Final Fantasy VII - The Chronicle
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 Final Fantasy VII - The Chronicle
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Tópico: Final Fantasy VII - The Chronicle
Henéarem
Deus do Olimpo

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 Postado em 26/12/2005 11:50:00 PM

Ai Gente, deu uma idéia e eu comecei a escrever a história do Final Fantasy VII em versão de narrativa, seguindo o jogo.
Pra quem se interessar, postarei um capitulo por semana aqui ^^
Brigado gente \o/
Espero que gostem ! ^¬^

Capítulo 1: Ataque ao Reator

É noite na cidade de Midgar, e como sempre a matriz da grande empresa Shin-Ra está produzindo energia Mako, a fonte dessa para as pessoas do mundo. Retirando as correntes de vida da Terra, os reatores trabalham incessantemente produzindo cada vez mais e mais Mako.
Faíscas verdes voam pelos ares, quando um mulher carregando rosas escuta o som do motrô de chegada à cidade alta, vindo dos barracos que instalaram-se abaixo dos pratos da indústria de energia. O metrô para ao lado da entrada do subsolo do reator número 1, altamente guardado, porém, os guardas com sono mal conseguem se manter de pé. Os olhos pesados e a visão turva olham para o trem, quando subitamente pulam do teto três pessoas, que sem nem deixar reação, nocauteam os dois guardas e saem correndo para uma pequena passagem no fundo da estação.
Logo depois um homem grande, alto e forte, de pele morena e cabelos curtos desce do trem. Usando calças verdes e apenas um colete marrom aberto, ele olha para o teto do trem como se esperasse algo, e sem mais espera, um homem de aparência bem nova, cabelos espetados e louros, carregando uma espada quase que do seu próprio tamanho, pula do trem fazendo uma acrobacia e cai ao chão. Seus olhos azuis olham o braço de ferro do homem moreno, e tentando disfarçar ele corre os olhos para o rosto do tal.
-Ei carne nova, vem pra cá, me siga ! –Disse o homem com o braço de ferro com uma voz grossa e rasgada.
Assim que disse as palavras sai correndo para onde os primeiros três correram. O moleque de cabelos espetados o segue, com facilidade, apesar do cinto e ombreiras de ferro que carregava.
Sem esperar, aparecem no caminho mais dois guardas trajando azul e um capacete de viseira, que não mostrava os olhos dos mesmos. O moleque sem demonstrar qualquer relutância, empunha sua espada e avança nos guardas e desprende um golpe, que sem ao menos deixa-los carregar suas armas, os joga no chão, mortos.
Seguindo seus comparsas, o garoto chega a um portão onde apenas três, dos quatro estavam. Um deles era baixo e um pouco gordo, observava desajeitadamente todo o corredor, aberto e extenso que estavam. Outro estava de frente apra uma porta, trajando uma camiseta regata verde e uma faixa vermelha na cabeça, observando a única mulher do grupo, que usava cabelos castanhos curtos e um peitoral de ferro. Ela mexia sem parar em alguns circuitosnum painel de controle que estava colocado ao lado do portal eletrônico de ferro.
-Nossa ! Você era da Soldier antigamente, não era ? – Disse o homem com faixa na cabeça – Não é todo dia que se acha alguém como tu num grupo como o Avalanche.
-Soldier ? –Questionou Jessie, a mulher que ainda continuava a mexer nos circuitos – Eles não são os inimigos ? O que ele está fazendo conosco aqui no Avalanche ?
-Segura ai Jessie ! Ele estava na Soldier. Ele saiu é agora é um de nós. Ei! – disse ele dirigindo-se ao garoto de cabelos espetados- Eu sou Biggs, qualé teu nome mesmo rapá?
-É Cloud.-Respondeu seco, sem nem mexer a boca direito. – Não ligo qual é seu nome. Assim que esse trabalho terminar eu vou cair fora. – Assim que Cloud olha para o lado, o homem de pele morena vem correndo no corredor:
-Que porcaria vocês estão fazendo ai ?! Pensei que eu tinha falado para nunca andarem em grupo! Nosso alvo é o Reator Mako do Norte. Nos encontramos na ponte na frente dele! – A porta a frente do grupo se abre, e todos saem correndo em sua direção. O Homem com o braço de ferro torna-se para a direção onde Cloud estava parado e diz:
-Ex-Soldier, em.... ? Não confio em você. Meu nome é Barret. Venha logo, não demore !
Logo Cloud passa pela porta e olha o prédio da indústria Shin-Ra com um olhar nostálgico. Ele corre pelo corredor e chega a porta de um dos reatores, onde uma grande porta de aço se mostra a sua frente. Chegando mais a frente, junto ao seu grupo, ele escuta Barret lhe falar:
- Ei ! Essa é a sua primeira vez num reator, né ?
-Não – responde com désdem – Afinal, já trabalhei para Shin-Ra, sabe.
-O Mundo está cheio de energia Mako, e as pessoas usam-a todos os dias. É o sangue do planeta, e a Shin-Ra fica sugando esse sangue com essas máquinas estúpidas! – Barret diz enfurecido, como se algo pessoal envolvesse aquele sentimento.
-Não estou aqui para escutar palestra alguma, vamos logo. – Cloud fala pouco se importando com a reação do comparsa.
-Caramba ! – Barret explicíta enfurecido – É isso, você vem comigo de agora em diante!
Jessie virasse para Biggs nesse momento e acena com a cabeça. – Imagine quantas pessoas foram mortas para conseguir essas senhas – Exclama Jessie enquanto Biggs digita um código num painel ao lado da porta.
Assim que essa se abre, eles correm para dentro, e enfrentam uma escadaria que chega a um elevador. Um elevador abafado e pequeno, onde cabe menos de 5 pessoas.
-De pouco em pouco, os reatores vão sugando a vida do planeta, até que um dia vai acabar tudo. – Barret começa um discuso de novo, mas logo é interrompido pela voz suave e com tom de indiferencia de Cloud.
-Não é meu problema.
-O planeta está morrendo, Cloud ! –exclama Barret enfurecido.
-A única coisa que ligo é para acabar logo esse trabalho, antes que a segurança ou os guardas robos nos achem. – Barret fecha o punho de ferro e treme os dentes de indignação; mas se segura para não dizer nada.
O elevador logo chega no andar mais baixo do reator. Jessie, Cloud e Barret descem e vão direto até um enorme lance de escadas que desce até o centro do enorme produtor norte de Mako. Uma ponte ficava entre uma porta de escape e uma direção para controle de pressão do reator. O grupo chega perto da direção e fica encarando a grandiosidade que é a produção de energia Mako.
-Quando explodirmos isso daqui, não vai sobrar nada, isso não vai ser nada mais do que um enorme lixão de metal. Cloud, arme a bomba. - Barret se dirige a Cloud com frieza.
-Não devia ser você fazendo isso ? – Diz ele com indiferença no olhar.
-Apenas faça ! – Responde rasgando mais a sua voz – Vou ficar olhando para ver se você não puxa nada de errado !
-Sem problemas, olhe e aprenda. – No momento que Cloud fecha sua boca, um ruído fino e irritante soa no seu ouvido. Sua visão fica turva e ele fica tonto. Subitamente ele ouve uma voz lhe falando “Cuidado! Isso não é simplismente um reator”...
-O que foi ?! – Perguntou Barret ao ver o comparsa se esticar todo e esbugalahr os olhos, tapando os ouvidos. – O que foi ?! Vai logo, acabe com isso ! –Sem mais esperar, Cloud arma a bomba ao pé do controlador de pressão. – Cloud !!!
