Resgate ou mistura?
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Tópico: Resgate ou mistura?
Tata Toindé
Membro Pleno

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Registro: 20/03/2005
Local: RIO DE JANEIRO - RJ - Brasil
Idade: 39 anosSexo Masculino
 Postado em 18/07/2005 12:52:00 PM

Caros amigos....

Mukuiú...

Todos nós sabemos que a cultura e religião africana chegou ao Brasil através dos escravos vindos do continente africano.
Isso acabou resultando em uma mistura de TRIBOS e NAÇÕES, cada uma com uma forma diferente de nomear e administrar o culto às suas divindades.
O resultado disso foi uma mistura de informações fazendo com que em Brasil, esta cultura tomasse uma referencia diferente da praticada em África.
Por exemplo: Hoje, a grande maioria dos barracões que praticam o Candomblé de nação Angola, o faz utilizando conceitos e terminologias de outras nações.
Ao invés de louvar Nkosi, louva-se Ogum.
Munzenza é chamado de yawo.
Makota ou Mameto Nsanxi é chamado de Ekede e por aí vai.

O mesmo acontece com as outras nações.

No programa "Nos caminhos de Nzambi" que foi ao ar no dia 03/04/2005, foi criada uma enquete sobre este assunto, no qual trazemos também para cá.

O que você acha sobre esta mistura de culturas?

Apesar de sabermos que é importante, a nível cultural, resgatar nossas tradições, se faz necessário aplicá-las em nossas casas??
Isso, na opinião do manos, é indispensável, ou seja, uma casa de uma nação que sofre a mistura de outras nações, teria menos ou mais hambar ou Ngunzo por causa disso???

Como resolvemos a questão de implantar descobertas adquiridas em nossos resgates sem ferir o quer nos foi passado pelos nossos Tatas e Mametos??

kandandu

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Tata Obalumbi
Membro Pleno

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Registro: 19/07/2005
Local: RJ - RJ - Brasil
Idade: 28 anosSexo Masculino
 Postado em 20/07/2005 1:52:00 AM

Mokoiu a todos.
Pange eu também tenho visto isso, muito inzo riá mbutu ngola (case de nação angola ) estão tendo terminologias iorubanas, eu particularmente acho que seria melhor cada casa falando a sua origem, tipo casa de angola fala bantu/kikongo case de alaketu fala o ioruba.
Na hora do Jamberessú (xirê) louva os minkisi em bantu, e os orixas em ioruba.
Os próprios cargos tem gente de angola deizendo em ioruba, tipo, iabace que nós angolanos seria mametu mukamba, kota rifula...
Tata riá nkisi tem gente que diz Babalorixá...
A pessoa feita na mbutu ngola diz que é filha de Ogum, vamos passar a falar a nossa origem.
Eu sou a favor de cada casa falar a sua lingua.
Espero ter ajudado, desculpe qualquer coisa.

Kibuku kissinavuru ngunzu kala muki
Kandandu

Tata Obalumbi

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Makota Lembanilé
Membro Junior

Postagens: 74
Registro: 21/03/2005
Local: RIO DE JANEIRO - RJ - Brasil
Idade: 41 anosSexo Feminino
 Postado em 20/07/2005 9:31:00 AM

Pange Obalumbi

Não há o que desculpar, sua opinião permanece em você até que algo se prove contrário ao que acredita.

Também acho que cada nação deveria seguir seus próprios dialetos, porém (creio eu) que elas esbarrem na velha história conhecida por todos nós.... a de que "foi assim que meus mais velhos ensinaram e é assim que tem que ser"

Toda mudança é muito difícil. Por exemplo, mesmo meu Tata exigindo que todos do Abassá falem corretamente, sem misturas ou interferências, ainda encontramos barreiras já que muitos que vão chegando trazem consigo um bagagem bem antiga do que é dialeto no candomblé... logo, sou chamada de Ekede e preciso corrigir a todo tempo até que se habituem com as mudanças....

Mudar é complicado e delicado. Eu mesma, venho de Umbanda onde Ogum é Ogum e pronto. Mudei as águas para o Angola e Ogum virou Nkose, pensa que foi fácil... desde minha primeira kibane mutue, tenho caderninhos onde anoto tudo que vou aprendendo e, acredite, ainda recorro a eles quando fico em dúvida. .....é muita informação, mas com calma chegaremos lá...

