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Tópico: •Beating of wing in the heart of two men•
Eternal Hyoga AS
Pato de Circo ;__;

Postagens: 445
Registro: 28/01/2006
Local: Centrefolds - RJ - Brasil
Idade: 29 anosSexo Masculino
 Postado em 29/01/2006 9:48:00 PM


Mais um joguinho gostoso e agradável, dessa vez com o Markoso ^_^. Eu achei essa interpretação do Markoso algo excelente, muito sincera, direta, extremamente agradável. Esse tipo de interpretação com empatia entre a gente, só reafirma o quanto o time dos CDB'S é unido ^_^. Obrigado por este jogo, Mark =***


_________________________________



~E então, sob a tutela da grande mãe celeste, o cisne setentrional olhava - absorto em seus devaneios - os vaga-lumes galácticos que fulguravam no longínquo firmamento. Uma fresca brisa massageava o rosto daquele homem e gozando daquela deliciosa sensação do poder eólico acariciando alva face, ocultou as grandes safiras esculpidas em sereno semblante. As pálpebras movimentavam-se lentamente, enquanto aquele aroma adocicado da primavera inundava seu corpo, embriagando-lhe com sensação de calmaria ímpar. As madeixas douradas a serem convidadas a participar de um tango noturno, conduzidas ao sabor daquelas leves e prazeirosas rajadas de ar puro, que aquele homem inalava, enchendo os pulmões, estufando o peito, e depois, soltando forte, a relaxar o corpo em deliciosa sensação.~ "Que agradável sensação...poderia ficar assim para sempre, desde que tivesse a senhora por perto..."




~*A noite já caíra no Oriente e em alguma pousada no litoral, havia uma silhueta na varanda do seu quarto, iluminado apenas pela lua. Os cotovelos apoiados no parapeiro, um olhar vago para o mar como se quisesse que dali, emergissem respostas para suas indagações. A maresia da noite trazia junto com o ar fresco, o cheiro salgado do mar que invadia o local, mas o rapaz não se incomodava com isso, adorava olhar o por-do-sol e ficar admirando o mar. Ergueu os olhos mudando o campo de visão, pensava agora nos amigos e no que estariam fazendo, jogou a cabeça para trás e de ímpeto, pulou o parapeito que separava-o da areia e começou uma caminhada, lenta e despreocupante agindo apenas por puro instinto, com seu andar típico, mãos nos bolsos e cabeça baixa, ele locomovia-se a esmo no litoral*~




~E ali, sentado naquelas ruínas, o - agora já crescido - Hyoga abaixava seu olhar ao chão, como se esperasse que os porquês de todos aqueles acontecimentos germinassem de infértil solo coberto por calcário, granito e sedimentos. Os braços apoiando a cabeça, estavam repousados num pedaço de algum tipo de suporte grego - certamente destruído durante uma batalha. E então, retirando a mão direita da parte traseira do corpo, olhou para a palma da mesma, a analisar seus traços, tentando - talvez - se desculpar com as mesmas pelo excesso de ferimentos adquiridos durante duras batalhas. Um fino floco de neve aparecia no interior do mesmo, enquanto o orvalho lacrimal brotava de seus olhos, perdidos totalmente em suas mais angustiantes tristezas que - agora - pareciam verter de seus olhos na forma de fino pranto ~ - Mamãe...




~*Sozinho, aquela silhueta permanecia caminhando a esmo pela areia, seus passos vagarosos demonstravam a nítida despreocupação até onde ele ia, apenas caminhava, solitário com seus pensamentos e dúvidas. A princípio tentou relembra-se de quantos inimigos teve que derrotar, quantos homens ele matou. Sentiu certa aversão a si mesmo, resolveu pensar em algo que não envolvesse lutas. O nome da irmã pareceu surgir em letras garrafais no seu subconsciente, onde ela estaria? Será que estava pensando no seu irmão mais jovem? A dúvida pairava, quando ele se tocou que o solo acomodável e fofo da areia, sumira debaixo de seus pés, e agora surgia a rigidez de uma rocha, a paisagem litorânea dava lugar a um local adornado da pura construção grega. Olhou para o lado e sorriu não deixando de sussurrar:*~ "Eu sempre venho pra perto de você, Saori-San."