Subitamente, sai da porta de emergência um enorme robô armado, com forma de escorpião e os vem atacar. Cloud vê Jessie do outro lado da ponte com o pé preso nas escadas. Ele pensa em correr para ir ajudar, ao por a mão na sua espada guardada nas costas por cintos que a seguravam como uma bainha, a mão de metal de Barret monta-se de jeito transformando uma arma. Barret empunha seu braço e atira na direção do robô que ia na direção de Jessie, o robô avista de onde está sendo atacado, e rapidamente vai em direção à mesma. Ao ver o robô se aproximar, Cloud empunha a espada e corre em direção ao inimigo. Ele pula por cima desse, para em cima dele e crava a espada no dorso do robô. Ele cai no chão desativado depois do golpe da espada que Cloud guarda em suas costas novamente..
Cloud e Barret correm em direção as escadas, com a bomba já armada, contando atrás deles. Cloud chega até Jessie e desprende a sua perna das escadas, ela agradece e eles saem correndo todo o camino por onde vieram. Barret aperta furiosmente o botão do elevador para subir, como se cada vez q ele apertasse, o motor aumentasse a velocidade. Eles passam pelo elevador, encontram-se com Biggs e o garoto gordo que guardava uma das saidas. Quando os vê, abre a porta desajeitadamente,deixando cair o cartão no chão. Eles saem correndo pela porta, Cloud agarra o garoto q estava de quatro no chão tentando pegar o cartão. Asism eles saem da área do reator a tempo de ver, por trás deles uma enorme explosão, que alcançou a altura do 41° andar do prédio da Shin-Ra.
Parados num cano de esgoto, o grupo olha para a direção do reator, onde vários grupos da Soldier, a força especial da Shin-Ra, estvam a procura dos suspeitos ao ataque. Várias pessoas na cidade pararam e encaravam estupefatos o local, com um olhar que mostra uma reação tanto de felicidade quanto de surpresa.
-Isso vai deixar o planeta viver um pouco mais – disse Barret ao ar.
-É sim, pelo menos.... –Disse Wedge, o garoto gordo que encarava com olhos brilhantes os entulhos que ficará o reator número 1 – Ah, e obrigado Cloud,por me ajudar lá atrás. – Sem olhar nem responder, Cloud, sentado num monte de jornais, sem se preocupar em sujar seus uniforme da Soldier, encara a água suja que passa pela sua bota.
-Vamos logo ! Vamos voltar, não temos mais o que fazer aqui. Separem-se para não atrair a segurança da Soldier. Nos encontramos na estação de metrô do setor 8! – Disse Barret ao grupo, que logo se separou, um para cada direção.
-Ei ! –Exclamou Cloud para Barret.
-Se é sobre seu dinheiro, espere até chegarmos até o esconderijo. – E correu sem direção.
Cloud seguiu para o centro da cidade de Midgar, que mais parecia uma enorme indústria, cheia de canos de energia, que transportavam Mako e correntes de vida. No olhar das pessoas, via-se um vazio, sem esperança,porém satisfeitas, ou melhor, acomodadas com a vida que era oferecida pela Shin-Ra. Cloud passava, sem demonstrar pressa, quando uma mulher, com aparencia jovem de olhos verdes que vestia um vestido rosa e um colete da mesma cor lhe falou:
-Com licença, você sabe o que aconteceu ?
-Nada... ahn.. Ei, escuta... Não costumo ver muitas flores por aqui – Ele disse dirigindo o olhar para uma cesta de flores brancas que ela carregava.
-Ah. Essas daqui ? Você gosta ? Custam apenas 1 Gil. – Ela disse sorrindo e extendendo o cesto em direção a Cloud. Ele tira do bolso uma nota e dinheiro e entrega a moça, que logo lhe entrega uma flor agradecendo e logo sai andando.
Cloud segue em direção a estação de trem,passando pela cidade, esutando as conversas das pessoas apavoradas “Você viu o que aconteceu ?”, “Acho que foi aquele grupo terrorista que anunciaram na TV, o Avalanche ou algo assim.”. Ele segue sem ao menos mexer a cabeça, pouco se importando com as pessoas.
-Ei você ai ! – Um soldado grita para Cloud apontado com a sua arma, e logo mais dois de seus companheiros o seguem. Cloud começa a correr na direçãooposta e eles começam a disparar tiros nem chegam perto a acertar. Porém surgem amis três guardas que formam cercam o ex-Soldier, restando apenas o pontilhão alto por onde passaria o metrô.
-Esse é o mais longe que você poderá ir terrorista ! Peguem ele ! – Cloud tira sua espada e corta um soldado, porém surgem mais deles. Cloud encara os soldados mirando suas armas diretamente na sua cabeça, ele vira-se para o pontilhão e pula, caindo em cima do metrô que acabara de passar e seguir direto para a cidade-baixa.
Por dentro do metrô, Barret, Wedge, Biggs e Jessie olhavam para o chão, imaginando o que teria acontecido com seu comparsa... “Será que ele foi morto”, pensava Jessie, “Serpa que ele vai lutar até o fim pela Avalanche”, pensava Biggs. Barret bateu com furia numa caixa e exclamou:
-Droga, se vocês não fossem tanto uns sacos para carregar.
_Ei Barret, e o nosso dinheiro ?- Perguntou Wedge, porém logo se agaixou admirando as falhas nas suas botas marrons quando Barret deu novamente um soco na caixa.
Subitamente, a porta do trem se abre e Cloud salta fazendo uma acrobacia para dentro do vagão na frente dos quatro.
-Cloud ! – Exclamaram os quatro juntos.
-Parece que estou um pouco atrasado não? – Ele respondeu com um sorriso malicioso rosto.
-Mas é claro que você está ! E ainda fica pulando pra lá e pra cá fazendo essas firulas só para fazer graça. – Exclamou Barret num tom de alívio.- Mas que droga, você não dá a mínima mesmo, deixando todo mundo preocupado assim. Vamos logo, temos que ir apra o vagão prioncipal, não podemos ficar aqi nesse lugar com a carga.
-Estava preocupado comigo ?
-Caramba ! Não enche o saco, vou pegar seu donheiro logo.. Caramba, vamos logo.- Acompanhando Barreto, todos foram pra o próximo vagão. Ao passa por Cloud, Jessie parou:
-Cuidado da proxima vez, sua cara está suja – Ela disse ao extender a mão e limpar o rosto abaixo do cabelo espetado – Pronto. Obrigado por me salvar.- sem responder, ele olhou para ela com um sorriso e eles seguiram Barret.
Dentro do Trem, Jessie sentara junto de Cloud para lhe mostrar um pequeno mapa da cidade Midgar. Era um pequeno holograma em verde que mostrava detalhadamente cada parte da cidade.
-Olha Cloud, esse é o mapa de Midgar. Está numa escala de 1:700000. A torre da Shin-Ra está a 50 metros do chão. O reator que explodimos está ao norte, ele é o número um, temos até o oito. – Ela sussurou, já que as pessoas já olhavam estranho para os trajes que vestiam. Um home até comentara com a mulher que odiava o último trem, asism que o grupo de comparsas entrou – Antigamente, cada setor tinha um nome, mas agora que esquecemos disso, damos nomes por números.- o Mapra mudou de cor de verde para amarelo e começou a passar uma linha preto por ele, q saia da estaçãode metrô e ia até a cidade-baixa – Olha só,esse é o caminho desse trem. Quando ele passa por esse ponto vermelho, é checado nossas indentidades. Eu fiz indentidades falsas para nós, para que não nos achassem. – Ela sussurou novamente.- Da próxima vez vou fazer um especialpara você!- Cloud sorri e olha para Barret, que encarava a cidade encoberta por um dos pratos.
-Aqui nos barracos não tem dia nem noite... Esse cidade é uma desgraça, essa Shin-Ra destrói o mundo, e nossas vidas. É por causa dessa maldita pizza que as pessoas aqui de baixo estãop sofrendo !!! E o ar é inteiro poluido – Exclamou Barret com fúria na voz.
-Então porque as pessoas não mudam para a cidade alta – Perguntou Cloud com um tom de irnoia.
-Talvez porque elas não tenham dinheiro, ou poruqe elas amam suas casas, não importa o quão poluida ela fique !
-Eu sei... – Cloud falou com um pesar nos olhos- Ninguém mora nos barracos porque quer.
O trem para numa estação no momento em que Cloud acaba suas palavras, e Barret olha para ele com desdém.
-Vamos sair daqui ! Nos encontramos no esconderijo!