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jafuranga
Membro Iniciante

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Registro: 22/07/2005
Local: Luziania - GO - Brasil
Idade: 38 anosSexo Feminino
 Postado em 23/07/2005 3:21:00 AM

Mokoiu Panges

Acho que devemos resgatar sim, mas com calma.
Como dizem os antigos" cuidado com o Santo porque ele e de barro"
Tem 10 anos que vivo nessa mistura de dialetos e estou tentando me acostumar a falar tão somente o Banto, mas sei que não e facil, ainda mais no meu caso em que estou frequentando uma Nzu em que o Tata Ria Nkise acha que oque ele aprendeu e o certo.... fala quase tudo em termos yorubas, e quem sou eu para questionar?

Sei que seguir arrisca mesmo só com o tempo todos consiguiram separar os dialetos cada qual a sua casa, claro que um compreendendo o outro pois digamos que chegue alguem de keto em sua casa e pede um omim? e bom sabermos que e o mesmo que amazi mas sem misturar mais do que já esta misturado.

Kandandu

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Ilma
Membro Iniciante

Postagens: 31
Registro: 20/07/2005
Local: Salvador - BA - Brasil
Idade: 60 anosSexo Feminino
 Postado em 28/07/2005 9:28:00 AM

Mukuiu à todos,

Gostaria de salientar a minha opinião pessoal a respeito do assunto.

Na verdade, como o Tata disse viemos de uma mistura que se fez necessaria para sobrevivencia da religião e dos costumes africanos, não consigo enxergar agora como fazer tal separação. É muito importante sabermos distinguir a procedencia de cada um, porém como separar aquilo que foi construido junto?
Não existe aqui uma religião africana, e sim uma religião brasileira com base africana.
Se fez necessaria a construção junto para sobrevivencia, separar agora seria o principio do fim.
Não existe casa aberta sem mistura, vai lá no Terreiro antigo de nação Ketu prá vê se vc não acha alguma coisa bantu ou vice versa.
Agora, podemos fazer sim, esse resgate, como já está sendo feito, para manter a tradição africana, mas imprudente separar totalmente as nações, como o nossa irmã Jafuranga citou, precisamos conhecer de todos um pouco até para receber em casa um visitante.
Vamos estudar sim, vamos resgatar sim, mas separar o que foi construido junto não.

Que a luz de Nzambi se faça para todos,

Ilma.

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Makota Lembanilé
Membro Junior

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Registro: 21/03/2005
Local: RIO DE JANEIRO - RJ - Brasil
Idade: 41 anosSexo Feminino
 Postado em 29/07/2005 9:38:00 PM

Exato! Não dá para separar o que já vem misturado no sangue.....

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Kalunga
Membro Junior

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Registro: 02/08/2005
Local: Santos - SP - Brasil
Idade: 51 anosSexo Feminino
 Postado em 03/08/2005 1:16:00 AM

Mensagem original postada por Tata Toindé O que você acha sobre esta mistura de culturas?

Apesar de sabermos que é importante, a nível cultural, resgatar nossas tradições, se faz necessário aplicá-las em nossas casas??
Isso, na opinião do manos, é indispensável, ou seja, uma casa de uma nação que sofre a mistura de outras nações, teria menos ou mais hambar ou Ngunzo por causa disso???

Como resolvemos a questão de implantar descobertas adquiridas em nossos resgates sem ferir o quer nos foi passado pelos nossos Tatas e Mametos??

kandandu


Esse assunto é muito delicado, porém sair desdenhando o que o alheio pratica é inconcebível, tudo que venha a acrescentar conhecimento é louvável, de todas as formas, mas eu acho que para isso, o matriarcado deveria ser consultado, e não deveriam sair fazendo o que não receberam em suas kuias.
Vemos e ouvimos muitos fazerem e falarem, mas quem tem o poder (creio eu) de achar e deixar de achar, para que as famílias (jinzo) pratiquem e apurem a legitimidade dos rituais, deveriam ser as casas matrizes, e diante disso, deveria ser criado um órgão a nível nacional, no qual essas pessoas (Matriarcas e Patriarcas das Raizes) se reunissem e ai sim, tornassem, poderiamos dizer, LEI para tais práticas, pq como vamos acrescentar sem termos recebido?
Nunca soube que elas ou eles foram consultados, muito pelo contrário.
Creio também, que se os mesmos estivessem à frente de tais instituições, confederações e etc., muita coisa deixaria de ser lenda ou especulação.
Essa é a minha opinião.

jindandu



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D´Oxá
Membro Iniciante

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Registro: 23/08/2005
Local: Belém - PE - Brasil
Idade: 58 anosSexo Masculino
 Postado em 23/08/2005 4:41:00 PM

