. Talvez eu adote algo assim na região de Asgard que fui incumbido de proteger...<


Os guerreiros atravessam o resto de escada que falta e entram finalmente em Gêmeos. A casa está completamente nas sombras, e não há qualquer sinal de guardião. O que os aguarda à frente? Onde está o Cavaleiro de Ouro de Gêmeos?

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Daltro, Verseau×AS
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Registro: 30/01/2006
Local: Asengard - - Brasil
Idade: 29 anosSexo Masculino
 Postado em 05/02/2006 8:26:00 AM

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.:: Era noite... As estrelas brilhavam de forma única no céu daquele sagrado local, o santuário de Athena, a deusa da Justiça. E ali eu me encontrava, mais especificamente, na décima primeira das moradas zodiacais: Acquarius.

Era uma ocasião deveras peculiar... Athena, em toda sua misericórdia, havia convocado Hilda e seus guerreiros deuses à comparecerem no santuário, o motivo era uma conferencia de paz.

Uma coisa como aquela nunca antes havia ocorrido no santuário... Um a um, os santos de ouro iam abrindo passagem para aqueles que um dia haviam desafiado a magnanimidade do santuário ateniense. ::.
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“A noite é bela e constante, não creio que algo de inesperado possa acontecer... Porém, devemos ter em mente que nem sempre o mais belo esquife é o mais sólido...”



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.:: Meus pensamentos bailavam em meu cérebro de maneira bela e eficaz, as idéias constituíam-se a cada segundo, e era uma questão de tempo, até que Hilda e seu pelotão de frente adentrassem a décima primeira das moradas...

Mas em meio aos meus pensamentos, uma voz... A mais pura e delicada das vozes, invadia minha mente em palavras que me diziam o que já era conhecido por mim...

As palavras da deusa da Justiça logo tinham seu fim... Mas milésimos de segundos depois pude sentir a leve brisa soprada por Bóreas¹ tocar meu âmago... Um sentimento de melancolia invadia meu ser...

Mal presságio. ::.
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- Espero estar equivocado...





{ ¹: Bóreas: O vento nórdico, filho de Eolos - Deus do Vento }

[ Off: Imagens meramente ilustrativas, considerar como descrito na narração. ]
[ Off²: Apenas um bico básico. ]

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•Amamiya Shun•AS•
Pato de Circo ;__;

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Registro: 28/01/2006
Local: Porto Alegre - RS - Brasil
Idade: 29 anosSexo Masculino
 Postado em 06/02/2006 4:33:00 PM

• O mensageiro já havia saído de perto dos dois Cavaleiros de Prata, indo entregar o recado deles para Shaka de Virgem. Enquanto esperavam trocando algumas palavras - conjecturas sobre o que estavam a sentir -, algo chamara a atenção daqueles Santos de Athena; atônitos, perdiam a fala e apenas contemplavam a imensidão de um cosmo sublime.
O mestre daqueles homens, o homem mais próximo de Deus, tinha a sua essência a fluir de forma divina; meditava, tornando a sua alma incomensuravelmente leve - seu âmago era tão límpido quanto as mais puras águas e, como o fluxo de um calmo rio, seu cosmo se emanava. A Casa de Virgem estava repleta com um brilho áureo magnânimo.•



"Quando sinto esta energia sendo manifestada de forma tão calma, é como se meu âmago sentisse um alívio... como se induzisse minha alma a inspirar sossegada e buscar seguir tal plenitude. Realmente, Shaka é a pessoa mais próxima de um Deus... incontestavelmente."

• Logo, a meditação de seu mestre cessava. Era fácil notar isso, uma vez que aquele ar inspirador não mais se fazia. A voz do protetor da sexta mansão zodiacal falava com seus companheiros dourados, dizendo para que confiassem no julgamento de Athena e tratassem seus convidados com cordialidade. Até mesmo a atitude de Shaka mostrava o quão especial era - Shiva ficava a admirar aquilo, mostrando uma expressão calma e pensativa na face.•



Sim, Ágora. Sinto-me honrado por ter sido abençoado com ensinamentos de tal homem. Ele emite uma luz de esperança aos seus alunos, algo que nos instiga a seguir seu exemplo.