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Likan Warrior
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 Postado em 31/12/2005 10:11:00 AM

FF VII é phoda pra caramba!!!!
proxima parte só na terça... que chato...

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Hajime Saitou
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 Postado em 31/12/2005 2:21:00 PM

tipo assim eu nao entendo nadica de nada do final fantasy! so assisti o movie
e ainda assim fiquei perdidinho!
mas mesmo nao entendendo nada eu gostei! ;p

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Henéarem
Deus do Olimpo

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 Postado em 12/01/2006 2:48:00 PM

Capítulo 2: The 7th Angel

E os barracos não eram exatamente uma linda parte de Midgar. Cloud desceu do trem e parou numa estação abandonada, onde as lajes de pedra soltavam e haviam trens quebrados, pedaços de trens, madeiras, pedras, esgoto... O cheiro também não era muito agradável. Podia-se sentir o cheiro de pessoas que não tomavam banho, e o esgoto emanava um odor de contorcer o estômago.
Cloud desceu da estação e seguiu para o setor 7 dos barracos, o cão já não era mais feito de lajes quebradas e sujas, mas sim terra úmida. Ele olhou para o céu, mas em vez de ver uma noite estrelada, viu uma enorme parte da maldita pizza que ficava por cima do setor 7. Um enorme pilar segurava o prato, um pilar que tinha escadas para manutenção, mas uma grade eletrificada cercava o pilar para nenhum dos moradores dos barracos subirem para a cidade alta.
Cloud, depois de andar um pouco, chegou às residências do setor 7, com as calças azuis sujas de terra. Poucas casas o circundava, um pequeno prédio de 3 andares feito de tijolos de concreto, uma pequena casa de barro e uma outra de madeira, grande com um letreiro brilhjando escrito “7th Angel”. Barret estava a porta do bar, esperando o garoto de cabelos espetados, que logo quando chegou ouviu dois homens comentando como o homem com a arma no braço os chutara do bar, apesar de estarem apenas curtindo uns coquetéis muito bem feitos.
-Cloud, vá logo. – Falou Barret com sua voz rasgada, e ele entrou no 7th Angel sem pressa.
Dentro do bar estavam Wedge, Biggs e Jessie sentados tomando algumas bebidas conversando alegremente. Cloud olhou para frente quando umapequena menina de cabelos nos ombros castanhos, trajando um pequeno vestidinho rosa pulou do balcão e gritou:
-Papai ! – Mas logo quando viu os cabelos loiros, esbugalhou os olhos e saiu correndo para um cantinho do pequeno bar; que só tinha duas mesas, um balcão com várias bebidas,uma pia e um fogão por trás, e um fliperama ao lado de uma das mesas. Uma mulher de cabelos pretos,que chegavam até as coxas, preso por uma fita vermelha, correu até a menina e a olhou com seus olhos vermelhos:
-Marlene, você não vai dizer nada ao Cloud ? – Disse ela pegando na mão da menina e andando até Cloud. Ele olhou a mulher, sua curtíssima saia preta e um top braco era só o que usava, além das luvas vermelhas por cima de outras luvas pretas coladas. - Bem vindo à casa Cloud, parece que tudo correu bem, né ? – Ela disse com um enorme sorriso no rosto – Você brigou com o Barret de novo ?
-Não dessa vez, Tifa – Respondeu olhando-a com gentileza
-Hmmm. Você cresceu um pouco, em ? – Disse dando uma risadinha. – Quando você era pequeno costumava entrar em brigas tantas vezes.- Quando fechou sua boca, virou o olhar até o cinturão do ex-Soldier e viu a flor tão bonita que ele comprara enquanto estava na cidade alta. – Uma Flor ! Nossa, você quase não vê isso aqui em baixo !
-É para você.-Ele respondeu depois de olhar com surpresa para a flor pois esquecera que a colocou naquele lugar. Pegou-a e estendeu a mão para Tifa, que abriu um enorme sorriso, enquanto Jessie olhava de canto como se censurasse os dois.
-Uma flor para mim ? Que lindo. Ah Cloud, você não deveria. Ela é tão cheirosa- Ela cheirou profundamente a flor e depois virou para trás e olhou o bar sujo, a madeira velha e disse alegremente – Acho que eu devia encher a loja com flores. – Dizia ela enquanto Marlene se escondia atrás de suas pernas, vergonhosa de ir falar com o ex-soldier.
-Ei Cloud, senta aqui em vem tomar uma com a gente ! – Falou Biggs, com o rosto um pouco corado por causa da bebida.
-É sim, nossa, a tifa cozinha muito bem, tenho certeza que você vai adorar – Falou wedge enquanto enfiava uma coxa de chocobo na boca – Só cuidado pra não ficar que nem eu asism, uma rolha de poço.
-Ah, ele tá ai todo animado,não sei porquê... – Falou jessie que ainda estava com um olhar de censura para Tifa.
Cloud olhou para os três, mas antes que pudesse se mexer, Barret entrou chutando a porta, com um ar afobado como sempre.
-Papai! Bem vindo de volta ! – Falou Marlene. E Cloud olhou sem entender apra a gfarota,que tinha a pele clara, até mais clara que a dele, enquanto o pai era muito moreno e tinha feições diferentes da suposta filha. Ela pulou no colo do pai, que a abraçou e colocou-a sentada em seu ombro.
-Você está bem, Barret ? –Perguntou Tifa.
-Muito bem ! – Ele disse sorrindo, enquanto Cloud, que sentara em cima da mesa sozinho, olhou para o teto tentando achar alguma cosia divertida para fazer. – Vamos ! Entrem ali, vamos começar a reunião. – Ele ficou na frente do fliperama e apertou um botão. De repente o chão perto do fliperama desceu como um pequeno elevgador e foi ao subsolo da loja. Todos desceram com ele
-Senta aqui perto de mim – Disse Tifa a Cloud apontando uma das cadeiras no balcão. E ele foi e sentou-se, olhando para o o bar cheio de bebidas que ele nunca tinha visto. – Que tal alguma coisa para beber ?
-Pode ser alguma coisa forte.-Respondeu sem muita empolgação na voz. Tifa foi até o bar, pegou umas bebidas e mistrou, deu a Cloud que pegou o copo com frieza.
-Sabe, fico feliz que você tenha chegado bem.
-O que deu em você, em ? – Disse Cloud sem olhar para ela.- Afinal, não foi uma missão muito difícil.
-É, eu acho que não.... Você estava na Soldier.- Ele deu um grande gole na bebida,que lhe pareceu deliciosa. – Faça que o Barret lhe pague, em ?
-Não se preocupe, assim que pegar o dinheiro, estou fora daqui.- Ele disse depois de outro gole, e Tifa olhou para ele com pesar, apesar de estar com um olhar perdido nas falhas das paredes do bar.
-Você está se sentindo bem ? – Ainda com pesar na voz, ela falou.
-Estou, por que ? – Respondeu sem nem mesmo olhar para ela. Logo depois tomoude novo um último gole na bebida, secando o copo e queimando sua garganta.
-Não, é que você parece cansado,só isso... Acho melhor você descer, eles devem estar lhe esperando...
-Vou descer. – E Cloud foi ao subsolo, asism como Barret, pelo fliperama ao lado das mesas.