Mukuiu Jipanjes.
Essa é uma questão difícil. Muito difícil de ser resolvida sem que se tenham desdobramentos, até quem sabe, agressivos de cada parte defendendo o que acreditam.
Se estiverem errados é mais difícil dizer ainda. Creio que cada um acredita naquilo, que em muitos casos, lhes é conveniente.
A questão de se separar as diversas formas de cultos praticados no Brasil se torna difícil exatamente pelos fatos já expostos.
Muitas casas de Angola absorveram determinados conceitos religiosos dos yorubanos em razão de que quando estes últimos aqui chegaram já não sentiram na pele as chibatadas com couro duro, mas com couro já amaciados pelos primeiros que foram trazidos. E sabemos que a tortura, a opressão, a falta de um contato mais estreito entre parentes de uma mesma tribo, faz com que muitos dos conceitos, não só familiares mais religiosos não se alicercem. Que eles se percam pelo dor e pelo sofrimento.
Os que aqui chegaram primeiro, sofreram, acredito, muito mais que os que vieram já próximo do fim daquela desgraça que foi a escravidão. Esses foram oprimidos muito mais duramente. Foram forçados a aceitar que o Deus católico era a sua salvação. Agora imaginem um pobre ser humano. Sendo tratado pior que um verme por dias, meses e anos a fio. Se ele ainda guardara em seu peito resquícios de sua religiosidade. Fica muito difícil. Quando do advento da vinda de outros povos isso se modificou um pouco, até mesmo por um deles ter visto que o que chegou depois era tratado de uma forma menos animalesca. Ele passou a crer que poderia de alguma forma recuperar os seus dogmas religiosos. Mas como o sofrimento que passou ainda estava muito em sua mente o que ele fez, se voltou para aquilo que julgou mais palpável. Ou seja. Aquilo que se mostrou mais recente, ou melhor, aquilo que lhe foi mostrado naquele momento. Que Nkosi era Ogum. E que, imagino, para ele se tratava em muitos casos de um mesmo Deus, apenas com nome diferente. Hoje sabemos não ser isso verdade. Mas pensemos como esse ser com tantos anos de sofrimento nas costas. Será que ele estava errado?
Hoje se busca desesperadamente esse resgate. Só que é muito difícil. Resgatar assentamentos é simples. Mas cadê o resgate da parte de rezas e cantos. Será que o que fazemos hoje é igual o que se fazia há 300 anos atrás? Eu honestamente não sei. Sei que aprendi de uma forma. Procuro aperfeiçoar o que sei e sei que em muitos casos os Junkisi de meus filhos não aceitam tais mudanças.
Vejo pessoas em desespero pra mudar toda uma estrutura religiosa que vem de longos anos, querendo impor coisas que a meu ver são absurdas e inconseqüente. Não as julgo erradas. Quem sou eu. Eu apenas não concordo com elas.
Mas voltando ao inicio. Eu tenho certeza que essa separação nunca acontecerá. Ela já esta enraizada em nossos conceitos religiosos e infelizmente, é impossível desvencilha-las. E como tinta se mistura não a jeito de separar.
D´Oxá


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Dandarê
Membro Pleno

Postagens: 210
Registro: 19/07/2005
Local: Salvador -Bahia - BA - BrasilSexo Feminino
 Postado em 26/08/2005 11:46:00 AM

Mimenekenu Jipangi

O nosso fórum é recém criado, portanto vamos começar fazendo alguns esclarecimentos essenciais acerca da palavra RESGATE, constantemente utilizada para se referir a resultado de investigações sobre a cultura dos antepassados bantus e aí aparecendo como RESGATE CULTURAL. Posteriormente chamaremos para uma observação mais profunda da FORMA como devem ser tratados os nossos “achados” sobre a cultura dos povos africanos que vivem abaixo da linha do Equador.

A Cultura dos povos é dinâmica por natureza; ela está sempre se renovando e nesse processo capta, envolve e absorve costumes de povos vizinhos, emigrantes, escravos, senhores, etc. Seguem a inexorável Lei da Evolução adicionando, selecionando, aprimorando conhecimentos e valores éticos, morais e religiosos. Por isso é natural que os ritos, costumes e linguagem, legados pelos africanos tenham se extinguido ao longo dos anos enquanto outros tenham se firmado pela prevalência do bom senso diante das condições e dos valores temporais.

Esse revisionismo histórico que todas as ciências estão fazendo a algum tempo, não tem como objetivo RESGATAR (ir buscar no passado o que nos pertence e está lá, estático, passivo); NÃO É ISTO. A idéia de revisar vem com o sentido de ESCLARECER duvidas e nessa busca se tem encontrado erros muito grandes, de toda ordem e em todos os níveis das Ciências.