• Como não poderiam adentrar as 12 Casas - tampouco interromper aquele importantíssimo evento -, ambos limitavam-se a esperar. Shaka só poderia recebê-los após Hilda e seus guerreiros passarem por sua casa - era um dever, como Cavaleiro, recepcionar as visitas... dando espaço em sua casa para passarem.
Na Casa de Gêmeos, aquela comitiva estava demorando mais do que nas mansões anteriores. Não era um fato estranho, dada a peculiaridade daquela casa - a que era guardada por Saga.
Após uma certa demora, o mesmo sentinela voltava - junto de um companheiro-, dirigindo-se à Shiva.•



Senhor Shiva, a Sacerdotiza de Odin - Hilda de Poláris - veio de Asgard com seus Guerreiros Deuses para uma conferência de paz com Athena. Neste momento, os Asgardianos estão atravessando as 12 Casas para reunirem-se com Athena em sua sala. Por enquanto, não podemos nos aproximar, logo... não tem como avisar Shaka do seu recado. De qualquer jeito, creio que ele deve estar ciente da vinda de vocês, afinal... foram treinados com ele, não? Peço humildemente que esperem um pouco mais. Agora... com sua licença...

• Aquelas pessoas falavam de forma calma e respeitosa. Sabiam da força e da importância daqueles cavaleiros que eram seus interlocutores, portanto, travavam estes com boa educação. Após o recado, se retiravam, deixando os dois novamente sozinhos a esperar.•



Pelo menos, tudo está correndo em paz... como deve ser. Creio que em uma situação de extrema importância para os dois lados, nada há de acontecer de ruim... afinal, há a boa vontade de Asgard também. Talvez... receios do mar sejam sobre outra coisa, então... sempre é bom purgar as dúvidas com a sabedoria do mestre.



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Phoenix no Ikki¤AS¤
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Registro: 28/01/2006
Local: - - Brasil
Idade: 30 anosSexo Masculino
 Postado em 06/02/2006 4:48:00 PM





Árduas nuvens cobriam os picos Rozans, sombreando toda a face das imensas montanhas do pequeno vale na China! A neblina escura cobria as pontas dos picos assim cobrindo não só mesmo os picos como as cachoeiras do mesmo, chegava a tal ponto de cobrir algumas montanhas e vales mais altos, aquele dia a neblina estava realmente sombria e forte, isso demonstrava o clima que supria o vale na China... *
Sobre os picos mais sombrios de Rozan, lá estava eu próximo a famosa cachoeira de Rozan, aonde a caída era a mais forte da região, a mais alta e se não também era o maior pico do vale, conduzia a frieza em meus olhos, avistando diante da cachoeira, aflito pelo ocorrido no santuário de Athena... Logo arco meus olhos pro norte, aonde o fluxo do cosmos dos santos de Asgard era maior... Aonde era a direção da Grécia!




_Hum...

Logo minha atenção é comovida pela briga/conversa de Shunrei e Shiryu, vista logo meu pupilo queria ir a direção da Grécia, em busca do desconfortável cosmo dos Asgardianos que supostamente “atacava” o Santuário de Athena”, porém a própria Deusa nos alertar que a representante de Odin, Hilda de Polaris só vinha ao santuário pra uma brevê quebra de acertos com a Deusa Athena. *
Logo ambos para a tal tumulta discursam, e assim sinto o cosmo de Shiryu se aproximando de mim, já precavia que o próprio ia a direção do santuário de Athena. * Virando-se meu corpo em 360º avisto meu pupilo a caminha sobre minha direção, apenas arco meus olhos friamente em direção do próprio o fitando do pé a cabeça, já imaginando que ele vinha me alertar que ia a para o santuário de Athena... Fico frio vendo-o se aproximar, mesmo não querendo precaver isto, não tinha como deter, sendo logo um guerreiro de Athena, ele ia para o Santuário mesmo a Deusa alertando que os Asgardianos só estavam ali para uma prospera conversa...




_Shiryu...

Fecho meus olhos vagarosamente, apenas ouvindo os passos do meu pupilo, logo o gelo da situação é quebrada pela sua áspera voz, afirmando que ia ao santuário de Athena a mando da própria, eu já precavia que essa seria suas palavras... Logo após o dito, o silencio toma o local, assim volto abrir meus olhos vagarosamente, o fitando, sem tirar a face séria do meu rosto apenas o olho!!! Tentar impedi-lo seria inútil, porém tanto eu quanto ele sabíamos que aquela reunião não era para precaver um mundo mais prospero e mais amplo, sem guerras, sem dor, e com a luxará de paz... Porém talvez obtivessem esta paz, mais só através de Guerra. * Meu pensamento logo se fecha e assim minha voz roca toma o local.