Ao chegar ao subsolo da loja, ele sentiu o ar prender e ficar mais sufocado com a pequena sala, que tinha uma mesa preta no centro, com papéis de planos e mais planos jogados por cima dessa. Jessie olhava sem parar para um computador que estava do lado do elevador, e de vez em quando virava o olhos para ver as notícias que passavam na televisão ao seu lado, mostrando sem cansar imagens da companhia Shin-Ra e seu reator destruido. Biggs e Wedge, sentados a mesa, olhavam Barret socar um saco de pancadas no canto oposto da sala, enquanto Marlene estava sentada numa caixa ao lado de seu pai.
-Yo, Cloud, tem uma coisa que quero perguntar – disse Barret ao ver o cabelo espetado descer o elevador - Tinha alguém da Soldier lutando contra a gente hoje ?
-Não. –Disse cruazndo o braço, pensando quão ingênuo era Barret – Estou certo disso.
-Você parece bem convencido, ahn ?- Parando de socar, Barret olhou o ex-soldier
-Se tivesse alguém da Soldier lutando contra nós, você não estaria me olhando agora – Com um olhar de superioridade, ele olhou para o rosto moreno do companheiro.
-Não fique ai pensando que você é o bonzão só porque estava naquele batalhão estúpido ! – Barret levantando a voz.
-Não Barret ! – Biggs se levantou e segurou o amigo, depois de Cloud olhar e sorrir sarcásticamente para Barret, que tentou praticamente atacar aquela cara branquinha. Mas a acção de Biggs não deu muito certo, ele foi jogado no chão pelo braço de ferro de Barret, que tremeu os lábios e vopciferou em direção aos olhos azuis de Cloud.
-É, você é forte !m Provavelmte todo mundo da Soldier é, mas pode lembrar que essa sua bunda mucha trabalha pro Avalanche agora ! – Marlene olhou espantada para o pai gritar.- Nem pense em ficar andando de volta pra Shin-Ra!
-Ficar com a Shin-Ra?! – Só de ouvir aquela idéia lhe dava reviravoltas no estômago, e ele vidrou os olhos e voltou para gritar com Barret – Você me fez uma pergunta e eu simplismente respondi ! – Ele andou até o companheiro e encarou-o fundo nos olhos, sentindo o sangue ferver... Desde quando ele tem que servir alguém ? - Estou indo lá para cima, quero falar sobre meu dinheiro ! – Com um olhoar de raiva, ele se afastou e viu Marlene com os olhos cheios de água o encarando. Jessie olhava para os dois com um pouco de medo, mas não disse nada quando Cloud se virou. Ao parar na frente do elevador, Tifa desceu e olhou para ele com um tanto de pesar.
-Espera, Cloud !
-Tifa, deixa ele ir, parece que ele tem saudades daquela Shin-Ra. – Entoando um desprezo, Barret não deixava de olhar para o ex-soldier e sua espada presa nas costas.
-Cala a boca! – Cloud vidrou os olhos ao se virar para responder – Eu não quero anda com a Shin-Ra, muito menos com a Soldier ! Mas não se enganem, eu também não dou a mínima para o planeta, nem para o Avalanche. – Ele disse se virando para Tifa, que pairava boquiaberta. Ele se virou e subiu o elevador. Ao chegar no bar, olhava por volta as paredes sujas e os copos e bebidas empoeiradas. Tentou se acalmar, mas o sangue ainda fervia. Por que ninguém entende ? Ninguém sabe o que ele passou.
Mas ao chegar na porta,ele olhou para trás e viu Tifa, subir o elevador a sua procura.
-Cloud, me escuta! Estou pedindo a você, junte-se a nós, por favor !
-Desculpa, Tifa – Ele disse virando a cabeça olhando para fora do bar.
-O planeta está morrendo, devagar mas está morrendo. Alguém tem que fazer alguma coisa.
-Então deixe que Barret e os amigos dele façam isso – Cloud virou-se e levantou os ombros num gesto de indeferença. – Não tem nada a ver comigo. – Virou-se, sem se importar com a mulher lhe olhando.
-Então você vai mesmo ?! Você vai simplismente ir embora e ignorar nossa amizade quando eramos crianças ?
-O que ?- ele se virou se sentindo confuso – .... Como você.. O que.. Eu não...
-E você esqueceu a promessa também, né ? – Ele disse cruzando os braços nas costas e olhando para Cloud, abrindo um sorriso.
-Promessa ?
-Então você REALMENTE esqueceu ? – E seu sorriso se desfez tão rápido quando se formou. – Lembra, foi a sete anos atrás... – Duas crianças estavam sentados numa caixa d’agua no centro de uma pequena vila, olhando para o céu muito limpo, como se fosse coberto de estrelas, era quase como se a noite tivesse virado dia pela luz das estrelas. Uma menina de cabelos compridos e escuros, vestindo um vestido azul claro estava sentada do lado de um garotinho com uma camiseta preta, era tão mirrado e pequeno que parecia que ia quebrar. Ele parecia apreensivo balançando os pés e olhosando para o chão, enquanto seu cabelo comprido amarrado não parava com o vento.. – Lembra da caixa d’agua ?
-Hunf.. Lembro. Pensei que você nunca ia vir, e estava ficando frio – O garotinho olhava para o chão, do alto da caixa, enquanto a garota estava balançando os pés com as mão nos joelhos. Até as estrelas estava fazendo mais barulho que eles nessa hora. A garota virou-se, finalmente para falar ‘você disse que tinha alguma coisa para me falar’. Ele olhou para o alto, ainda sem olha-la e respondeu ‘agora, nesse verão vou embora para Midgar.’, e ela respondeu um pouco triste ‘... é todos os garotos estão iundo embora daqui’. ‘ Mas eu sou diferente’ o menino disse, passando a mão no cabelo, tentando parecer charmoso ‘eu não vou apenas para conseguir um emprego, eu vou para me juntar a Soldier!’ ele se levantou e ficou de pé ao lado da meininha que o olhou sorrindo tristemente. ‘Vou ser tão forte quanto o Sephiroth!’ ele disse com um olhar sonhador. ‘ Não é difícil entrar na Soldier?’ disse a menina olhando para ele, que respondeu como se não houvesse interrupção ‘Eu provavelmente não voltarei para esta cidade tão cedo.’, a menina limpou os olhos cheios de água ‘Você vai aparecer nos jornais se você conseguir ?’ ‘ Vou tentar’, ele respondeu crente com uma voz forte. ‘Faz uma promessa para mim. Se você realmente ficar forte, e eu estiver em perigo, você vem me salvar, tá ?’, a garotinha disse olhando para o menino com seus olhos vermelhos ‘ O que ?!’ ele respondeu espantado ‘Quando eu estiver em perigo meu herói vem me salvar, vai me promete!’ ‘Tá bom... Eu prometo’
-Eu não sou famoso, nem sou um herói, não posso amnter essa promessa – Cloud falou arrumando a pulseira de ferroe pinos para desfarçar.
-Mas você conseguiu seu sonho de infância, e entrou na Soldier. – Tifa falou aproximando o seu rosto para olhar mais de perto os olhos azuis. – Então vai, você tem que manter sua promessa !
-Espere um momento ai grande soldadinho ! – Barret subiu do porão e coçava barba enquanto falava. – Promessa é promassa, está aqui – Ele entrougou o dinheiro que não passavam de poucos Gils.
-Esse é meu pagamento? Não me faça rir.. – Ele disse olhando o dinheiro com a boca torta.
-O que, então quer dizer que você.. – Tifa olhava abrindo um sorriso
-Na próxima missão vou querer o dobro.
-O que? Seu pequeno... ! – Barret olhou com espanto .
-Psiu,calma – Tifa sussurrava para o amigo
-Esse dinheiro é para a escola de Marlene – Respondeu bufando- Faço por dois mil !-falou virando-se para Cloud.
- Ok, acho que posso aceitar isso.