~E então, que ao longe, viu a figura do velho amigo, agora, indesejado naquele lugar. Tinha guardada no fundo da alma, a esperança que ele Seiya não aparecesse ali, naquele lugar, entretanto, ao passar de cada batalha, podia-se perceber que os laços de união daquele homem com sua deusa superavam a barreira do indecifrável. O cisne o analisou, abaixando a cabeça por um instante, e então, ergue-a novamente, tentando - com sua visão - fazer com que o Pégasus errasse aquele local e voltasse para casa. Sim, era extremamente fantasioso, mas detinha no fundo do âmago um certo medo daquele encontro~ "Seiya, por favor, não venha para cá..." ~ E então, eis que belos algodões pareciam cobrir a grande mãe prateada, como se a mesma ocultasse seus olhos daquele triste episódio que se arrastaria dali em diante...~




~* A medida que as horas passavam, aquela noite iria tornando-se mais fria, Seiya que antes andava guardando as mãos nos bolsos, agora cruzava os braços a frente do corpo, tentando proteger-se das geladas brisas que teimavam em cair-lhe sobre o franzino corpo, acabado de sair da juventude.* – Como está ficando frio... eu devia pegar uma agasalho. * Refletiu um pouco mais, porque estava pensando num abrigo? Talvez porque era mais fácil do que pensar em uma desculpa senão a Justiça pra ferir tantos homens, que na maioria das vezes, defendiam seu Deus e seus ideais, o que não faria ele diferente dos outros. Percorreu com o olhar o lugar, esgueirando-se das pedras que agora já estavam bem geladas. Resolveu caminhar um pouco mais para frente e viu uma sombra por trás das ruínas. Piscou os olhos para ter certeza se o que via não era um devaneio de sua cabeça*~ - Quem está aí??




- Não reconheces mais a minha presença, Seiya? ~ Juntamente com suas palavras, um vento agora mais gelado, proveniente do brotar de seu cosmo, se fazia presente naquelas ruínas. As sáfiras faciais estagnadas no amado amigo, enquanto moldava aquela seriedade aparente diante o Pégasus. E então, apoiando o braço em uma pedra, levantou-se vagarosamente, enquanto as madeixas douradas eram jogadas para trás pelo vento - agora mais forte e precedido por um sibilar agudo. Sabia o que estava por vir, era inevitável. O orgulho daquele homem à sua frente seria grande o bastante para fazê-lo permanecer ali de pé, sem recuar por nenhum segundo, entretanto, tentou alimentar a esperança que aquele fosse apenas um passeio casual do Pégasus, uma vez que o setentrional Cisne não via a urna de sua indumentária nas costas de Seiya. Será que o pequeno cavaleiro da justiça não teria percebido aquela aura maligna a se aproximar do santuário? Rogava a deus para que aqueles devaneios tivessem verdades e então, com um olhar poderoso e direto, atingiu os castanhos de Seiya com brutalidade ímpar...~ - O que te trouxe aqui, Seiya?




~* Manteve-se imóvel com sua expressão séria, até que a pessoa que estava nas sombras se mostrasse, vendo quem era, a face séria logo desmanchou-se e deu lugar a um sorriso terno, estava feliz de rever o amigo. * - Nem tentei indentificar-te através do cosmo. Que surpresa vê-lo aqui. ~*Ousou dar um passo, e percebeu a breve elevação de cosmos de Hyoga, que não tardou a demonstrar as conseqüências daquele ato, seguindo uma corrente de ar mais forte, obrigando Seiya a descruzar os braços e proteger os olhos com o ante-braço.* - Mas o que.. ~*Não conseguiu prosseguir com a fala e achou melhor esperar o oscilar dos ventos extinguir-se. Após seu término, Seiya desceu o braço lentamente e num sorriso sem-graça, tentou uma piada para camuflar sua melancolia:*~ - Você nunca foi bom em recepções Hyoga. ~*Andou mais alguns passos e aí pôde ver o semblante do amigo, estavam tão parecidos que ao olhar nos olhos do cisne, sentiu-se como num espelho. Seiya não tinha noção do que estava para acontecer, um mau pressentimento*~