{Off"> Manter o dia como se fosse noite e os char´s como descritos}.

_Hum... Shiryu essa demanda do reino Ártico ir sobre as terras de Athena, com uma previa de paz nunca foi exaltada! Desde os tempos mitológicos tais povos brigam sobre o domínio da terra, e receio que hoje não será diferente! O coração puro e dócil de Athena os esperas como uma previa de paz, mais eu não a vejo desta forma... Portanto vá, e proteja Athena!

Me calava num suspiro de desleixo, assim arcando meus olhos sobre as nuvens que rodeava a cachoeira de Rozan, logo fechando meus olhos vagarosamente, apenas esperando que meu pupilo parta em direção de Athena.

“Está será o inicio de mais uma Guerra, sobre o poder da terra!”




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•Amamiya Shun•AS•
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Registro: 28/01/2006
Local: Porto Alegre - RS - Brasil
Idade: 29 anosSexo Masculino
 Postado em 06/02/2006 5:03:00 PM

• Uma mão repousava sobre seu ombro: o peso daquele toque, a temperatura daquele toque... e a voz que então seguia tal gesto - sua suspeita se confirmava: Hyoga de Cisne, valioso aliado e amigo, estava ali.•




Hyoga?!


• Shun logo virou-se de frente para tal pessoa; aquelas orbes de verde vivo brilhavam com intensa emoção, o sorriso se fez com imensurável meiguice. Sobre o que o cisne dissera, a recíproca era deveras verdadeiras.
O Cavaleiro de Andrômeda via a mão estendida e então apertava-a com firmeza, enquanto fitava o fundo daquela pedra anil na face de seu querido companheiro. A voz saiu límpida, com um timbre assaz animado.•




É ótimo vê-lo de novo, Hyoga. Estava com saudade de todos vocês. Er... como assim... não sabia que eu viria? Por acaso você não recebeu a carta do Santuário?


• Os dizeres de Hyoga não faziam muito sentido, porém... Shun não pensara na possibilidade de Hyoga não ter recebido a carta por estar na Sibéria – confinado num local de difícil acesso. Por acaso, Hyoga sentira algo que o induzira a ir para o Santuário... e, por acaso, tinham a sorte de isso ter acontecido. A sua indagação era cortada por outra famigerada voz. Sua pergunta para Hyoga, no momento, não mais era importante: um cosmo familiar se aproximava com velocidade e aquela voz amigável... só podia ser de uma pessoa.•




Seiya!


• O âmago daquele jovem parecia ser reconfortado ao rever aquelas duas pessoas, como se a tristeza que estivesse sentindo antes fosse, por ora, eliminada. Seu cosmo radiava alegria de uma maneira nunca antes vista – era a primeira vez em que tudo parecia perfeito. Não, quase perfeito. Se Ikki estivesse ao seu lado, aí sim... aquele tempo de paz e prosperidade seria repleto de uma infinita euforia.
O Cavaleiro de Pegasus se aproximava dos demais Cavaleiros de Bronze, porém, era desastrado e destraído. Ao pisar em falso numa pedra lisa, escorregara; caía rapidamente, tendo o peso da urna de sua armadura a fazer um forte barulho no seu impacto contra o solo. Shun ria baixinho, sorrindo meio sem graça – até mesmo as palhaçadas de Seiya faziam falta. Logo, o amigo já se levantava e ajeitava sua postura. Andrômeda ouvia pacientemente a sua pergunta e esboçava uma serenidade em seu semblante, ao responder com uma afável voz.•




Seiya, você também não recebeu a carta do Santuário? Athena convocou Hilda para uma conferência de paz no Santuário, os Guerreiros Deuses e os Cavaleiros de Athena lutaram juntos em prol da justiça. O mundo está protegido por uma forte aliança. É um momento único na história do Santuário! Me sinto tão bem em ver as coisas correndo normalmente.