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Arnaldo!!!
Cavaleiro de Ouro

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 Postado em 12/01/2006 4:04:00 PM

Gui... desculpa, não deu pra passar em branco...
É 7th Heaven. ^^

Mas está bem fiel, estou gostando de ver!

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Henéarem
Deus do Olimpo

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 Postado em 12/01/2006 6:11:00 PM

Opa, errei ^^"
hihi

Vou concertar a partir do próximo capítulo, brigado pelos elogios ^^

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Likan Warrior
Cavaleiro de Ouro

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 Postado em 26/01/2006 5:31:00 PM

ei gui cadê o proximo capitulo????




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Henéarem
Deus do Olimpo

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 Postado em 30/01/2006 3:08:00 PM

Ai gentem, desculpa a demora, eh q eu tava viajando _ _"
vou postar o proximo capitulo amanhã, preciso soh dar uns ultimos retoques mnele \o/ !! ^^

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Henéarem
Deus do Olimpo

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 Postado em 02/02/2006 12:12:00 PM

Capítulo 3: A Emboscada

Depois de acordar numa desconfortável posição no subsolo do bar 7th Heaven, Cloud subiu até o andar superior com sua espada já guardada nas suas costas, onde Barret o aguardava, pronto já para a próxima missão que já havia marcado na noite anterior; na qual Cloud parecia com menos dor nas costas e com menos dor de cabeça devido à bebida que não lhe fizera muito bem.
-Cloud ! Dormiu bem ? – Tifa já sorridente pela manhã perguntava
-O ronco do Barret me deixou acordado a noite toda – logo o colega se enfureceu com o comentário de Cloud.
-Eu vou desta vez com vocês ! – Tifa falava com empolgação na voz
-Chega de firula ! Hoje nosso alvo é o reator do Setor 5. Vá para a estação de trem, te coloco dentro de tudo lá. – Cloud balançou a cabeça afirmativamente quando Barret lhe olhava com os braços cruzados – Yo, Cloud ! Antes da missão tem uma coisa que eu queria lhe perguntar.... – Ele olhava bravo, como se não quisesse perguntar – É que.... Eu não sei exatamente como se usa matéria. Achei uma ontem no chão perto do reator e peguei, olha só- Ele mostrou a mão uma bola verde e brilhante, que era muito familiar ao nosso amigo de cabelo espetado.
-Você não ia entender... – Cloud olhou depois de segurar um riso, e falava tentando atiçar o colega.
-Aaahh !! Então ´pe assim que se faz lá na Soldier ?! Ora seu pequeno @#$@!%@#!
-Calma calma, eu explico... – Cloud disse em resposta ao amigo que parecia furioso com o comentário. Depois de uma pequena explicação, sobre o uso das pequenas bolinhas verdes, que aparentemente iriam dar um tipo de poder ao usante, Barret olhava para seu braço,que brilhava depois de ter inserido a matéria nele.
-Uouu ! É isso ai ! Vou apavorar tudo agora ! – E ele estendia o braço e olhava-o orgulhoso.
-Não fique tão orgulhoso com uma coisa tão babaca – disse Cloud em resposta, indiferente a reação do colega.
-Ora, seu @#$@#$@#$ !
-Calma, calma ! – Tifa corria para segurar os braços largos de Barret q pulariam em cima da cabeça de cabelos espetados e loiros caso ela não segurasse. – Vamos acalmar os nervos... – Ele disse e virou-se para Cloud depois de Barret aliviar os nervos – Cloud, o homem da loja de armas ao lado disse que tinha uma coisa para falar com você, vá até lá !
-Ok, ok. – Dizia indiferente
-Marlene, você cuida do bar enquanto estou fora, tudo bem ? – Tifa disse a pequena garota que estava atras do balcão animadamente limpando os copos, como se aquilo fosse a coisa mais linda do mundo. Ela sorriu e desejou boa sorte enquanto os três sairam do bar.
Eles partiram logo para a loja de armas. Um ligar abafado e pequeno, Cloud agradaceu que não precisou permanecer muito tempo naquele lugar horrivel feito de tijolos e madeira, já que o vendedor só queria lhe dar um jogo de braceletes novos, pois ele ficou encantado ao saber que Cloud viera da Soldier, e não parou de elogia-lo.
Com o ego no alto, ele saiu de lá, ainda agradecendo sair do lugar, apesar de que os elogios do velho estavam lhe fazedo bem. Eles partiram para estação de trem, e quando chegaram, Wedge, Jessie e Biggs já estavam os esperando lá dentro. Ao entrarem, viram o carro vazio, se não fosse os outros três os esperandoe outro homem que Barret fez questão de ameaçar por ser um trabalçhador da Shin-Ra. Cloud viu que se Tifa não existisse, muitas pessoas teriam tido péssimos machucados na mão de Barret.
-Então o que nós vamos fazer agora ? –Disse Cloud seriamente sem alterar a voz
-Por que você está tão sério numa situação dessa, você quebra meu ritmo ! – Barret falou furiosamente, ainda bravo por não poder ter surrado o honmem que agora sentava com as mãos no rosto de medo. O Trem tremeu e começou a se mecher logo depois do grito de Barret.
-Parece que conectaram já os carros, estamos nos mexendo – disse Tifa olhando os barracos ficando cada vez menores.
-Qual é nosso próximo alvo?– Perguntou Cloud a Barrety, ainda sereno.
-Escuta aqui o Sr. Sério-com-o-trabalho, vou contar, mas acho que a Jessie já te falou. Tem um ponto de checagenm de indentidades no topo dos pratos.
-O que a Shin-Ra tem muito orgulho – disse Tifa tentando parecer animada.
-Nós não podemos mais usar nossas indentidades falsas mais. – Barret parou com a boca aberta enquanto a voz de uma mulher falava no gravador do trem “Bom dia, e bem vindos a ‘Midgar Line Station’. Estaremos chegando à estação do setor 4 as 11:45”
-Isso quer dizer que nós temos só mais três minutos até o ponto de checagem – Tifa virou-se para os dois após escutar.
-Em três minutos, vamos pular desse trem, sacou ?! – Barret falou erguendo a mão de ferro em direção a Cloud. Logo depois se sentou e Tifa foi em direção ao mapa na parede que mostrava exatamente o que o holograma de Jessie lhe mostrara na noite passada; a cidade de Midgar e a rota de trem. Ela chamou Cloud para ver.
-Parece que você já viu isso, né ? Tá tudo bem, chega mais perto – Porém quando Tifa acabou de dizer, as luzes vermelhas de checagem de indentidade piscaram, e Barret olhou desesperado para o grupo– Era para o ponto ser mais adiante – Tifa falou enquanto um alerta soava com a mesma voz da mulher “uma busca dos passageiros sem identidade será trancorrida por todos os carr...”
-O que aconteceu ?! – gritou Barret para Jessie que veio correndo de um outro carro.
-Estamos ferrados ! Depois eu explico ! Rápido corram para o próximo carro ! – Ela falava desesperada
-Mas que @#$%@#%#$ ! Alguém ferrou tudo ! – “Passageiro não indentificado encontrado no carro 1, preparando isolamento” – Vamos ! Rápido !
Todos correram em direção aos outros carros, correndo, como se a voz da mulher em cada carro, anunciando o travamento dos mesmos, os perseguisse. E as pessoas olhavam estranho apra eles correndo, Cloud mau conseguia passar nas portas visto o tramanho de sua espada, que emperrou duas vezes numa porta.
-Saia dai cabelinho ! –Barret gritou para ele
-Não consigo, é essa espada ! – Cloud falava enquanto tentava passar a espada pela porta.
-Vai fechar, vai logo bonzão ! – Barret ainda sem ajudar
-Então vem você me ajudar seu #@$@#$ - Cloud berrou já furioso com o amigo e o sangue ainda fervendo por causa da situação. Tifa apareceu e deu um soco na espada, tão bem colocado que ela passou pela porta, um pouco antes dela ser trancada por uma enome e pesada corrida de ferro. Ela olhou para ele e sorriu, enquanto ele estava estonteado com a habilidade da amiga, que não imaginava ela ter.
Depois de percorrer 5 carros, ainda com as luzes piscando, Barret correu até um porta onde estava um trabalhador das linhas, ele empurrou-o e gritou – Conseguimos ! Vamos rápido, pra fora daqui !
-Amedrontador, não ? – Tifa virou-se para Cloud.
-Acho que é tarde para dizer isso, não ? Por que você veio ? – Ele perguntou-a
-Porque...
-Ei vocês dois, não é hora para namorar ! – Barret disse furioso apontando para a porta aberta e a parede passando em alta velocidade lá fora. Tifa, sem dizer nada oulou do trem e ficou para trás.
-Se você não se importa vou primeiro – Disse Cloud a Barret q estava ainda nervoso.
-Um lider sempre fica até o final ! Vá, não se preocupe. – Cloud foi em direção da porta – Yo ! Não vai machucar essa bunda espetada sua, em ?! – Cloud olhou para trás e viu Jessie, Biggs e Wedge desfarçados no trem, muito bem, se é que ele pode perceber. Ele olhou bem para os três, que acenaram e ele logo pulou para fora.
Cloud caiu no chão e rolou alguns metros, mas seu treino já havia preparado para aquilo, apesar de ele ter se machucado na queda, o que não era de se esperar. Ele parou e viu logo Barret vindo correndo e Tifa também correndo em direção a ele.
-Muito bom, por enquanto tudo está como o planejado – Disse Barret ao chegar de encontro aos dois. – Não abaixem a guarda até chegar ao reator do setor 5. Biggs Wedge e Jessie arrumaram tudo para nós.... Então movam-se ! – Barret disse apontando para o fundo do corredor – O reator fica no fim desse corredor ! – Dizendo isso, os três correram para o fim do tunel, que parecia sempre igual, mas sem bifurcação alguma. Com a cabeça no reator, Cloud olhou para frente e viu luzes verdes paralelas ao chão em frente a uma passagem.
-Parem ! Essas luzes são os sensores de segurança da Shin-Ra, não podemos seguir mais em frente. – Barret olhou para as luzes, coçou a barba e parecia inconformado. Cloud começou a olhar por volta do corredor, aquele metal enferrujado e o cheiro de água corrente só tornavam o ambiente mais abafado e sufocante. Cloud viu um cano de água q corria por um pequeno tubo, que parecia uma passagem para o lixo, abaixou e olhou para o tubo, pensando se o seu grande colega, Barret, e seu enorme perfil não entalaria enquanto escorregava.
-Isso é um buraco minúsculo, se vc está pensando que eu vou escorregar po ai para ir para baixo do prato, pode esquecer ! – Barret disse ao ver Cloud agaixado olhando a passagem. – Yo, Cloud, o que é que você vai fazer ? – Cloud olhou para trás com cara de desdém, como se ele não soubesse o que estava fazendo, afinal o treinamento da Soldier fora o suficiente, não ?
-Parece que não tem nada para nos parar dentro desse duto – Tifda disse ao aproximar-se e olhar dentro do tubo.
-Se descermos por aqui, não tem mais como voltar – Disse Cloud olhando para os olhos vermelhos de Tifa
-Não fiquem ai perdendo tempo !- Barret exclamou impaciente levantando os braçoes no ar e dando uma volta para olhar o corredor. – Nunca se sabe quando a Shin-Ra vai nos achar ! Cloud, vai logo ! – Clkoud olhou para o buraco de novo e fez sinal para todos descerem – Mas que droga ! Isso me dá arrepios !