Levados pela vontade de provar que nós angoleiros temos uma identidade cultural muito mais rica do que a que se firmou no Candomblé de Angola, os filhos que se sentiram mais atingidos pela discriminação dos próprios irmãos de outras nações, começaram a investigar. Alguns perderam seus iniciadores antes de cumprirem seu tempo na hierarquia, outros se afastaram por diversas razões da Casa Matriz, e, sozinhos deram um salto por conta própria abrindo Terreiros, ditos de Angola, mas considerados “um pouco estranhos” pelos próprios irmãos de raiz, por terem inclusive, inserido nos seus Abassás o que encontraram nos livros de História, de Sociologia, de Antropologia, como forma de feitio de colares, indumentárias dos iniciados, paramentos dos Minkissi, máscaras, formas de assentamentos, etc. Há quem diga, e eu sei que é verdade, que encontrou em sua Casa Matriz assentamentos de argila com favas e sementes, bem diferente do que se vê nas Casas de Candomblé de Angola.


Hoje em dia, todos nós do Angola, se não viu, pelo menos já ouviu falar nesse movimento de estudos, investigações e pesquisas da cultura Bantu e de Sacerdotes que investem o seu tempo em disseminar elementos dessa cultura para que sejam adotados, inseridos nos Terreiros de Angola, visando assim trazer uma demonstração mais visível da nossa identidade cultural.

Na realidade , acredito que ninguém pretende “mudar” o que os nossos mais velhos nos ensinou. A linguagem impositiva com enxertos de “está errado” “nosso fundamento é este aqui” e etc... foi um erro cometido por pessoas bem intencionadas, porém com pouca habilidade didático-pedagógica para uma inserção desse nível numa religião étnica e de magia.

Observo nos grandes seminarios sobre a questão que nos primeiros passos para tornar público o assunto, faltou estratégia metodológica para dar encaminhamento às “descobertas”. Faltou a imprescindível socialização inicial, esclarecendo os objetivos e as metas da investigação, faltou a utilização dos princípios básicos da Metodologia da Pesquisa e por isso o assunto saiu do campo científico geral para o campo particular dos achismos, desgringolando nas discussões com agravamentos pessoais, axincalhamentos das opiniões etc. e etc... Enfim, uma preciosidade virou fuxico de candomblé!!!

Quando vi o programa "Nzila Kuna Zambi" do Antropólogo Xavier Vatin reunir na Casa de Angola aqui em Salvador, em torno de uma mesa redonda, o povo do santo, Professores, Antropólogos, Ministro da Cultura de Angola, Representante do Prefeito de Salvador, agradeci a Zambi por terem me convidado; pois vi realizado o que sempre digo: uma investigação cultural visando esclarecimentos e possiveis inserções dentro do Candomblé só pode ser feita tendo como parâmetro o Método Científico, tal qual fez Pierre Verger.

Para mim que me apaixonei pela investigação da cultura bantu, a idéia não é mudar, é INCLUIR o que é nosso, o que os nossos mais velhos conheciam, mas não acharam relevante manter e que hoje nos faz falta para nos colocarmos com uma identidade cultural mais definida, mais expressa em termos bantu.

Acredito mesmo que a instituição do Candomblé foi pensada pelas princesas Obatossi e Yanassô para UNIR os negros, TODOS ELES em torno de uma única religião. Só que a desunião entre os adeptos ainda permanece e cada um quer ser único ou ter primazia; nem os angoleiros querem admitir a prevalência nagô, nem os nagô querem admitir que o angola tem seus fundamentos para existir como Candomblé de nação!!!

Uma vez rechaçados como Candomblé de Nação, por falta de identidade cultural, temos o dever de conhecer a cultura daqueles que nos deu tão precioso legado. Quem ainda não ostenta as cores , as vestimentas, os paramentos dos Minkissi pode passar a usaá-los, desde que os nossos deuses aceitem. Pode-se ser mais rigoroso com o uso de lingua do grupo linguistico bantu, colocar o nome do Nkici nas suas respectivas casas, ir tentando corrigir as palavras que já conhecemos, à luz dos dicionários Kimbundo, Kikongo, Kiribum, enfim podemos ajustar muitas coisas sem ferir ou magoar os nossos mais velhos. Forjar uma nova religião em nome do “resgate cultural" é uma falácia!, a começar pela fragilidade da intenção, pois não existe resgate cultural.

Tenho certeza, que a medida em que for despertado o interesse de conhecer a cultura do povo bantu, tudo se ajeita sem problemas em nossos terreiros. Com outra perspectiva estou fora.

JINDANDU

DANDARÊ

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D´Oxá
Membro Iniciante

Postagens: 15
Registro: 23/08/2005
Local: Belém - PE - Brasil
Idade: 58 anosSexo Masculino
 Postado em 09/09/2005 11:44:00 AM

Parabéns.
D´Oxá.

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