• E, quando terminava de falar, ficava apenas olhando seus companheiros: queria gravar suas imagens pacíficas para sempre.•



Considerar todas as screens como descritar no turno, servindo apenas de auxílio ilustrativo. Er... não estou muito inspirado ultimamente, então, peço desculpa pela qualidade dos últimos turnos meus. Anyway, vamos seguir com o jogo. =)


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×Suyiama Shiryu[AS]®
Pato de Circo ;__;

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Registro: 01/02/2006
Local: Rozanópolis - - Brasil
Idade: 26 anosSexo Masculino
 Postado em 06/02/2006 6:08:00 PM




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O suspiro profundo de felicidade pareceu ador-
mecer em seu peito. Em meio à nuvem de água
que, como uma leve manta, que emergia do cho-
que da água contra as rochas logo abaixo do pi-
co, sua expressão moldou-se em seriedade, preo-
cupação. As palavras de seu mestre pareciam dife-
rentes daquelas que ele queria ouvir, mas não dife-
rentes da realidade que poderia ter refletido,
se quisesse – porém, num ímpeto de felicidade,
a própria reflexão sobre o fato havia se tornado
uma idéia distante, agourenta. Os bufares do
dragão do vento leste levaram as longas madei-
xas negras, num rodopiar urgente. Seu mestre sabia
de algo que não queria revelar? O que se
escondia em suas palavras que tornava-se tão difícil
de se falar, mesmo para uma pessoa como
ele? Numa onda de calor, o dragão adormecido
em seu peito abriu os olhos, cujas íris – sufocadas
de forma atroz pela pupila – brilhavam em es-
verdeado profundo. Um sentimento de agouro
abateu-se sobre sua alma, porém era como
se ele sempre estivesse ali, porém, desde que
lera a carta – cujo teor havia, assustadoramente –
alimentado suas esperanças de forma perigosa,
havia se tornado incapaz de sentir; como um cego
era incapaz de ver o que lhe punham diante
dos olhos. Apertou as alças de couro de sua Caixa-
de-Pandora. Algo estava, definitivamente, errado.

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— Sensei... O senhor realmente acredita que
os Guerreiros Deuses de Asgard estão pre-
tendendo algo, entrando no Santuário?



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Sua voz soou profunda, séria, com uma pontada
de preocupação. Os nervos de seu corpo marte-
lavam-lhe a cabeça com perguntas sem fim. Seria,
toda essa repentina esperança, uma forma so-
mente de distrair a atenção de Athena para... To-
mar a posse da Terra? Os olhos do Dragão desli-
zaram do rosto de seu mestre para a cascata de
Rozan – cujo leito, coberto pela nuvem causada
pela quebra da água nas pedras davam uma
impressão de que a cachoeira não possuía fim. Se-
ria tudo isso uma farsa? Mas, se realmente
fosse... Athena... Athena estava correndo perigo!
Os Guerreiros Deuses cruzariam, com sua auto-
rização, as Doze Casas e os Doze Guerreiros
De Ouro, chegando assim à Sala do Mestre...

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— Athena-sama... Athena-sama pode estar
correndo perigo!



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A verdade lhe caiu como uma pedra na alma,
afundando todas as suas esperanças; uma
a uma, como quando se acorda de um sonho
e a face daquele sonho se torna turva. Seus
olhos, cobertos pela profundidade dos olhos de
um verdadeiro dragão, fitaram seu mestre no-
vamente. Não se via nada ali, senão uma imen-
sidão de preocupação, mesclada com deter-
minação. O Santuário... Seiya e os demais
deveriam, naquele momento, estar rumando pa-
ra o Santuário, sob a ordem de Athena.

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“Seiya... Proteja Athena!”




___________________________________________

Malz o turno sux x.x *passando mal*
Vai melhorar, prometo ;0;



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Eternal Hyoga AS
Pato de Circo ;__;

Postagens: 445
Registro: 28/01/2006
Local: Centrefolds - RJ - Brasil
Idade: 29 anosSexo Masculino
 Postado em 07/02/2006 10:30:00 AM









"Shun parece simplesmente não ter sentido nada...o mais estranho, é que eu e Seiya viemos aqui por puro instinto...talvez o dócil coração de Shun não deixe-o alerta sobre nada...é melhor não lhe dizer nada. Tomara que ele esteja certo, e que esteja tudo bem..."







Fitou a alma do dócil amigo por alguns instantes. Podia esquadrinhar sua alma com facilidade. A bondade e a inocência do menino eram visíveis. Conseguia sentir a felicidade brotar daquele âmago, e então, decidiu manter seus devaneios em silêncio. Tirou os olhos de Shun e sentiu familiar aproximação cósmica. Não poderia ser de nenhum outro, apenas do mais indômito de todos os santos...Pégasus. Sentiu um certo conforto com a presença irreverente e bem humorada do amado amigo. E ali, ele aprontava a primeira das suas. Num ímpeto descuidado, levava um tombo deveras engraçado, que descontraía por completo o lugar, tirando até mesmo boas risadas do cisne setentrional...