Cloud tirou sua espada e a segurou paralela ao seu corpo e escorregou. O Tubo era realmente pequeno, mas bem escorregadio, não demorou muito até cair num pequeno corredor que dava ao final de uma pequena escada. Barret e Tifa o seguiram enquanto ele já descia pela escada.
Ao final do caminho, Cloud desceu num enorme lugar, todo feito de plataformas de aço e cheio de estoques, caixas apra todos os lado. Provavelmente armas da Shin-Ra ou materias estragados. Ao lado de uma escada estava parado Wedge, olhando para todos os lados, com a sua cara assustada de sempre.
-Hey, vocês, o reator é subindo aqui, Jessie está lá ! – Eles subiram e acharam-se numa pequena sala, Jessie também olhava para todos os lados, esperando eles.
-Desculpa, o problema da indentificação no trem foi minha culpa – Disse ela olhando para Barret - Fiz a sua indentificação especial.... – Ele virouse para Cloud, corando um pouco – E por isso aconteceu... Fiz de tudo para ficar o melhor possível, mas eu falhei. – Ela olhou para baixo, encarando o chão enquanto Cloud parava sem mexer um musculo da face, afinal, não faz diferença alguma, eles estavam lá são e salvos.
Deixando Jessie para trás, eles seguiram por uma pequena passagem. Cloud olhou as passarelas de metal que ficavam suspensas enquanto eles andavam, parecia maiordo que ele imaginava. Ele avistou Biggs, que estava parado ao fim da passagem ao lado de uma escada. Parecia animado como sempre, mas com um ar preocupado. Ao avistar os três indop em sua direção, disse-lhes que ia voltar ao esconderijo com Wedge e Jessie, e que encontrariam eles lá.
Cloud subiu a escada, com Tifa e Barret atrás dele e logo chegaram ao reator do setor 5, que parecia idêntico aquele o qual Cloud havia atacado um dia atrás, exceto pelo fato do grande número 5 escrito na frente do reator.
Eles correram pela ponte que dava a chave de pressão do reator, asism como fizeram da última vez. Ao olhar oa chave, a cabeça de Cloud começou a queimar e aquele som horrivelmente fino voltou a tocar em sua cabeça, ele levou as mãos a cabeça,, começou a se sentir tonto e tentou olhar Tifa que estava atrás dele, mas a visão estava turva. Ele olhou em volta e viu o reator, mas não era o número 5, ele pareciater muito mais engrenagens, a ponte era diferente e não tinha chave alguma, ele estava a frente de uma porta que dava a uma sala vermelha que ele não conseguia ver o que tinha dentro. Ele olhou e viu uma menina de cabelos pretos e longos, que eram segurados por um elástico nas pontas. Seus olhos vermelhos olhavam para um homem de aparencia não muito velha,mas também não muito Jovem. Cloud sentiu uma sensação nostálgica ao ver aquilo, ao ver a menina falando com o corpo do homem morto ensanguentado ao chão, com uma espada fincada ao peito, ela falava “papai..” e chorava. Cloud sentia um ódio tremendo, uma revolta com algo que ele não se lembra direito enquanto a menina falava “Sephiroth ! Foi ele que fez isso com você, nãoé !?” ela falava com lagrimas nos olhos, mas ao mesmo tempo tinha raiva ao pronunciar aquele nome... “Sephiroth... Soldier... Reator Mako…. Shin-Ra… Tudo.. Eu odeio todos !!!” Ela disse gritando enquanto seus olhos enchiam-se de lágrimas. Cloud olhava a cena como se sentisse a mesma coisa, como se tivesse o mesmo ódio, a mesma vontade de...
-Cloud ! Droga, levante-se, temos um trabalho aqui ! – Barret disse a Cloud q estava ajoelhadeo no chão, suando e com a cabeça doendo.
-Você está bem ?! – Disse Tifa que veio em sua direção e olhou com preocupação a ele.
-... Tifa – Cloud disse olhando para ela. Acabara de ve-la ao corpo de seupai morto. E agora estava cá, olhando preocupada para ele.
-Hmm ?
-Não... – Ele disse virando o rosto e enxugando o suor. – Vamos explodir isso aqui. – Ele disse se levantando. Armou a bomba com cautela e colocou-a direto na chave. Eles sairamcorrendo do lugar. Estranhamente, nenhum alarme havia sidfo acionado e eles estavam tranquilos em seu caminho, Cloud achou estranho, mas continuou seguindo. Eles subiram por um caminho diferente,uma outra escada que os levaria direto a saida para a estação.Jessie é muito eficiente nessas horas, foi o que Cloud pensou, já que ela quem tinha arrumado os mapas. Eles passarampor algumas salas e chegaram finalmente a passarela da saida.
-Por qui ! – gritou Barret aos outros dois que andavam logo atras – Mas o que ?! – Barret parou rapidamente, Cloud olhou a farda vermelha e o bone de vários soldados da Shin-Ra saindo da porta de saída com suas armas empunhadas e vindo em direção aos três – Soldados da Shin-Ra ! Mas que @#%@# ! O que está acontecendo aqui ?
-Uma emboscada... – Disse Coud calmo, mas tentava segurar a afobação, pareciamperdidos,eram muitos soldados. Ele olhou para a passarela em T que estavam, uma saida coberta de guardas, outra umaporta de aço enorme e outra a volta para .... Ele olhou e viu um homem loiro de terno vermelho saindo de onde eles estavam, da saida para o reator.
-Pre.. Presidente Shin-Ra ! – Disse Barret olhando estupefato ao homem um pouco gordo com a cara rechonchuda que vinha na direção deles.
-O que ele está fazendo aqui ? – Disse Tifa que também estava com uma voz espantada.
-Então vocês devem ser aquela... ahn, como é mesmo ? – Disse o Presidente olhando aos três.
-Avalanche ! E você não se esqueça disso ! – Gritou Barret ao presidente, como se desafiasse-o.
-A quanto tempo, Presidente. – Disse Cloud avançando em direção ao presidente poucos passos.
-Quanto tempo ? Ah...você – Respondeu o presidente com um ar de dúvida – Você era da Soldier, um da Soldier que se juntou ao Avalanche. O brilho dos seus olhos mostram, você foi exposto a Mako. Diga-me, traidor, qual é seu nome ?
-Cloud.
-Desculpe-me por perguntar, mas eu não sou obrigado a lembrar o nome de todos. – O presidente respondeu como se fizesse pouca importância. – A não ser que você se torne outro Sephiroth. – Ele disse e deu uma gargalhada olhando para Cloud, que sentiu a raiva subir um pouco a cabeça. – É, ele era brilhante... Talvez até de mais.
-Não me importa nada disso ! – Disse Barret empurrando Cloud para trás e tomando a frente. – Todo esse lugar vai virar um enorme monte de lixo, tudo com um enorme BANG ! – Ele disse levantando os braços, gesticulando uma explosão.
-E isso foi um enorme disperdício de fogos de artifício,ahn ? – Respondeu o Presidente ainda rindo sarcasticamente – Isso só para acbar om uns vermes como vocês.
-Vermes ?! Vermes são vocês da Shin-Ra ! – Vociferou Barret, nervoso com as veias em sua cabeça pulsando - Matando o planeta como vocês ! Isso te faz o rei Verme ! Então cala a boca seu monte de #$%#$@ !
-Vocês estão começando a me chatear... Eu sou um homem muito compromissado, sabem ? – Disse o Presidente, como se Barret não tivesse falado nada – Se vocês me dão licença, eu tenho um jantar a ir. E não se preocupe –Ele disse quando Barret abriu a boca – Eu fiz uns arranjos para vocês brincarem um pouco.
-Jantar é o #$¨%#$#!@ - Disse Barret – Eu ainda nem comecei com você! – Barret ia recomeçar a falar mas o Presidente levantou a mão com um pequenop controle e apertou um botão.
-Que barulho é esse ?! – Disse Tifa se virando para a porta de metal, que tremia com um barulho de rodas enormes vindo na direção deles.
-Mas que.. – Barret virou-se para olhar com a mão já empounhada para atirar, quando de repente um enorme robo veio na direção deles. Ele segurava vparias armas e era movido por rodas de tanque em sua base.
-Conheçam a mais nova criação do Departamento de Armas da minha empresa – Disse o presidente – Acho que a informação que ele extrair dos seus corpos depois da luta vai ser útil para experiências futuras. Agora se me dãolicença – Um helicoptero parou ao lado do presidente que pulou para entrar nele, enquanto Cloud tentou correr para pega-lo... Mas jáera tarde.
Enquanto isso, o enorme robo avançou sobre Tifa, que rápidamente pulou da passarela e segurou em sua borda.
-Tifa ! – Gritou Cloud empunhando sua espada. Ele olhou para a garota, que logo pulou de volta para a passarela por trás do robo. Ela corria com enorme dextreza e socava o robo com uma força incrível, e mau se preocupava com o tamanho de sua saia enaunto chutava o robo.
-Segura essa ! – Barret disse empunhando a mão e segurando uma enorme bola de energia na ponta da arma, que se soltou e atingiu o braço do robo que caiu pelo buraco ao lado da passarela. Levantnado o outro braço, o robo começou a atirar nos dois, que fugiam dos tiros comuma incrível agilidade. – Não vai ajudar ô cabelinho !? – Vociferou Barret para Cloud que ficara parado olhando os dois lutarem. Logo ele foi em direção ao robô, que atirava sem parar. Cloud pulou na bvorda de um dos corrimãos da passarela e saltou em direção ao robo, dilacerando as costas desse com sua espada. Ele olhou para Tifa que agora estava parada na frente do Robô, com o braço brilhando por causa da Materia que ela tinha usado.
-Vamos ver se a Shin-Ra serve para alguma coisa ! –Ela falou apontando a mão aberta para o robô. De repente um raio saiu de sua mão e atingiu o robô que eletrecutou e parou de repente, começou a girar a cabeça e tremer. – Ops.. O que será que tá acontecendo ?
-Ele vai explodir ! – Gritou Cloud para os dois amigos., os dois correram mas antes que Cloud conseguisse se mover o robo explodiu e quebrou uma parte da passarela, fazendo aquele cair.
-Cloud ! – Disse Tifa ao ver Cloud segurando em uma pequena viga q sustentava a passarela
-Tifa, vamos vai explodir ! – Dise Barret segurando o ombro da amiga que estava agaixada na passarela quebrada olhando para Cloud, que estava do outro lado segurando-se para não cair.
-Barret, você não pode fazer nada ?! – Ela falou desesperada ao amigo que olhava Cloud, que estava com as mãos doendo já de se segurar.
-Não posso fazer @#%#$ nenhuma. – Disse Barret ainda segurando Tifa.
-Cloud, por favor, não morra ! Você não pode morrer ! Tem tanta coisa que ainda quero lhe falar ! – Gritou Tifa ainda desesperada para Cloud.
-Eu sei..Tifa.. – Respondeu Cloud com dificuldade, balançando e ainda se segurando na viga. Mas seus dedos estavam começando a escorrgar por causa do suor. Ele não podia morrer agora, não agora. Não por causa de uma coisa tão estúpida, aifnal ele era um Soldier de 1ª Classe, e ainda tinha Tifa... E Barret. Mas ele é um Soldier !
-Você vai ficar bem ? – Disse Barret, olhando para Cloud.
-Vocês se preocupem com vocês mesmo ! Eu estou bem, tome conta da Tifa ! – Disse Cloud, escorregando da viga.
-Certo, me desculpe por tudo...
-Pare de falar como se isso fosse o final ! – Repondeu Cloud a Barret com dificuldade.
-Certo, então atpe mais tarde! – Barret disse quando Cloud olhou para trás e viu Tifa com os olhos molhados. Ele sorriu e se soltou da viga com a explosão do reator.