" - Você nunca foi bom em recepções Hyoga." ~ E aquela simples fala parecia desmanchar o órgão vital do Cisne em pequenos flocos de neve, enquanto insuportável dor lhe atingia o peito. Havia sido pego de surpresa, não esperava ver tamanha melancolia estampada na face do valoroso companheiro. ~ - Seiya, você ainda não me respondeu, o que veio fazer no santuário? ~ Cerrou os olhos, mas afroxou o coração. Comprimiu o punho, e junto dele, a alma era igualmente comprimida, totalmente esmigalhada naquela maldita farsa que ele deveria tecer para proteger aquele ente amado. Estava na hora de colocar os ensinamentos de Camus em prática, deveria ser frio como as eternas paredes glaciais da Sibéria e assim, jamais deixar os sentimentos fluírem em seu sangue e morrerem em suas atitudes. Mais uma forte rajada se fazia presente no ambiente, e finos cristais de gelo pareciam nascer da atmosfera e assim, denotando uma pequena oscilação cósmica daquele santo de gelo. ~




-O que eu vim fazer aqui? Bem... nem eu mesmo sei. Estava caminhando na praia, e quando me deparei, estava cercado de ruínas. ~*Percebeu que estava encarando demais os olhos do amigo, queria deixar claro que estava como antes, desviou o olhar para o lado, tentando disfarçar ao máximo sua tristeza. O vento soprou novamente, e como numa progressão aritmética, ele ia aumentando sua força, mas agora Seiya recebeu a corrente de ar sem mover-se. Os fios castanhos oscilaram para trás, a única reação foi fechar os olhos ao perceber que as pedras com menor massa agora lhe atingiam nos membros começavam a locomover-se. Passado o vento, Seiya reabriu as pálpebras e respondeu a nova questão do amigo*~ - Na verdade, eu gostaria de encontrar Sa... digo Athena, porém não sei se é uma boa idéia. ~*Seiya viu que não poderia esconder sua melancolia do amigo, certamente Hyoga já estava em dúvida sobre o semblante do Cavaleiro, que entre os amigos sempre fora o mais brincalhão de todos, ainda perdido nos pensamentos, foi retirado deles quando viu um floco de neve cair-lhe a frente do rosto, pairando logo abaixo do olho, e derretendo com o calor da face de Seiya, parecendo metaforicamente que o Pégasus estava a derramar uma lágrima.*~




~ E ali, aquele floco de neve - que jazia na rubra massa do rosto do Pégasus - parecia prever um trágico desfecho, ao se assemelhar em lágrimas...E olhando aquilo, o Cisne sentiu um baque surdo lhe atingir o peito, como se entendesse que a metáfora que via simbolizasse o julgamento divino sobre aquele maldito encontro. Ocultou as belas pérolas anil nas leves pálpebras alvas delineadas por magia. Os fios dourados se aglomerando em frente a testa, tentando, em vão, esconder o rosto de Hyoga.~ - Seiya, dê meia volta e vá embora deste lugar...Atena não deseja vê-lo... ~ E com palavras ríspidas e duras - que machucavam a ele mesmo - o Cisne setentrional sentenciava o desabar do mundo do jovem Seiya. Estava agindo como seu mestre lhe ensinara, estava honrando o nome do amado homem que um dia lhe ensinou a aniquilar os oponentes com frieza. Entretanto, aquilo lhe causava um conforto desconfotável, à medida que feria o âmago do amigo, mas ao mesmo tempo, aquela atitude fria e maldita poderia ser o que salvaria a vida do Pégasus. ~ - Agora, por favor, vá embora e não me faça mais perguntas... ~ Virou suas costas, e demonstrando total indiferença, iniciou um andar lento e cadenciado, maquiando o vacilar de suas atitudes ao retirar os olhos do rosto de ser tão imperativo a ele. Do céu, lágrimas sinceras caíam, como se a mãe daquele homem estivesse a derramar seu valioso pranto a reconfortar sua dor...~ "Mamãe..."