- Mas olha este Seiya..Como sempre desastrado, Hein, Seiya? É bom te rever, meu amigo...



E assim, apertou forte a mão do amigo, cumprimentando o mesmo com afeto e sinceridade. A grande mãe sorria no grande véu ébano ornado por incontáveis rastros purpurinados. Agora, estavam reunidos três dos cinco santos de bronze...Mas onde estaria Shiryu? Será que Dohko não o alertara sobre nada? Talvez, se nem mesmo Dohko tivesse sentido tal presença, talvez estivesse realmente perdido em devaneios. Enfim, desejou do fundo da alma que aqueles malditos sentimentos fossem apenas leves perturbações mentais de sua parte. Pôs as mãos nos ombros de Seiya e Shun e fechou seus olhos, talvez, desejando dizer algo que lhe parecia necessário, mas logo fez outro pensamento aflorar em sua mente...




- Devemos ir ao santuário...Atena deve estar querendo falar conosco sobre a aliança entre Asgard e o santuário...



E com isso, revelou novamente as grandes safiras de brilho ímpar. Passou no meio dos dois amigos e com um aceno de mão, convidou os outros a lhe acompanharem em seu caminho para a grande construção grega. No firmamento, a constelação de Cisne parecia emitir um brilho fraco, bruxuleando de leve a tênue luz que emitia. Provavelmente, preparando a alma de seu regido para uma nova batalha - que aquele homem nem sabia que teria de enfrentar. O santuário não ficava longe dali, talvez menos de vinte e cinco minutos de caminhada. Então, os três não se apressaram e se permitiram uma franca conversa entre bons amigos que não se viam a tempos. A noite abraçava as três crianças do Zodíaco, lhes confortando - ao menos enquanto podiam...









______________________________________________________________________________________________________

Perdão o turno BEEEM fraco, mas acontece que eu não estava afim de enrolar, e também não ando fazendo turnos muito agradáveis. Conforme for se desenrolando e as coisas fluírem melhor, o nível vai melhorando, certamente. Ah, e as imagens são ilustrativas, apenas e o mesmo blá blá blá de sempre...

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|Pegasus - Seiya|AS|
Pato de Circo ;__;

Postagens: 143
Registro: 28/01/2006
Local: - - BrasilSexo Masculino
 Postado em 08/02/2006 7:05:00 AM

~*As informações estavam chegando rápido demais e Seiya precisou de um tempo para poder processar tudo aquilo. Primeiro Shun começou explicando de quem eram aqueles cosmos, tratava-se dos Guerreiros Deuses de Asgard, e que eles estavam no Santuário a chamado de Atena para uma aliança, numa tentativa de cessar guerras e proteger a Terra. Enquanto ouvia o cavaleiro de Andrômeda, Seiya meditava, com uma elite de cavaleiros de ouro como aquela, a paz poderia ser mantida facilmente, mas uma aliança seria crucial para o fim das guerras. Será que ela estava pensando em fazer o mesmo com Poseidon?*~



- Atena quer mesmo imortalizar uma trégua e junto com ela a paz eterna. Sem dúvida seu coração é de uma bondade infinita.



~*Quando Shun mencionou sobre uma carta-convite requisitando a presença do Cavaleiro de Pégasus ao Santuário ele pensou por um momento que não havia recebido nada. Mergulhou nas memórias e lembrou-se de um dia que estava no orfanato ajudando Minu e viu a garota chorar em algum canto do pátio. Naquele momento teve vontade de se matar, de um jeito ou de outro ele fora guiado para o Santuário, pela presença dos cosmos diferentes na região*~



- Nas últimas semanas, eu venho tendo incômodo pressentimento, algo grande está por chegar, é a única certeza que eu tenho. Mas é melhor andarmos de pressa. Quero conferir de perto o que está acontecendo.



~*Com seu jeito impulsivo, Seiya tomou a frente dos seus amigos, olhou para a magnífica construção grega logo mais a frente. Aliança, Paz, Guerreiros Deuses em território grego. Era muita informação para quem era desprovido de uma rapidez mental fora das lutas. Mas ele assimilou o básico. Atena queria a presença de todos os seus cavaleiros para selar finalmente um acordo que a princípio traria benefícios para ambos os lados. Virou-se para os amigos e no seu típico sorriso jovial, ele exclamou em alto tom de voz*~



-Ei, o que estão esperando? Precisamos saber melhor sobre esse fato. Rumo à primeira casa do zodíaco!




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