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 Postado em 07/02/2006 8:55:00 PM

Capítulo 4:A Menina das Flores

-...Você está bem ? – Ecoava uma voz -...Consegue me escutar ?
-Sim – Cloud respondeu, se perguntando quem lhe falava.
-Antigamente... você levantaria mesmo sem joelhos
-O que você quer dizer com “antigamente” ? – respondeu ele. Mas quem seria ?
-E agora, você consegue se levantar ?
-O que você quer dizer com isso ? Como assim ?
-Não se preocupe comigo. Preocupe-se com você mesmo agora... – Respondeu a voz, sem alterar o tom sequer uma vez.
-Vou tentar..
-Nossa, se mexeu !! – Falou a voz de uma mulher.
-O que você acha disso... – Ecoou a voz. – Vai devagar agora, de pouco em pouco.
-Olá, olá ? – repetiu a voz da mulher.
-Eu sei, eu sei.... – Disse Cloud, como se a voz da mulher não tivesse se pronunciado.- Ei, quem é você ?
-Olá, olá ? – a mulher se repetiu.

Cloud abriu os olhos e viu a sua frente, bem perto do seu rosto, um rosto fino, olhos verdes e um cabelo castanho com uma franja encaracolada. Sentia cheiro de flores... Onde será que ele está ? As costas doiam, parecia ter batido bem forte em alguma coisa. A sua espada estava fincada no chão de madeira. O rosto da mulher se afastou, e Cloud sentou, importando-se apenas com a dor na nuca que parecia horrível. Estava sentado em volta de flores.. Por isso o cheiro, ele pensou.
-Você está bem ? – Perguntou a mulher, sua voz calma, mas preocupada. Parecia acalmar o espírito. – Você está numa igreja no setor 5 dos barracos, caso você esteja pensando isso. – Cloud virou o rosto e viu ela sorrindo a frente de um vitral de várias cores. Ele viu os bancos e o altar, a igreja não era grande, mas parecia confortável. Só era estranho o buraco no meio dela, o qual Cloud estava sentado, de onde cresciam flores. – Você caiu de repente em cima de mim. Realmente me assustei. – Ela repetiu.
-Eu cai ? – Não se lembrando muito bem do que aconteceu ele levou as mãos a cabeça, a vião turva por causa da queda, olhou para a mulher.
-O telhado e a cama de flores devem ter amortecido sua queda, você tem sorte. – Ela disse sorrindo para ele.
-Cama de flores ? Isso é seu ? – Ele disse olhando para as flores e logo voltando o rosto para ver a interlocutora. Ela vestia uma vestido rosa e um colete pequeno e aberto por cima do vestido, um rosa mais chamativo. Cloud se levantou rápido. – Desculpe-me.
-Está tudo bem. –Ela respondeu ainda sorrindo- As flores aqui são bem resistentes. Esse lugar é sagrado, sabe ? – Ela se afastou e andou pela igreja – Dizem que não pode-se plantar grama, nem flores em Midgar, mas por alguma razão, as flores crescem sem problemas aqui. – Ela parou encarando um vitral, com um olhar sonhador, mas de algum modo.... Triste. – Eu amo esse lugar. – Ela voltou a olhar para Cloud e veio em diração as flores, agaixou e pegou uma. Cloud ohou para ela fixamente – Nos encontramos de novo, não é... ? Não lembra de mim ? – Ela perguntou a ele, seriamente.
-Lembro – Ele disse depois de recordar-se do ataque aoreator e das flores de Tifa. – Vbocê estava vendo flores em Midgar, não é ?
-É sim ! – Ela disse abrindo um grande sorriso. – Obrigado por comprar minhas flroes! – Ela se levantou e olhou para os olhos azuis de Cloud – Ei, você por acaso tem matéria ai ?
-Tenho, algumas – Ele disse, um tanto confuso. Por que será que ela quer matéria ? – Hoje em dia você acha matéria em qualquer lugar.
-Mas a minha é especial. – El disse virando a rosto de perfil. Cloud olhou seu rabo de cavalo, onde na fita que o prendia havia uma matéria, branca,grudada. – É boa para absolutamente nada. – El soltou um risinho e virou para olhar o rosto de Cloud de novo.
-... Boa para nada ? – Ele olhou para ela dando um pequeno, quase impersceptível, sorriso. – Provavelmente você não sabe usa-la.
-Eu sei. E só que ela não faz nada. – Ela olhou de novo para o vitral com aquele mesmo olhar – Eu só sinto bem usando-a. Era da minha mãe, sabe ? – Ela balançou a cabeça como se tivesse entrado realmente dentro dos pensamentos e voltou a olhar para Cloud – Então, eu realmente estou com vontade de conversar, afinal aqui estamos, nos encontrando de novo, não é ?
-É, acho que seria bom conversar.... – Cloud disse, sentindo-se calmo.
-Então espera só um pouquinho, vou dar uma olhada nas minhas flores. – Ela disse e saiu sorrindo pela cama de flores, olhando elas. – Ah, agora que eu me lembrei – Ela disse e colocou a mão na boca segurando uma risadinha – Não sabemos os nomes um do outro. Meu nome é Aeris, a menina das flores, muito prazer. – Ela se baixou numa reverência e sorriu novamente.
-Meu nome é Cloud – ele disse andando e se virando para ela, de costas a porta da igreja. – Bom, eu.... Faço um pouco de tudo. – Ele disse, sem saber se deveria dizer que era um mercenário.
-Ah, um quebra-galho, então ? – ele disse dando outra risadinha.
-Pois é – Disse Cloud sorrindo levemente – Faço tudo o que for nessesário... O que é tão engraçado – Disse Cloud, quando Aeris deu outra risadinha.
-Não... É só que..
-Hem, hem – os dois foram interrompidos de repente por um homem de cabelos vermelhos, um tanto estranho, para Cloud, já que era comprido apenas um rabo e o resto todo curto. Ele vestia um terno azul sem gravata e com a camiseta aberta além de ter duas faixas vermelhas nas bochecas.
-Ei Cloud... Você já foi alguma vez um guarda-costas ? –Ela disse para Cloud, que se virou novamente. – Você realmente faz tudo, não é ? – Cloud coçou a cabeça um pouco encabulado e respondeu:
-... Pois é.
-Então é isso, me tire daqui, me leve para casa. – Cloud olhou para ela, colocou as mãos na cintura.
-Certo, mas isso vai lhe custar.
Hmm, então vamos ver... Que tal se eu saísse com você uma vez ? – Ela respondeu para ela olhando fundo nos olhos azuis dele.
-O que ?! – Cloud disse, corando um pouco. Ele pensou e se vorou para o homem parado na porta. Ele começou a se aproximar olhando dom desdém. – Olha aqui. Eu não sei quem é você. – Ele olhou para o homem de novo e sentiu uma nostalgia – Aliás... Essa roupa, acho que sei quem é você. – De repente, três guiardas da Shin-Ra entraram pela porta da igreja empunhando suas armas.
-Reno ! Quer que a gente acabe com esse daí ? – O guarda falou para o homem de cabelos vermelhos
-Estou pensando ainda. – Cloud andou um pouco para trás e segurou no cabo de sua espada fincada no chão, tirou-a e empunhou-a para lutar.
-Não ! Não lute aqui, vai acabar com as flores ! –Disse aeris que segurou o braço de Cloud. Ele olhou para ela um pouco e abaixou a espada. Inesperadamente, ela puxou Cloud e correu emdireção a uma porta atrás do altar da Igreja. – Tem uma saida por aqui !
Eles sairam e correram para uma sala onde a torre da igreja estava caida no chão de madeira comido pelos cupins, ela se mantinha inclinada ao chão de madeira todo quebrado e com aparência velha.. O cheiro úmido e o ranger das tábuas fez Cloud pensar que poderia cair a qualquer hora. Ele subiram uma escada que dava para uma segunda passarela de madeira, mais alta. Os dois pararam em frente a um buraco de madeira que havia quebrado.
-Eles estão lá Reno ! – Cloud viu os guardas no andar de baixo
-Parece que eles não vão nos deixar em paz – Disse Cloud olhando para os guardas e Reno que acabara de aparecer com as mãos no bolso.
-O que vamos fazer ? – Disse Aeris
-Só tem um caminho, não é ? Não podemos deixar eles nos pegarem ! – Cloud olhou para o buraco, pegou Aeris no colo e pulou o buraco para o outro lado.
-Atirem neles ! – Falou Reno aos guardas que empunharam as armas e começaram a atirar. Cloud com Aeris no colo começlou a sentir a madeira ranger, ele correu.
-Cuidado ! – Gritou Aeris quando um tiro acerto o ombro de Cloud.
-Babacas ! -Reno falou e pegou uma das armas do guarda e atirou. O tirou acertou uma madeira da plataforma que cedeu fazendo Cloud balançar e soltar Aeris que caiu no buraco feito porém Reno – Cuidado, não matem a Anciã !
-Aeris ! – Cloud gritou enquanto Aeris caiu em direção a torre da igreja. Ela caiu e deslizou até o andar mais baixo, dois abaixo de Cloud. Um dos soldados desceu a torre em direção a Aeris. – Aguenta um pouco ! - Gritou Cloud. Ele correu em direção ao andar de cima, onde estavam alguns barris, ele olhou para baixo e empurrou um dos barris.
-Venha cá queridinha – O soldado disse estendendo a mão para pegar Aeris
-Sai daqui ! – Disse Aeris, que logo pegou um bastão de ferro que estava no chão. Ela bateu no guarda que cambaleou para trás.