~*Seiya tratou rapidamente de cobrir-lhe o olho onde caíra o pequeno floco de gelo, secando a área com a palma da mão, o rapaz estava totalmente desconfortável com aquela conversa, aqueles atos de Hyoga, lembravam algo, mas a mente de Seiya como nunca fora parceira de atos passados, não lembrou de imediato até que ouviu a frase ríspida do Cisne, encarou o amigo e pôde ver, num devaneio de sua mente a imagem de Mu quando disse algo semelhante antes da batalha de Hades. Uma preocupação tomou conta de seus olhos, as pupilas dilatadas demonstravam claramente o misto de medo e surpresa na qual a melancolia tranformara-se*~ - Ir embora... ~*Abaixou a cabeça e repetiu as palavras de Hyoga, para si mesmo, sabendo que o uivar dos ventos seria mais alto que o próprio sibilar das palavras. Ergueu a cabeça, e agora o sorriso de sempre estava estampado na face do cavaleiro de Pégasus.* –Hyoga, já desobedeci Mu assim, se algo ameaça Athena, eu vou lutar. Estou pronto para dar minha vida à Athena desde quando peguei minha armadura, e eu tinha 13 anos. Finalmente eu percebi o que me diferencia dos inimigos. Eu não desejo proteger apenas Athena, você e a justiça. Eu faço isso por Minu, pelas crianças do orfanato e por todos que acreditam em mim. Se você quiser me expulsar, pois fique a vontade mas não sairei daqui! ~*Finalmente achou a resposta que precisava, o que diferenciava Seiya dos demais oponentes era sua vontade não de proteger Athena, mas sim das pessoas normais com quem convive. Cerrou o punho com força, e o cosmo esbranquiçado ergueu-se a sua frente, o vento agora perdia toda sua hostilidade perante ao Cavaleiro de Pégasus. Seu ato de erguer o cosmo não convidava Hyoga a luta, apenas queria demonstrar que o velho Seiya, tinha voltado e mais determinado do que nunca.*~




~Jamais esperara atitude diferente por parte de Seiya. O santo de Pégasus sempre fora bem previsível para Hyoga. As inúmeras batalhas lado a lado haviam concedido ao santo de Cisne o dom da perscrutação das atitudes de todos os valorosos companheiros. E então, num forte e estridente estalido, o Pégasus pôde sentir o pesar da palma da mão do Cisne lhe atingir a face com tamanha força que poderia lhe jogar no chão. O olhar sério e falso, denotando aquele mentiroso gelo que o santo tentava fingir estar correndo em suas artérias. Entretanto, o carmesim vital do cisne setentrional sempre correria quente, pois certas coisas na vida são imutáveis. E o mais íntimo de seu âmago chorou aquele tapa, derramando pesadas lágrimas de seu coração. Contudo, apesar do sentimento de culpa lhe assolar, permanecia inerte, indecifrável, sem demonstrar nenhum tipo de sentimentalismo para com o valioso ente, pois tinha no fundo de sua alma uma esperança de que Seiya sairia bem daquilo tudo. E então, forte presença se fez reverberar naquele âmago, como se do cavaleiro de Pégasus, forte energia fosse desprendida. ~ - Eu mandei ir embora, Seiya. Não me interessa os motivos que te levam a defender a justiça. Eu sou um simples guerreiro de Atena, e como tal, devo acatar suas ordens. E as ordens de Atena foram bem claras, quando ela disse que sua presença no santuário era um mero....ESTORVO.~ A última palavra fora escarrada na face do Pégasus com agressão, enquanto o cisne sentia a amizade entre ambos se esvair lentamente. Estaria perdendo o valioso amigo?~




~* Tinha acabado de falar, e num piscar de olhos, sentiu um peso no rosto, quando se deu conta, percorreu o braço do Cisne e viu que sua mão estava em contato com o rosto de Seiya, um golpe de aparência frágil porém a força oculta daquele ato poderia derrubar um homem comum facilmente. O cosmo oscilou e enfraqueceu tão logo quanto seu equilíbrio, e evitando a queda, moveu sua perna direita, usando-a de apoio, permaneceu com o rosto virado para onde a força de Hyoga fora destinada, foi recuperando-se vagarosamente a posição original e sentiu o ardor do golpe logo após, porém o sorriso ainda estava na sua face*~ - Sabe de uma coisa? Ninguém vence sempre, ou eu perco pra você aqui, ou eu morro na luta contra esse perigo que ameaça Athena. Sinceramente, Shion não me deu a armadura para simplesmente dar as costas ao primeiro cavaleiro que diz que sou inútil. A morte tentou me abraçar várias vezes, e se ela ainda não me levou, é porque minha missão aqui não foi concluída, se quiser pode me bater, mas eu não saio daqui até saber o que está havendo. ~*O cosmo antes oscilante agora brilhava com mais ardor, os punhos abriram-se, e Seiya manteve o olhar tranqüilo, deixando a clara interpretação para Hyoga que Seiya só sairia do lugar morto.*~