-Ora sua... ! – Antes de conseguir completar a frase, o barril caiu sobre sua cabeça fazendo ele cair no chão. Aeris olhou para Cloud no último andar e saiu correndo em sua direção subindo as escadas. Dois guardas ainda corriam atrás dela. Ela olhou para os dois, empunhou o bastão e acertou o capacete de um deles, quebrando-o por causa da pancada e fazendo ele rolar a escada, derrubando o outro guarda. Ela correu, pulou o buraco e subiu até onde estava Cloud.
-Aeris, por aqui ! – Ele segurou na mão de Aeris e eles correram até um buraco no topo do telhado. Provsavelmente fui eu, pensou Cloud. Eles passaram pelo buraco, subindo no telhado. Os dois se olharam, sorriram e sentaram no Telhado.
-Olha, eles ainda estão me procurando – Disse Aeris, sorrindo e ofegante, olhando pelo buraco no teto.
-Então não é a primeira vez que eles vem atrás de você.... – Respondeu Cloud olhando para ela, que virou o rosto para ele.
-Não.
-São os Turks. – Disse Cloud – São uma organização da Shin-Ra. Eles procuram por possíveis candidatos a Soldier.
-Violentamente assim? – Respondeu Aeris – Assim eu pensei que eles estavam raptando alguém.
-Eles também são involvidos em um monte de coisas sujas na Shin-Ra. Espionagem, assasinatos, esse tipo de coisa.
-Tem cara mesmo. – Respondeu Aeris ainda ofegando.
-Por que eles estão atrás de você, deve haver uma razão. – Disse Cloud se levantando e extendendo a mão a Aeris.
-Não, não. Acho eles pensam que eu tenho o que se precisa para entrar na Soldier. – Respondeu ela dando a mão para Cloud e se levantando.
-Talvez você tenha – Disse Cloud enquanto eles pulavam o telhado da igreja para outro telhado. – Você quer entrar ?
-Eu não sei. – Aeris falou segurando a mão de Cloud mais forte. Talvez estivesse com medo de escorregar – Mas eu não quero ser pega por aquelas pessoas.
-Então vamos – Disse Cloud apertando o passo.
Eles pularam alguns telhados, era um tanto quanto estranho andar por cima dos barracos, das casas, mas de qualquer modo, era mais seguro.
-Ei, mais devagar. – Disse Aeris ofegante após algum tempo.
-Ora, pensei que você tinha o que se precisa para estar na Soldier. – Disse Cloud sorrindo.
-Ah, você é terrível. – Aeris respondeu colocando as mãos na cintura. Ela olhou brava para o rosto de Cloud, olhou fundo nos olhos dele. O que será que ela viu ? Parecia estar dentro dele. De repente ela deu uma risada, e os dois riram juntos. – Ei Cloud. Você já esteve na Soldier ?
-... Eu era. – Cloud disse surpreso, soltando sua mão de Aeris. – Como você adivinhou ?
-São seus olhos. Eles têm um brilho diferente. – Ela disse olhando de novo nos olhos dele.
-Essa é a marca de quem foi exposto a Mako. Uma marca da Soldier. – Ele olhou para ela, ainda surpreso. - Mas como você sabe disso ?
-... Ah, nada. – Ela disse corando e virando o rosto para olhar o chão embaixo da casa onde estavam.
-Nada.. – Falou Cloud ironicamente.
-É... Nada. – Seus olhos estavam perdidos novamente. – Vamos, vamos guarda-costas – Ela disse virando o rosto e empurrando Cloud vagarosamente.
Ainda um tanto intrigado, Cloud continuou andando pelo telhados. Com será que ela sabia disso ? Será que o pai dela era da Soldier... Talvez um irmão. Ou um... Não. Tde repente o chão parecia um ótimo lugar para começar a olhar, não tem com que se preocupar com essas coisas. Eles continuaram até chegarem num pequeno pilar inclinado. Escorregaram e chegaram até o chão. Aeris, com pressa, saiu correndo em direção a sua casa, em direção ao setor 6 dos barracos, ela chamava Cloud para segui-la, apesar de não correr muito rápido.
Eles andaram por alguns minutos e chegaram no setor 6.
-Por aqui – Aeris indicou para Cloud, um beco atrás de uma loja, parecia imundo. Quando ele passou pelo beco, chegou a umlugar repleto de flores, um enorme jardim cheio de flores amarelas, um cheiro forte estava no ar. No canto do jardim havia uma casa, dois andares feita de madeira. –Vem, pode entrar. – Aeris falou segurando a mão de Cloud e o puxando para dentro de casa. – Mãe, cheguei !
-Aeris ! – Um mulher de cabeloscastanhos que vestia um vestido verde e um avental branco por cima apareceu de uma das portas perto da escada da sala pequena. Ela veio por volta da mesa no centro da sala e ficou a frente dos dois. Aeris soltou a mãode Cloud e disse:
-Mãe, esse é Cloud, meu guarda-costas.
-Guarda-costas ?! Ai, ai. Não me diga q vc foi seguida de novo ! Você está bem ? Está machucada ? Ai, ai – Ela chegou próxima a filha e checou o rosto, como se visse se faltava algum pedaço.
-Estou bem. Cloud estava comigo. – Ela disse sorrindo e virando para ver Cloud, que se sentia bvem com aquele cheiro de flores.
-Ah, muito obrigado Cloud. – a mão de Aeris falou dando uma risadinha e saiu andando e subiu as escadas.
-Então me diga, o que você vai fazer agora ? –Perguntou Aeris para Cloud.
-... O setor 7 é muito longe daqui ? Eu quero ir no bar da Tifa. – Ele respondeu rápido para ter alguma coisa para falar.
-Tifa ? – Aeris respondeu colocando as mãos apra trás e desmanchando o sorriso do rosto. – Sua namorada ? – Cloud balançou a cabeça negativamente rápido, corando e pensando sériamente em procurar alguma falha no chão. Aeris deu uma risadinha, o que só aumentou o interesse de Cloud no chão, mas ele conseguiu voltar a levantar a cabeça para olha-la. – Você não precisa ficar triste por isso. Ah... Isso é legal. – Aeris colocou a mão no queixo eolhou para o teto pensando. – Bom, vejamo, setor 7... Hmmmm.. Eu lhe mostro o caminho.
-Você deve estar brincando. Quer se colocar em perigo de novo ? – Cloud respondeu.
-Estou acostumada
-O que ? – Ele abaixou a cabeça e pensou, será que devia. Ela vai estar em perigo, não é ? – Bom, não sei... Ter ajuda de uma garota...
-Uma garota ?! O que você quer dizer com isso ?! – Ela respondeu, pela primeira vez que Cloudpode ver, nervosa. –Você espra que eu fica sentada e ouvindo depois de escutar uma coisa dessas ? – Ela se virou em direção as escadas e gritou – Mãe, estou levando Cloud apra o setor 7, volto daqui a pouco.
-Mas querida... Ah, eu desisto – Ouvia-se a voz da mãe de Aeris descendo as escadas, até ela aparecer de novo noprimeiro andar. – Você nunca muda sua opinião, nunca me escuta, não é ? – Ela olhou para os dois e disse alegremente – Mas então por que vocês não vão amanhã, já é tarde.
-Hmmm. Você está certa mãe, tá bom. Mas eu vou. – Disse Aeris olhando para Cloud sorrindo novamente.
-Minha filha, vai lá e arrume as camas, por favor. – Respondeu apontando a escada. Aeris subiu as escadas e Cloud ficou lá, olhando para a mãe, um tanto quanto deslocado, mascalmo, aquele cheiro era bem gostoso. A casa era aconchegante, o chão feito de pedras em mosaico e a brisa entrava levemente pelas janelas. A lua ergueu pelo céu lá fora enquanto Emma, a mãe de Aeris, serviu uma bebida para Cloud e eles conversaram; ela falou mais e parecia um tanto diferente de Aeris, provavelmente a filha herdara mais do pai.
-A propósito, você é da Soldier ? Esse brilho nos seus olhos... – Emma disse olhando para o ex-Soldier.
-Eu era, costumava ser.
-... Não sei como dizer isso mas.. – Ela disse se sentando na mesa no lado oposto de Cloud, olhando-o com um triste olhar, mas preocupada. – Você poderia por favor ir embora hoje de noite... Sem contar para Aeris ? – Não vieram respostas alguma para Cloud,ele apenas ficou olhando para Emma – Soldier... O que ela menos precisa é ter seus coração machucado de novo...
Cloud se levantou, sem responder ainda. Calado, subiu as escada. Provavelmente o pai morreu em alguma missão da Soldier, ou o irmão.... Ou então... ]A madeira da escada rangia, mas parecia muito limpa e nova, como a casa toda, cheia de energia; mas ao mesmo tepocom um ar triste. Ele chegou ao final da escada, um pequeno hall com duas portas, Aeris estava se olhando no espelho da sala quando Cloud subiu. Ela se virou rápido logo que ele chegou ao segundo andar, sorriu para ele e disse que o setor 6 era um tanto quanto perigoso, mas que era nessesário apssar por ele para chegar-se ao setor 7. Ele foi andando até o quarto, virando de costas para Aeris parou na frente da porta.
-Cloud. – Ele se virou para Aeris e viu um rosto sério, que logo se virou num grande sorriso – Boa noite. – Ela correu, deu um beijo no rosto dele e voltou para descer as escadas para o andar de baixo.
-Nossa cara.... –Cloud sentia-se um tanto... Leve. Ele seguiu e se deitou na cama. A la lá fora, a madeira na parede, o chão de mosaico, o cheiro de flores, uma foto dela na escrivaninha sorrindo como sempre, o rosto dela perto do dele e o delírio o sono na cabeça.

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