- Se deseja tanto morrer, que ao menos morra na minha mão, cavaleiro de Pégasus... ~ E então, o universo no interior do Cisne brilhava forte, crescendo gradativamente num ímpeto forte e veloz. Flocos de gelo vertiam do céu como pesado choro do cisne, que derramava seu pranto através da expansão daquele cosmo coberto de nostalgia e dor. E a aura polar envolveu seu corpo por completo, quando o cisne setentrional bateu as asas em suas costas e soltou um poderoso brado. Sabia que aquilo era para o bem do amigo, e então, se encheu de confiança. As madeixas douradas vacilavam ao sabor do vento cortante e frio que inundava o local com violência. O Pégasus certamente seria empurrado para trás com tanta agressão, e nesse momento, o piso do local parecia se congelar gradativamente. A chuva aumentava, e à medida que colidia com o solo, parecia formas pequenos diamantes belíssimos e brilhantes, dando um clima suntuoso àquilo tudo, e então, num mover de asas do cisne, uma lágrima rolou do rosto de Hyoga lentamente, colidindo no piso escorregadio e morrendo em límpido cristal a simbolizar sua tristeza.~ - Seiya, lamento ter de fazer isso, mas já que insiste em continuar aqui terei de lhe demonstrar a técnica herdada por mim de meu mestre...~ E então, jogando um braço para o ar, a dor em sua mente foi forte e seu coração rachou firme, como se fosse fina parede de gelo. O outro braço levantava em sincronizado movimento, enquanto o olhar do indômito cisne demonstrava a seriedade de seu ato, a hombridade em executar a missão. E então, o pássaro majestoso sacodiu suas penas em meio àquelas ruínas. Um soco veloz era desferido na direção de Seiya, expurgando forte rajada de gelo condensado à neve e um forte vendaval polar. Amalgamado ao gelo e ao frio, apenas as lágrimas e as sinceras desculpas daquele santo que sacrificava sua humanidade pela história de uma amizade.~ DIAMOND DUST














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¤Aries no Mu¤AS¤
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 Postado em 29/01/2006 9:51:00 PM

*Leu no chat* Ficou muito bom, que mais poderíamos esperar de ti e do Mark, também, né? u.o Muito bom mesmo, recomendo que leiam.

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|Pegasus - Seiya|AS|
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 Postado em 29/01/2006 9:58:00 PM

Luck, o prazer é meu em jogar com você. Não consigo achar a palavra para esse nosso joguinho particular, só digo que gostei, muito jogar com você, uma parada leve que serviu tanto para retomar meu jogo de Seiya quanto pra nos aproximar ainda mais. Espero ter outros jogos assim com você e com os outros CdB´s.

PS: E que venha o Auroso AHSouHASOUHS

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•Amamiya Shun•AS•
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 Postado em 30/01/2006 12:36:00 AM

O que mais posso dizer? É o meu GD, suckers! *-*


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¤Aries no Mu¤AS¤
Grilo Falante i.i

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 Postado em 30/01/2006 12:39:00 AM

Vou fazer seu Seiya suar como uma porca, Mark */evil*

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•Amamiya Shun•AS•
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 Postado em 30/01/2006 1:20:00 AM

Nem vai, Auroso. Se fosse qualquer Seiya, até rolava... mas, Markoso consegue ser um Seiya que me faz não odiar o char. :3

Alias.. olhem meu jogo com o Luck também, bibas! XD


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¤Aries no Mu¤AS¤
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 Postado em 30/01/2006 2:01:00 AM

Vou sim! Já apanehi pro Shaka, apanhar agora pro Seiya não vai fazer diferença i.i~~

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•Amamiya Shun•AS•
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 Postado em 30/01/2006 5:22:00 PM

Foi um jogo bem sem compromisso, com turnos simples e gostosos de se fazer, uma boa fluência e sinceridade. /o/
Tá bem fofo e fora dos padrões comuns de interpretação. =P


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|Pegasus - Seiya|AS|
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 Postado em 01/02/2006 8:50:00 PM

Nossa elogios do Shiki e do Auroso, que horna ;D E auroso, vou fazer o possível pra igualar meu Seiya ao seu Mu e seja o que deus quiser ìí

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¤Aries no Mu¤AS¤
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 Postado em 01/02/2006 9:06:00 PM

Eu que vou precisar igualar meu Mu ao seu Seiya xD Estou lixoso

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